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VEJA 7 TECNOLOGIAS QUE ESTÃO MUDANDO A ÁREA DA SAÚDE

08 jun

VEJA 7 TECNOLOGIAS QUE ESTÃO MUDANDO A ÁREA DA SAÚDE

Toda nova tecnologia é bem-vinda em qualquer ramo, mas, na área da saúde, ela representa um avanço que melhora a qualidade de vida dos pacientes de incontáveis maneiras, incluindo uma maior sobrevida e acesso a tratamentos mais rápidos e indolores.

As novas tecnologias também trazem várias vantagens para o dia a dia de trabalho dos profissionais de saúde. Continue lendo e confira quais são elas!

1. Aplicativos para área da saúde

Os aplicativos também chegaram ao mundo da saúde, beneficiando profissionais e pacientes, por garantirem agilidade e segurança para chegar a um diagnóstico.

Figure 1, por exemplo, é um App que possibilita que vários profissionais de saúde compartilhem fotos para discutirem casos de pacientes. Ele ficou conhecido como “o Instagram da saúde” e está disponível para iOS e Android.

Outros aplicativos foram citados em uma matéria da revista Veja com os melhores aplicativos de saúde, todos disponíveis para iOS e Android.

Um deles é o Docway, um aplicativo que conecta médico (ou serviços como exames) e paciente para um atendimento domiciliar. O valor da consulta aparece no aplicativo, e é também por meio dele que o pagamento é realizado.

Já o Tá na Mão, criado pelo Programa Municipal de DST/AIDS, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, traz a possibilidade de calcular o risco de contrair o vírus HIV, segundo as características da relação sexual.

Ele ainda traz informações sobre como se prevenir da doença e mostra onde fazer o teste para detectar a doença, garantir pronto acesso às medidas profiláticas pós-exposição e retirar preservativos.

Instante Heart Rate é utilizado para registrar os batimentos cardíacos com um simples toque da ponta do dedo no smartphone. Ele tem boa aprovação por ter uma das melhores precisões entre os aplicativos semelhantes.

Com ele, também é possível monitorar a frequência cardíaca antes, durante e depois do treino, um grande diferencial para os praticantes de esportes.

Por fim, o GlicoCare, desenvolvido para os diabéticos e seus médicos, facilita o controle e acompanhamento da doença. Uma de suas funções é o “diário glicêmico”, usado para fazer as medições da glicose no sangue. Outra é o ‘diário alimentar’, com informações simplificadas sobre o valor calórico e as quantidades de carboidratos dos alimentos.

Ele tem ainda outras funções, como diário de utilização de medicamentos e de atividades físicas.

2. Impressoras 3D com diversas aplicações na medicina

A importância da impressão 3D na saúde já vem sendo comprovada, principalmente na ortopedia. Com ela, é possível imprimir desde cartilagens a ossos de vértebras e próteses de membros como braços e pernas. Uma das vantagens desse tipo de impressão é o baixo custo em comparação com outras técnicas. Um exemplo é o menino que ganhou uma prótese 114 vezes mais em conta que similares, segundo matéria publicada no TechTimes.

Outro exemplo, totalmente nacional, que ficou conhecido mundialmente na Copa do Mundo de 2014, é o paciente que, usando uma prótese, deu o primeiro chute na bola, abrindo o mundial. O feito foi possível graças a uma tecnologia desenvolvida pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.

Em 2015, foi criado o primeiro remédio feito em impressora 3D. Seu diferencial é a maior porosidade do comprimido, facilitando sua dissolução. O medicamento se chama Spritam (levetiracetam), é produzido pela empresa farmacêutica americana Aprecia e é usado para tratar as convulsões da epilepsia.

Mas não é só isso: essas impressoras ainda podem imprimir células-tronco embrionárias, tecidos do coração, vasos sanguíneos e células utilizadas para estudar o câncer.

3. Teste para bactérias multirresistentes

FluoroType MTBDR é um teste para diagnosticar resistência a antibióticos em apenas três horas. Ele também identifica os patógenos da tuberculose diretamente de amostras dos pacientes, além dos agentes patogênicos resistentes aos principais antibióticos que tratam a doença, permitindo um reajuste ao tratamento.

Cabe salientar que o método tradicional de detecção de resistência a antibióticos leva semanas para apontar um resultado. A alta tecnologia desse novo método agiliza e simplifica os exames e permite uma produção de até 96 amostras.

A tecnologia foi criada na Brandeis University, nos Estados Unidos, e então desenvolvida como um teste de diagnóstico in vitro pela Hain Lifescience BmbH. A invenção foi apresentada em março de 2017, para vários especialistas, incluindo representantes da OMS.

4. Caneta que detecta problemas cerebrais

Essa invenção parece ter saído de um filme do 007, mas foi desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. Trata-se de uma caneta que detecta problemas no cérebro, como Alzheimer e Parkinson, muito precocemente.

O equipamento, que poderá atuar no tratamento dessas e outras doenças, ainda está em fase de testes e não há data para que chegue ao mercado.

5. Nanorrobôs que diagnosticam doenças no sangue

Com eles, será possível detectar precocemente doenças, como o câncer, pelo sangue. O projeto está sendo desenvolvido pelo Google e pretende trazer ao mercado comprimidos que, ao serem ingeridos, liberam nanopartículas na corrente sanguínea, as quais identificarão as doenças.

6. Dispositivo que acaba com testes em animais

Testar novos medicamentos em animais é uma prática que é condenada mais e mais a cada dia. E uma invenção que promete acabar com o sofrimento dos animais está prestes a chegar.

Trata-se de um bloco transparente desenvolvido na Universidade de Harvard pelo Wyss Institute, e ele pode substituir os animais no desenvolvimento de novos medicamentos.

dispositivo é forrado com células humanas vivas e simula movimentos mecânicos dos órgãos e também a estrutura dos tecidos do corpo. Ele é pequeno e incolor, por isso, é possível ver, em seu interior, tubos minúsculos por onde passam fluidos de ar fazendo o equipamento funcionar.

7. Chip que substitui injeções e ingestão de medicamentos

Parece algo futurístico, mas, na verdade, é o futuro que já chegou. Um chip criado pela empresa Microchips Biotech pode ser implantando no corpo e veio para substituir a administração frequente de medicamentos.

É uma praticidade e tanto para os pacientes que dependem de doses diárias de remédios. Essa inovação contém inúmeras doses de medicamentos que são liberadas no organismo na quantidade certa e na hora exata.

Eles podem ser controlados remotamente e resolvem o problema de quem esquece de tomar seus remédios (como vários idosos, por exemplo) e de quem precisa utilizar vários medicamentos.

A tecnologia ainda não está sendo comercializada devido a questões envolvendo a agência que regula medicamentos nos Estados Unidos.

Outra inovação que está melhorando o trabalho dos profissionais de saúde e o atendimento aos pacientes é a Telemedicina. Preparamos um post inteiro dedicado a ela, confira!

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