Entenda a importância do planejamento tributário para a sua empresa

O Brasil é conhecido pela sua carga tributária elevada. Apesar de estarmos no topo da tabela quando o assunto é quantidade de impostos, amargamos um último lugar em termos de retorno desses tributos. O empresário, por sua vez, é um dos mais atingidos pela tributação brasileira, o que faz com que seja fundamental um planejamento tributário.

Mesmo assim, surpreendentemente, a maioria não dá a devida atenção ao assunto — as questões tributárias são tratadas muito superficialmente na maioria das pequenas e médias empresas, apesar de toda a sua importância. Por isso, o planejamento tributário é tão importante, pois é uma forma de adequar o negócio no melhor regime tributário possível e sofrer menos na hora de pagar impostos.

Vamos entender, então, o que é o planejamento tributário, quais são seus benefícios e como fazê-lo em sua empresa. Confira!

O que é planejamento tributário?

O que chamamos de planejamento tributário é o conjunto de ações de identificação e organização dos processos financeiros dentro da empresa, com o objetivo de trabalhar no regime tributário mais proveitoso possível, diminuindo a carga de impostos paga pela empresa.

A legislação brasileira não é simples quando trata do tema e por isso é necessário fazer esse tipo de planejamento.

Muitas empresas acabam pagando multas por erros na hora da tributação ou gastando mais do que deveriam por causa de um regime inadequado. São mais de 80 taxas com as quais os contadores lidam todos os dias e é fácil se perder entre tantas informações.

Quais os regimes tributários vigentes no país para as empresas?

Existem três regimes tributários possíveis para as empresas: lucro real, lucro presumido e Simples Nacional. Cada um deles tem suas próprias especificidades e o mais importante é compreender em qual deles sua empresa se encaixa melhor.

Lucro Real

O lucro real é a regra e parte do resultado contábil da empresa, ou seja, é obrigatório para companhias com faturamento superior a R$ 48 mil por ano. Geralmente, esse modelo é adotado por grandes organizações, já que ele exige bastante controle e conhecimento técnico.

Isso porque nesse regime é fundamental fazer uma escrituração contábil. Sendo que apenas as despesas dedutíveis que tiverem comprovação poderão ser utilizadas para compensação. Entre os benefícios estão a maior fiscalização, os benefícios fiscais e a tributação sob o Lucro Líquido. Em compensação existe um maior gasto com o operacional.

Lucro presumido

O lucro presumido é voltado para empresas com faturamento menor do que R$ 48 mil, além de alguns outros pontos, como o fato de não poder exercer atividades impeditivas – fornecimento de crédito, por exemplo.

Ou seja, ela se constitui como uma forma simplificada de tributação. O cálculo dos tributos é feito com base no IRPJ (Imposto de Renda para Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) das empresas.

Aqui, a escrituração contábil é dispensada, assim como é mais simples apurar os tributos, visto que as taxas são fixas. No entanto, nesse caso, os incentivos fiscais não podem ser considerados. Ainda existe a possibilidade da base CSLL ser negativa, culminando em prejuízo fiscal sem compensação.

Simples Nacional

No Simples Nacional, a tributação é simplificada para empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões. Ele reúne cerca de 8 impostos diferentes em uma única tributação, sendo eles:

  • Contribuição Previdenciária Patronal (CPP);
  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Programa de Integração Social (PIS);
  • ​Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).

Essa arrecadação é feita por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O modelo de tributação oferecido traz como principal vantagem o pagamento de uma alíquota única, além de redução nos custos com o trabalhador, já que a empresa que opta por ele está isenta de pagar 20% do INSS Patronal.

Mas existem as suas desvantagens como o pagamento com base no lucro anual. Logo, é preciso bastante atenção, pois nem sempre a empresa obterá vantagens com essa opção, já que ela pode estar em prejuízo mensal.

Por isso, o melhor, antes de escolher a tributação ideal para a sua empresa, é procurar por um contador. Ele o ajudará a fazer simulações do lucro real antes do pagamento dos impostos e também mostrará qual o real impacto da escolha para o seu empreendimento.

Quais os benefícios do planejamento tributário para o seu negócio?

O principal benefício é óbvio: pagar menos impostos. Mas não para por aí. Esse planejamento evita problemas com o Fisco, afastando a empresa de possíveis multas e sanções. Ademais, isso ajuda a companhia a analisar incentivos fiscais ou isenções.

Com isso, o empreendimento consegue definir, por exemplo, um calendário de tributações adequado às suas necessidades. Definindo com precisão as melhores datas para que seja feito o recolhimento de taxas e impostos. Isso evita encargos por atrasos, por exemplo.

A diminuição de impostos deixa os custos da empresa menores, liberando orçamento para novos investimentos e melhorias. A situação econômica do país é complicada e as margens de lucro são enxutas, então toda economia é bem-vinda.

Assim, a empresa ganha em competitividade de mercado e se coloca à frente daquelas organizações que não possuem esse tipo de planejamento, o que ajuda a garantir a continuidade e o crescimento dos negócios.

Além disso, o planejamento tributário passa diretamente pelo melhor conhecimento dos negócios. As contas ficam em ordem e isso tem um grande impacto no gerenciamento das finanças e da saúde financeira da empresa, permitindo a ela realizar um orçamento anual eficaz.

Outro impacto positivo desse planejamento é diminuir as taxas de mortalidade das PMEs, que continua alta (23,4%), de acordo com o SEBRAE. Com esse planejamento fica mais fácil prever os cenários adversos ou favoráveis do país, consequentemente, isso provê uma margem maior para realizar mudanças que se adaptem rapidamente à nova realidade.

Como fazer um planejamento tributário?

Planejamento é organização, e esse é o primeiro passo. Para fazer um planejamento tributário da maneira adequada, o empresário precisa listar as principais informações das suas operações. São elas: despesas, receitas, origem dos faturamentos, localização dos fornecedores, espécie dos serviços prestados, gastos operacionais e despesas com funcionários — dados que definem o regime tributário incidente sobre a empresa.

Com eles em mãos, você poderá comparar os regimes tributários existentes e verificar qual deles é o melhor para sua empresa. O ideal é trabalhar junto com um profissional especializado na área, como um contador. Existem parâmetros legais que devem ser seguidos e podem ajudar a encontrar a melhor opção dentre as disponíveis, sem incorrer em nenhum tipo de irregularidade e, no futuro, ter problemas fiscais.

Sabendo agora como funciona o planejamento tributário e como ele está intimamente relacionado com a gestão da sua empresa no todo, conheça um pouco mais sobre como a gestão tributária aumenta a competitividade das PMEs!

Marketing social: como sua empresa pode fazer o mundo melhor?

O marketing tem passado por muitas mudanças nos últimos anos. Na era da informação e da internet das coisas, sua empresa precisa oferecer mais do que produtos de qualidade para se destacar no mercado competitivo. Entre diversos métodos, o marketing social é uma das opções e tem se tornado uma tendência para empresas ganharem visibilidade.

Os clientes estão buscando marcas que incentivam e participam na melhora da qualidade de vida da sociedade. Para adotar essa ferramenta e fazer com que ela traga retorno para sua empresa, é preciso saber como funciona esse tipo de marketing. Com esse entendimento você conseguirá descobrir a melhor maneira de utilizá-lo na sua organização.

Por isso, neste post falaremos um pouco sobre o marketing social e como usá-lo a seu favor. Confira!

O que é marketing social?

O marketing social é um conjunto de técnicas de marketing que busca mudar o comportamento da sociedade pela prática de atitudes individuais ou coletivas benéficas para todos. Ele também pode servir como alerta para atitudes que fazem mal para a comunidade.

O objetivo não é vender produtos ou serviços, mas sim comportamentos e condutas mais éticas, morais, visando promover o bem-estar social.

Por que o marketing social foi criado?

O marketing social surgiu quando as pessoas perceberam que poderiam utilizar o marketing para vender um serviço ou produto da mesma forma como poderiam usá-lo para vender causas sociais, uma ideia, atitude, estilo de vida, entre outros.

Por meio da sensibilização das pessoas e da identificação delas com uma causa, é possível motivá-las a fazer parte da solução. Assim, as pessoas se sentirão impelidas a tomar determinadas medidas ou deixar de fazer coisas prejudiciais, tanto para elas, como indivíduos, quanto para a comunidade.

Qual a importância dessa prática para sua empresa?

As empresas que começaram a adotar essas novas técnicas de marketing descobriram, nas ações sociais, uma maneira de criar uma imagem positiva da empresa com o seu público, por meio do branding.

A organização que apresenta engajamento social, que é confiável, ética, íntegra e proporciona serviços e produtos capazes de mudar o mundo, é aquela que conquistará mais clientes no mercado atual.

Mas não adianta apenas ter um rótulo de protetor de causas sociais. É muito fácil descobrir quando uma corporação utiliza um disfarce para vender mais, fazendo com que o cliente se sinta enganado. Por isso, é necessário um conjunto de práticas e atitudes tanto internas quanto externas que transmitam ao cliente a imagem de integridade, conquistando a confiança das pessoas.

Como investir em marketing social?

Com certa quantidade de investimento você já pode começar a desenvolver o marketing social em sua empresa. Para conseguir aplicar esse recurso de maneira efetiva é necessário, primeiro, utilizar as ferramentas de marketing de conteúdo, como a segmentação do público, pesquisas de mercado, planos de metas, definição de temas.

A definição da causa social a ser apoiada pela sua empresa também é de suma importância. Para tomar essa decisão você deve realizar pesquisas para que a escolha esteja ligada intimamente aos valores da empresa e do seu público-alvo.

Depois disso, a empresa precisa definir campanhas para mobilizar pessoas. Elas serão determinadas de acordo com o segmento de público escolhido e com as metas a serem atingidas. A forma com que essa divulgação é feita faz toda a diferença. Então listaremos algumas dicas e exemplos de campanhas que deram certo para você se inspirar. Confira:

1. Arrecadação de doações

Essa é a maneira mais frequente e conhecida de praticar uma ação social. Você pode arrecadar fundos para ONGs, creches ou diretamente para famílias carentes. As doações não precisam ser necessariamente em dinheiro. Alimentos não perecíveis, presentes e até material de construção podem ser úteis para o tipo de ação que você está apoiando.

O programa Criança Esperança da TV Globo, que tem o objetivo de arrecadar fundos para ajudar crianças de baixa renda, foi uma campanha de doações que deu certo. Hoje ele é reconhecido como modelo internacional pela ONU e conta com parceria da Unesco. O McDia Feliz, do McDonalds, também faz muito sucesso, revertendo as vendas do Big Mac em doações para beneficiar crianças com câncer. Ambas são campanhas que incentivam o envolvimento direto do cliente com a causa concreta.

Outro exemplo interessante é o Papai Noel dos Correios. Uma campanha na qual os Correios recebem cartas de crianças em situação de vulnerabilidade pedindo presentes ao Papai Noel e conectam essas cartas a pessoas dispostas a presenteá-las.

2. Incentivo à prática de uma ação

Esse tipo de campanha envolve certa persuasão, mas quando desenvolvida da maneira certa e com uma boa segmentação, é possível atingir muitas pessoas. Você pode incentivar pessoas a adotar animais ou praticar a reciclagem do lixo, por exemplo.

A campanha Adotar é tudo de bom, da marca Pedigree, é uma ação que deu certo. O objetivo era conscientizar pessoas para a adoção de pets abandonados. Assim, a Pedigree reverte parte das vendas de seus produtos em doações para apoiar ONGs que cuidam dos bichinhos.

3. Conscientização sobre recursos naturais

Outro tipo de ação social praticada por empresas é com o objetivo de conscientizar pessoas sobre a utilização adequada de recursos naturais. Você pode incentivar a doação de água, trazer informações sobre a situação atual de recursos hídricos no país, incentivar a prática do trabalho voluntário para limpeza de rios, promover ações de reflorestamento, entre outras.

Programa Água Brasil, iniciativa do Banco do Brasil em parceria com o WWF-Brasil, a Agência Nacional de Águas e a Fundação Banco do Brasil, é um projeto social que busca melhorar a quantidade e qualidade da água consumida no país através do trabalho voluntário e difusão de informações sobre a causa.

4. Campanhas de saúde pública

Nesse tipo de ação, muitos temas podem ser abordados de acordo com o local em que se encontra sua empresa. Uso da camisinha, informações sobre proteção contra DSTs, conscientização a respeito do câncer de mama, tratamento de doenças pouco conhecidas, contenção de vetores de patologias como a dengue estão entre as campanhas que podem ser realizadas.

Um exemplo bem-sucedido é a #PartiuTeste, do Ministério da Saúde, que busca conscientizar os jovens a respeito da prevenção contra a AIDS e incentivá-los a fazer os testes utilizando as redes sociais.

Você já deve ter percebido que o marketing social pode não ser muito simples de fazer, mas torna-se efetivo não só para conquistar clientes, como para influenciar e mudar a sociedade. O seu empreendimento pode realmente fazer a diferença na vida de muita gente, além de fortalecer a identidade da sua marca, atraindo mais clientes.

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A velha e boa análise SWOT ainda faz sentido em 2017!

Parece uma tendência do mercado de marketing querer sempre inovar e buscar novos métodos, técnicas e tecnologias para elaborar estratégias. Essa busca incessante por novidades acaba menosprezando processos consolidados, como é o caso da análise SWOT.

Apesar de toda a evolução do mercado, a boa e velha análise SWOT continua presente no dia-a-dia das empresas e se ela não saiu de uso é por que os profissionais compreendem a sua eficácia e ainda apostam nela.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que você possa relembrar o propósito da análise SWOT, a importância no planejamento estratégico da sua empresa e como entendê-la. Está preparado? Então, boa leitura!

Afinal, o que é análise SWOT?

A análise SWOT é uma ferramenta de diagnóstico criada ainda nos anos 60, na Universidade de Stanford, no estado da Califórnia, por Albert Humphrey. Ele foi o responsável por um projeto que cruzou informações sobre as maiores empresas da época, indicadas pela Revista Fortune.

O termo vem do inglês e é uma abreviação para Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats, ou Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças. Por isso, no Brasil, também é bastante comum o termo Matriz FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças).

Quem pode usar essa análise?

Pela sua simplicidade, a análise SWOT pode ser usada por qualquer tipo de empresa. Se realizada de maneira periódica, além de contribuir com o planejamento estratégico, ajuda o empresário a entender o que a empresa de fato é para o cliente e que lugar ela ocupa no mercado. A análise SWOT é tão versátil que pode ser aplicada no processo de elaboração de um novo produto ou serviço e até mesmo na imagem pessoal de um profissional.

O que faz a análise SWOT ser realmente eficaz?

Se você não é acostumado com ferramentas de diagnóstico mais elaboradas ou simplesmente não tem o tempo necessário para se dedicar a elas, a matriz SWOT vai servir para você não abrir mão de um bom planejamento estratégico.

No meio de uma reunião de brainstorm, com apenas algumas canetas e papel é possível identificar informações surpreendentes, documentação os processos do seu negócio e o registro da sua evolução, o que já é um grande diferencial.

É por isso que a análise SWOT é tão eficaz: com alguns passos simples e sem o recurso de tecnologias avançadas você descobre quem a sua empresa é no nicho em que ela atua e sabe para onde ela pode ir e como seguir o caminho para o sucesso.

Quando usar a análise SWOT?

Se você enfrenta problemas diversos e não sabe por onde começar a agir, ou qual processo deve ser melhorado para que a sua empresa possa atuar de maneira mais organizada, está na hora de usar a análise SWOT.

A aplicação da matriz gera benefícios para o seu negócio como a identificação e padronização dos seus processos internos e externos, já que obriga a empresa a pensar neles. Por isso, se você também enfrenta problemas desse tipo é por que reuniões isoladas não bastam. Chegou o momento de documentar tudo!

Como desenvolver a matriz para a minha empresa?

Para começar a elaborar uma análise SWOT em qualquer processo da sua empresa é preciso entender cada aspecto de forma isolada. Feito isso, descubra a melhor forma de registrar todos eles em uma folha de papel ou computador, para que a sua empresa possa ter acesso sempre que for necessário. Confira!

Forças

Este tópico está relacionado com as vantagens competitivas que a sua empresa apresenta em relação aos concorrentes. Busque por processos que recebam elogios constantes e compreenda o seu negócio possui um diferencial em relação a concorrência. Exemplos de forças são:

  • clientes elogiam com frequência a variedade de horários para atendimento;
  • a empresa é líder e pioneira no e-commerce;
  • as reclamações sobre a empresa são solucionadas mais rapidamente que as da concorrência.

Fraquezas

Quais os pontos fracos da sua empresa? Quais os processos que não estão gerando o resultado esperado? Do que os seus clientes se queixam com frequência? Toda e qualquer atividade que possa ser identificada como uma desvantagem da sua empresa em relação aos seus concorrentes é uma fraqueza. Confiras estes exemplos:

  • clientes reclamam sobre o serviço pós-venda;
  • o custo-benefício do serviço oferecido pela empresa é bastante criticado pelos clientes;
  • as redes sociais da empresa não são atualizadas com frequência.

Oportunidades

As oportunidades são as ideias de ações que podem ser tomadas para aumentar os pontos fortes ou reduzir os pontos fracos. Você ainda pode pensar em ações que evitem as ameaças oferecidas pelos concorrentes.

Também é possível usar as opiniões dos clientes para modificar os seus processos. Não existe uma receita para descobrir as oportunidades, mas você pode se basear nestes tópicos:

  • pedidos muito frequentes dos clientes;
  • fraquezas dos concorrentes nas quais a sua empresa pode trabalhar em cima;
  • resolução dos problemas identificados nas suas fraquezas ou expansão dos seus pontos fortes.

Dessa forma, é preciso saber, por exemplo, se você precisa melhorar o seu networking, ou, até mesmo melhorar o processo de contratação de funcionários.

Ameaças

As ameaças são as atividades do mercado que podem influenciar de maneira negativa na sua empresa.

  • Uma nova tecnologia usada pelos seus concorrentes que a sua empresa ainda não domina;
  • Uma nova lei que dificulta a importação do seu produto;
  • Uma nova empresa surgiu no mercado e ela oferece os mesmos serviços que você.

Uma empresa pode identificar todos esses aspectos por meio de pesquisas de mercado, big data, reuniões de brainstorm entre os colaboradores, observação dos processos da concorrência. Há várias possibilidades, depende de qual informação a sua empresa precisa.

Quais os benefícios da análise SWOT?

Você já deve ter entendido por que a análise SWOT não pode ficar de fora do planejamento estratégico da sua empresa. Mas se ainda tem dúvidas sobre as melhorias promovidas pela aplicação desse método de diagnóstico, podemos destacar as principais!

  • Identifica e eliminação dos pontos fracos da sua empresa;
  • Evita perder oportunidades de crescimento;
  • Auxilia a empresa a compreender o mercado;
  • Gera uma lista de insights que podem ser usados no momento mais oportuno.

E então, o que você está esperando para aplicar a análise SWOT agora mesmo na sua empresa? Aproveite e compartilhe este conteúdo nas redes sociais e não deixe esse método cair no esquecimento!

SAP Business One: como melhorar a performance do seu negócio

Quer analisar o desempenho da empresa, simplificar as operações e otimizar os processos? Que tal buscar formas de melhorar o desempenho e conquistar resultados melhores? Não sabe como fazer isso? Então, você precisa conhecer o SAP Business One!

Esse software é utilizado para soluções de gestão em organizações, já que possibilita que clientes, funcionários e colaboradores estejam integrados no processo, garantindo, dessa maneira, o crescimento, com um bom lucro e a eficiência do negócio.

O SAP Business One é uma solução de ERP — Enterprise Resource Planning — que tem por objetivo reunir todos os dados do negócio em um único sistema. A plataforma SAP possui diversas operações que são essenciais para a gestão, permitindo que se tenha uma visão completa de todas as áreas da empresa, com informações atualizadas.

Interessou-se pelo assunto? Então, conheça mais sobre o SAP Business One e entenda como ele pode auxiliar no desenvolvimento de seu negócio, além de suas funcionalidades e seus benefícios!

Pensando em usar o SAP Business One? Veja como ele pode ajudar no desenvolvimento do negócio

O SAP Business One é um software que foi desenvolvido para qualquer tipo de empresa — grandes, médias ou pequenas. Porém, a dúvida de muitos gestores é como esse ERP pode auxiliar nas funções da companhia, que acabam sendo prejudicadas, pois se deixa de adotar esse sistema.

Mas essa situação pode mudar: conheça mais sobre o SAP Business One e veja como ele pode ajudar no desenvolvimento de sua empresa!

Como o SAP Business One funciona?

Esse software pode atuar sozinho ou se misturar com aplicativos de terceiros que já são utilizados pelas organizações, integrando todos os dados do negócio. Vale ressaltar que, apesar de suas inúmeras funcionalidades, esse não é um sistema complexo, que exige profissionais treinados.

Muito pelo contrário: o SAP Business One possui uma interface baseada em navegador em sua última versão, facilitando a navegação. O usuário pode ter uma visão completa dos dados, além da possibilidade de alternar menus de acordo com as necessidades.

Qual o valor do SAP Business One e seu tempo de implementação?

Com todas as funcionalidades que esse sistema oferece para a empresa, o valor do investimento vale a pena, já que o retorno é garantido. O custo exato varia de acordo com a instituição, já que o cálculo é feito com base no número de usuários e módulos a serem implantados — falaremos sobre os módulos em outro tópico.

O tempo de implantação desse software é outro fator que apresenta variações (a média oscila entre 3 e 6 meses). Para que se tenha uma estimativa mais precisa, é necessário realizar uma análise, levando-se em consideração o número de usuários, os módulos e os processos internos, entre outros fatores.

A implementação do sistema possui 5 fases:

  • a 1ª fase é a de instalação, que será feita por meio da internet, já que é uma solução em nuvem. A instalação varia de acordo com a opção de compra escolhida;
  • a 2ª fase é destinada ao entendimento da empresa, focando em seu funcionamento, colaboradores e objetivos. Dessa maneira, é possível analisar quais alterações devem ser feitas para adequar o sistema às necessidades da organização;
  • na 3ª fase, o software já está pronto para uso, com todas as configurações já realizadas;
  • a 4ª fase é destinada ao treinamento dos usuários. Apesar de ser um sistema simples, é importante que se tenha conhecimento de suas funcionalidades, para que elas possam ser utilizadas com total eficiência;
  • na última fase, é agendada o início produtivo do sistema, para que a empresa possa começar a utilizá-lo sem qualquer problema, já que ele está configurado para suas necessidades e os usuários já estão aptos para usá-lo.

Quais os diferenciais do software?

O primeiro diferencial é a capacidade de personalizar o sistema padrão de acordo com o tipo de empresa e suas necessidades. Também é possível implementar módulos que não estão presentes no software original, com o intuito de atender a todas as demandas da organização.

O SAP Business One também atende a todas as necessidades fiscais brasileiras, evitando que a companhia tenha problemas legais futuramente. As licenças desse software não são adquiridas diretamente com a SAP, mas com empresas que são certificadas para a comercialização e o suporte.

O SAP Business One é uma solução em nuvem, que permite maior flexibilidade ao sistema e aos usuários, garantindo que sua gestão seja fácil, viável e com poucos riscos.

Por último, um grande diferencial é a possibilidade de gerenciar mais de uma empresa com um único sistema. O SAP Business One é uma solução multifilial, multiempresa, multimoeda e multiestoque, o que permite uma gestão de dados completa e integrada.

Importância e motivos para usar SAP

O SAP Business One é um software que torna os processos da empresa mais eficientes, com a automatização de tarefas (como finanças e gestão de cadeia de suprimentos).

A administração de forma integrada permite a redução significativa de falhas, já que informações precisas são transmitidas para todas as áreas, permitindo que se tenha uma tomada de decisão mais assertiva.

Como os diferentes setores possuem dificuldades de comunicação, especialmente pelas diferentes funções desempenhadas, o fluxo de dados acaba sendo ineficiente, o que leva a erros que podem comprometer o desempenho da organização.

Além disso, esses problemas podem acarretar a perda de clientes, pois, como a comunicação não é eficiente, pedidos e processos deixam de ser controlados.

Com o SAP Business One, porém, a realidade é outra: como as informações são integradas, gerenciar o estoque, as tarefas de produção e os clientes se torna uma atividade simples. Isso evita que erros primários sejam cometidos e acarretem problemas maiores.

Além disso, o software fornece um histórico detalhado de cada cliente, permitindo que o empreendedor tenha subsídios para estabelecer um relacionamento mais próximo com ele, já que conhece as necessidades e as preferências de cada um.

Por último, é importante ressaltar a segurança do software SAP: como se trata de um sistema em nuvem, as informações não podem ser acessadas por qualquer usuário, mas somente por aqueles que são autorizados.

Recursos do SAP Business One

  1. Gestão integrada de custos: solução de processos financeiros e contábeis, para integrar todos os custos da organização.
  2. Gestão de relacionamento com o cliente: o software possui um Customer Relationship Management (CRM) completo, facilitando o relacionamento com o cliente.
  3. Mobilidade: como se trata de um sistema em nuvem, pode ser acessado de qualquer local, permitindo que as informações sejam constantemente atualizadas.
  4. Gestão integrada de serviços: como todas as informações são integradas, a gestão de contratos é feita de maneira efetiva, com detalhamento dos itens. O software possibilita, ainda, a descrição de cada serviço, com o histórico dos clientes.
  5. Business Intelligence: os relatórios são integrados, auxiliando na tomada de decisão.
  6. Acesso instantâneo: as informações podem ser acessadas em tempo real, evitando erros por falta de comunicação.

Módulos que compõem o sistema

O SAP Business One oferece total transparência, com gestão integrada, controle das atividades empresariais e dinamicidade nas operações. Como o software capta todas as informações, o gerenciamento ocorre em tempo real, já que pode ser acessado de qualquer local, sendo uma solução flexível.

Para que possa integrar todas as áreas da empresa, o SAP Business One possui módulos, os quais o usuário poderá configurar e, assim, usar somente aqueles que agregam valor à empresa. Conheça alguns dos módulos e entenda como eles funcionam:

1. Finanças e contabilidade

O software possui um conjunto de ferramentas que auxiliam na gestão de operações financeiras, integrando-as de maneira simples e fácil de visualizar. As tarefas cotidianas de contabilidade são automatizadas, permitindo que todas as operações bancárias sejam realizadas sem erros ou falta de dados.

Além disso, o gerenciamento do fluxo de caixa é otimizado, com o acompanhamento de orçamentos, a manutenção do livro contábil, cálculos de impostos e comparação de dados reais e atuais, para que o usuário possa compreender qual a real situação da empresa em um dado momento.

O módulo de contabilidade e finanças abrange diversas funcionalidades nessa área, como controle, relatórios e análises financeiras, reconciliação e operações bancárias, entre outras.

2. Gestão de clientes e vendas

Como já dissemos, o cliente é a prioridade de qualquer empresa, seja para fidelização ou conquista de um novo público. Porém, para estreitar o relacionamento com o consumidor, a empresa precisa ter o máximo possível de detalhes sobre ele, para que seja possível atender às suas necessidades.

Com o SAP Business One, a organização pode agregar o histórico de cada cliente, gerenciando o ciclo de vida e todo o processo de vendas. É possível monitorar desde o contato inicial até o pós-venda.

Assim, o usuário terá uma visão completa de todos os consumidores, sejam eles atuais ou potenciais, para que possa compreender suas preferências e, dessa maneira, direcionar esforços para atendê-las.

As funcionalidades da gestão de vendas e clientes incluem gerenciamento de vendas e oportunidades, de campanhas de marketing e de clientes, além da administração de serviços, dos relatórios e das análises, entre outras.

3. Compras e operações

Todas as empresas precisam de estratégias para fazer o gerenciamento do processo de aquisição dos produtos. Porém, como são inúmeras as atividades, muitas vezes os pedidos acabam sendo realizados erroneamente, o que acarreta perdas materiais e financeiras.

Porém, é possível fazer a gestão do ciclo completo de pedidos com o SAP, desde o processo de aquisição até a compra e o pagamento ao fornecedor. As ferramentas geram relatórios integrados, para que se possa comparar os preços entre fornecedores, identificando oportunidades de economia e melhores negociações.

Entre as funcionalidades desse módulo, podemos citar: aquisição, integração de informações contábeis, gestão de dados financeiros e relatórios atualizados.

4. Estoque e distribuição

O estoque é outra área que merece atenção especial, afinal ele pode ser a fonte de custos elevados caso não seja administrado corretamente. Com o software de solução integrada, as informações sobre o estoque são precisas e atualizadas, incluindo recebimentos e entregas diárias.

Com o SAP, é possível avaliar o estoque de cada item separadamente, além de fazer o cálculo do custo padrão, usando métodos que estão disponíveis no próprio sistema. Além disso, você pode atualizar o estoque em tempo real, evitando pedidos desnecessários ou uma quantidade de materiais insuficiente, o que gera perdas significativas da produção.

Entre as funcionalidades do módulo de estoque e distribuição, podemos citar a gestão de depósitos, o controle de entrada e saída de produtos, o planejamento de produção e material e os relatórios atualizados.

4. Relatórios

Esse módulo utiliza ferramentas analíticas para a criação de relatórios, com dados de diversas fontes, para que as informações fornecidas sejam precisas e adequadas, abrangendo toda a empresa.

O SAP Business One pode utilizar a computação in-memory para analisar os dados, usando informações reais e atualizadas para gerar relatórios de produtividade que auxiliam no processo de tomada de decisão.

Esses documentos podem ser adaptados para atender a requerimentos específicos, como indicar parâmetros de determinado processo, além de controlar as informações exibidas. Entre as funcionalidades do módulo de relatórios e administração, podemos citar o acesso aos dados de diversas fontes, as análises dinâmicas e o uso de ferramentas intuitivas.

Como o SAP Business One é uma solução única para empresas, seus módulos podem variar de acordo com as atividades de cada organização. Os que citamos acima são somente alguns dos principais, porém existem muitos outros (como CRM, assistência técnica e recursos humanos).

Como o SAP Business One influencia a empresa

Agora que você já sabe o que é o SAP Business One e como se dá seu funcionamento, é importante compreender como ele afetará o desempenho de sua empresa.

Com as informações integradas, o processo de tomada de decisão se torna rápido e eficiente, já que o acesso às informações é completo e atualizado. A companhia não precisa mais utilizar diversas planilhas desconexas, com informações desatualizadas e dados insuficientes.

Com o SAP, as informações estão sempre atualizadas, permitindo uma transparência nos relatórios sobre o desempenho do negocio e informações seguras, que serão usadas em processos decisórios.

Mas não é só isso: o software pode, ainda, ajudar no desenvolvimento da empresa por diversas características. Conheça algumas delas:

1. Facilidade na comunicação

A comunicação com o SAP Business One é realizada de maneira direta, já que todas as informações estão integradas e podem ser acessadas em tempo real. Assim, diferentes áreas se conectam de forma automática, evitando problemas e retrabalhos oriundos de falhas na transmissão das informações.

2. Mobilidade

Como já dissemos, o SAP Business One é um sistema em nuvem, permitindo que o acesso se dê com o uso de aplicativos, de qualquer local. Assim, os usuários podem acompanhar as operações em tempo real, sem a necessidade de permanecer em um ponto fixo ou estar na empresa para conseguir acessar as informações.

3. Informações centralizadas

Com o SAP, todos os dados são centralizados em um único sistema, sem que seja preciso buscá-los em diferentes pastas ou, até mesmo, se deslocar para outras áreas para ter acesso a eles.

Esse é um fator que auxilia na tomada de decisões, especialmente quando diz respeito ao relacionamento com o cliente. Isso porque, como é possível ter acesso ao histórico de cada um, obtém-se insights em tempo real.

4. Aumento da produtividade

Como todos os usuários têm acesso ao mesmo sistema, os processos podem ser automatizados, com uma transmissão rápida de dados entre as áreas, para que a tomada de decisão seja eficiente.

Assim, a produtividade aumenta, já que erros e retrabalhos são eliminados; por outro lado, as despesas são reduzidas. Como resultado, portanto, são observados gastos menores e lucros maiores.

Além disso, a tecnologia flexível desse sistema proporciona uma maior facilidade de adaptação às empresas, que migram suas necessidades de acordo com a evolução e as preferências dos clientes.

Benefícios do uso em PME’s

Apesar de ser um software desenvolvido para qualquer tipo de empresa, o SAP Business One é indicado principalmente para pequenos e médios empreendimentos, já que uma solução de ERP é um fator crucial para o crescimento da organização, auxiliando na tomada de decisão, especialmente as mais críticas.

Então, pra fechar com chave de ouro, vamos te apresentar alguns dos benefícios do SAP Business One para PME’s, para que não reste nenhuma dúvida sobre a funcionalidade e a importância desse sistema. Vamos lá?

1. Simplicidade no uso

Muitos usuários têm certo receio quanto ao uso do SAP Business One. Afinal, esse é um software para gestão integrada e completa de toda a organização, portanto deve possuir inúmeras funções, necessitando de uma equipe treinada para utilizá-lo.

Mas isso é somente uma lenda: o Business One é uma ferramenta fácil de ser utilizada, que se adapta ao tipo de empresa. Assim, ele somente possui as ferramentas que serão úteis para determinada companhia, o que facilita seu uso.

Além disso, no momento da instalação, é realizado um treinamento com os usuários, para que eles compreendam todas as funcionalidades do software e as utilizem da melhor maneira possível.

2. Melhores oportunidades de vendas

O software oferece recursos essenciais para gerir de maneira correta e eficiente as vendas, com um histórico detalhado de cada cliente.

Além disso, permite que os usuários tenham acesso completo às informações sobre o estoque e as receitas da empresa, evitando que sejam adquiridos materiais desnecessários ou com um preço mais elevado.

3. Acompanhamento da volatilidade do mercado

Como você já sabe, é possível ajustar as funções originais do SAP Business One para que as funcionalidades desse sistema atendam aos anseios da empresa.

Assim, de acordo com o crescimento da organização, o aplicativo pode ser adaptado, sempre acompanhando as mudanças do mercado. Além disso, ele pode ser integrado a outros sistemas e softwares que já eram utilizados anteriormente pela companhia, evitando a necessidade de migrar informações e correr o risco de perdê-las.

4. Suporte remoto

O SAP Business One oferece uma plataforma de suporte remoto. Isso simplifica os processos de manutenção e evita que problemas no software afetem o desempenho da empresa.

A plataforma permite que sejam identificados os gargalos, coletando informações sobre o desenvolvimento do sistema e comparando-as aos problemas que já são conhecidos. Ela oferece, ainda, backups constantes do banco de dados, evitando que as informações sejam perdidas, além de avaliações e verificações de desempenho.

Com o estudo dos gargalos, é possível minimizá-los e entender por que ocorrem, para, então, tomar providências para que sejam eliminados e não ocorram mais.

5. Foco no objetivo

Até mesmo as pequenas e médias empresas podem perder o foco, especialmente quando lidam com muitos detalhes operacionais de maneira desordenada e confusa. Também é fácil fugir do foco quando as informações estão em locais diferentes, despendendo um tempo para encontrá-las e retardando as ações, resultando em processos lentos e clientes insatisfeitos.

Porém, com o SAP Business One, a realidade se torna outra. É possível ter uma visão dinâmica da organização, o que agiliza os processos e permite maior clareza nas informações, além de eliminar o gap existente entre a estratégia e a execução.

6. Estratégia

A estratégia do SAP Business One é global para médias e pequenas empresas, com o intuito de entregar ao mercado soluções específicas e desenhadas para as necessidades da organização.

Essa estratégia é alimentada por feedbacks de mercado e de companhias parceiras, para que o software possa ser melhorado constantemente e auxilie as empresas a atingir mais clientes.

Além disso, são ofertadas soluções para áreas diversas, que variam de acordo com o campo de atuação da instituição. Algumas delas são: econômicas, rentáveis, de alta qualidade, prontas para serem utilizadas e específicas para o setor de mercado.

Percebeu como o SAP Business One é uma ferramenta crucial para o desempenho eficiente do seu negócio? Além de ser uma solução única para a gestão integrada das organizações, o sistema permite que se faça uma administração em conjunto de setores diversas, como vendas, finanças, relacionamento com o cliente e operações.

Ele também aumenta a produtividade e permite um crescimento rentável, já que o processo de tomada de decisão é eficiente, com o uso de informações corretas e atualizadas.

Agora que você já conhece o SAP Business One e seus benefícios para a empresa, que tal entrar em contato com a gente para saber um pouco mais sobre os softwares de gestão para PME’s com tecnologia SAP? Estamos te aguardando!

SOFTWARE CRM EM CONSTRUTORA: POR QUE VOCÊ DEVE TER UM?

Lidar com o elevado volume de informações e a alta competitividade do mercado tem sido um grande desafio para as empresas, inclusive aquelas que não produzem bens de maneira direta, como as construtoras. Contudo, esse é um problema que tem solução: por meio do uso de um software CRM.

Essa é uma ferramenta que permite uma gestão imobiliária eficiente, com diversas soluções para construtoras, auxiliando no desenvolvimento de uma estratégia comercial adequada para cada cliente.

Porém, porque devo me preocupar com o software CRM? Como ele pode ser benéfico para minha construtora? Quer saber qual a resposta para essas perguntas? Então, não perca mais tempo e comece já sua leitura!

O que é um software CRM?

O Customer Relationship Management ou software de gestão de relacionamento com o cliente é uma ferramenta para estratégia de vendas com enfoque total no cliente.

Apesar de ser uma prática antiga nos mais diversos tipos de empresas, inclusive em construtoras, o relacionamento focado no cliente se tornou uma prioridade no mercado cada vez mais competitivo e amplo.

Imagine que uma negociação não tenha resultado satisfatório pela falta de informações ou, até mesmo, por deficiência na busca pelo imóvel. A credibilidade de sua empresa não seria das melhores, concorda?

Por isso, o software CRM é um software de gestão tão crucial para construtoras. Com ele, o usuário pode acessar o banco de dados e executar diversos processos de maneira integrada, contribuindo, portanto, para o sucesso da negociação.

Vale ressaltar que esse é um sistema em nuvem, ou seja, todas as informações são armazenadas em um banco de dados, com total segurança — o acesso é permitido somente às pessoas autorizadas, mantendo a privacidade dos clientes.

Por que usar o software CRM em construtoras?

Você saberia dizer qual é o fator crucial para que uma venda seja bem-sucedida? Nós te ajudamos nessa resposta: a abordagem comercial.

Isso nada mais é do que uma prática de venda saudável, com foco na satisfação do cliente.

Porém, muitas vezes, essa tarefa se torna um pouco complicada, já que são inúmeros imóveis, para um número ainda maior de clientes, o que dificulta a execução correta dos procedimentos da construtora.

É aí que entra o CRM: essa ferramenta de estratégia permite uma gestão eficiente dos clientes, mantendo o foco da construtora em conhecer detalhadamente cada um deles.

Imagine como seria trabalhoso para uma empresa consultar cada um dos imóveis e verificar qual deles mais se adéqua as preferências de determinado cliente. Ou, ainda, encontrar o imóvel correto, mas ter que procurar em uma planilha ou agenda o contato do cliente que o solicitou.

Além de ser uma tarefa que despenderia muito trabalho, o tempo gasto para encontrar cada imóvel ou cliente seria enorme, reduzindo a eficiência dos processos.

Porém, com o software CRM esse cenário se transforma: todas as informações sobre clientes e imóveis são armazenados em nuvem, podendo ser acessadas a qualquer momento e local.

Além disso, o cruzamento dos dados é realizado pelo próprio software, que o faz em tempo real, de maneira rápida e eficiente.

Dessa maneira, a gestão de relacionamento com o cliente passa a ser uma tarefa automatizada, permitindo uma tomada de decisão lógica, baseada nas informações armazenadas no CRM.

Quais as vantagens do uso do CRM?

Agora que você já sabe como usar o software CRM em uma construtora, é o momento de conhecer alguns benefícios dessa ferramenta e entender porque ela é uma ótima solução. Vamos lá

1. Melhor gestão de clientes

Como já dissemos, o objetivo principal de uma organização, como uma construtora, é o cliente. Por isso, voltar a gestão para garantir o melhor serviço para eles deve ser o coração da empresa.

Porém, muitas vezes, acaba se tornando uma tarefa difícil administrar toda a carteira de clientes em uma construtora, já que eles são inúmeros, com diferentes necessidades.

Então que tal contar com a ajuda do CRM? Com esse software é possível ter acesso detalhado aos clientes, com uma busca rápida e eficiente, sem a necessidade de longas pesquisas em papéis.

Assim, o profissional consegue ter acesso diretamente ao que procura, obtendo todas as informações necessárias — como necessidades e preferências do cliente, além dos seus objetivos de compra.

Isso transforma a sinergia empresarial e a maneira de se relacionar, já que você entregará ao cliente exatamente o que ele deseja, sem ficar andando em círculos até tentar encontrar aquilo que está mais perto do que ele buscava.

2. Otimização do trabalho

Além de um bom relacionamento com o cliente, oferecer um trabalho de qualidade é um diferencial para empresas que desejam se destacar no mercado.

Como não é mais necessário perder tempo pesquisando inúmeras informações, já que a busca é imediata, o trabalho é mais eficiente.

Com um extenso banco de dados, o software CRM armazena as informações valiosas sobre o perfil dos clientes, permitindo que elas sejam acessadas de qualquer lugar.

Imagine que você encontrou o imóvel que determinado cliente buscava, mas não se recorda quem é, então, o que fazer? Com o CRM você pode usar o filtro para fazer a busca por informações específicas, atendendo assim os pedidos com agilidade, independe do local onde estiver.

3. Qualidade na organização

Organizar as atividades em papel é uma tarefa complicada em construtoras, já que são inúmeros afazeres, em diversas áreas. Além disso, esse método acaba causando confusão, pois as tarefas ficam acumuladas, dificultando a sua compreensão.

Mas com o CRM o cenário muda: além de um banco de dados com todas as informações dos clientes e imóveis, é possível organizar as atividades, eliminando a necessidade de verificar regularmente quais são as próximas tarefas.

O software avisa ao usuário qual será a próxima atividade a ser realizada, permitindo que ele se organize, reduzindo os atrasos e falhas causadas pela ineficiência na gestão de desempenho.

E não é só isso: o CRM também é um ótimo aliado quando o assunto é comunicação. Como o usuário possui acesso a informações detalhadas sobre os clientes, ele sabe exatamente suas preferências, adotando a abordagem correta.

Assim, ele poderá se preparar para cada atividade, reunindo inclusive tarefas semelhantes — como, por exemplo, agrupar clientes com as mesmas necessidades para fazer uma apresentação, otimizando o tempo, que poderá ser utilizado para outras atividades.

Percebeu como o software CRM é uma ferramenta extremamente importante para construtoras? Além de permitir uma melhor organização das tarefas, ela possibilita um relacionamento saudável com o cliente, aumentando as chances de fidelização.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre o software CRM? Que tal estender o assunto? Então saiba quais as diferenças entre ERP e CRM e qual software e mais adequado para sua empresa!

CONTROLE PATRIMONIAL: COMO FAZER DE FORMA EFICIENTE E RÁPIDA?

Muitos empresários têm dificuldades em gerenciar todos os processos de uma empresa, principalmente, em relação ao controle patrimonial. Controlar o todo o patrimônio de um negócio não é uma tarefa tão simples, exige-se muito foco e responsabilidade para realizar esse procedimento.

Os bens de uma empresa, em conjunto, representam um valor bem significativo. É por isso que a adoção de uma boa prática para controlar esses bens se torna fundamental. Além de preciso, o controle patrimonial precisa ser confiável e transparente, de acordo com as boas práticas do mercado.

Pensando em te ajudar, separamos neste artigo algumas dicas de como fazer de uma forma eficiente e rápida, o controle patrimonial da sua empresa. Quer saber mais? Continue lendo e confira!

Como fazer o controle patrimonial da empresa?

Os bens que compõem o controle patrimonial de uma empresa, também são chamados de Ativos Imobilizados. Eles fazem parte da produção, ou então, do setor administrativo, por exemplo: computadores veículos, móveis, máquinas etc.

Por meio do controle patrimonial, você vai conseguir fazer uma contabilização referente à depreciação dos seus ativos imobilizados, se não há desvios de patrimônio dentro da empresa, se existem desperdícios que podem ser diminuídos etc.

A utilização de um software pode auxiliar — e muito! — todo esse processo. Pois, por meio dele será possível ter um controle total de todos os processos, de uma maneira otimizada.

Para te ajudar nessa tarefa, separamos abaixo algumas dicas valiosas de como fazer o seu controle patrimonial, a fim de garantir o crescimento sadio da empresa. Acompanhe!

Faça uma classificação correta das contas no balanço patrimonial

O balanço patrimonial é importante para determinar qual é o real e atual patrimônio da empresa. Ele vai, simplesmente, realizar o levantamento de todos os passivos e ativos que o seu negócio possui, para depois confrontá-los.

Ele pode levar um bom tempo para ser concluído, pois reunir todos os dados de uma empresa exige muita cautela e atenção, visto que essa é uma tarefa muito séria e complicada.

No seu balanço deve constar:

  • ativos circulantes: são todos aqueles itens que podem te proporcionar um retorno financeiro mais rápido. Por exemplo: venda de mercadorias;
  • ativos não circulantes: são os investimentos, maquinários, imóveis, equipamentos etc;
  • passivos circulantes: são os pagamentos referente aos fornecedores, funcionários, impostos, entre outros;
  • passivos não circulantes: são todos as obrigações financeiras a longo prazo, que a empresa possui;
  • patrimônio líquido: são os valores que representam o capital da empresa, ou seja, a diferença entre os valores dos ativos e passivos.

Utilize placas de identificação

A utilização das placas de identificação servem não só para otimizar o controle patrimonial, mas também para mensurar a depreciação do bem, verificar o número de manutenções, movimentações internas e também facilitam as informações, caso ocorra alguma auditoria, por exemplo.

As placas auxiliam também na identificação de furtos ou desvios de bens da empresa. Mesmo que os casos sejam raros, ao longo dos anos, os pequenos desvios podem fazer uma grande diferença no patrimônio, acarretando em grandes prejuízos.

As placas podem vir acompanhadas de um código de barras ou de um número de série, tudo vai depender das necessidades da empresa. Mas, o importante que você tenha um controle rigoroso sobre esses bens.

Faça uma atualização anual do controle

É imprescindível que uma atualização do seu controle patrimonial seja feita, pelo menos, anualmente. Revisar e atualizar a vida útil, a depreciação e o valor residual dos seus ativos é fundamental que a empresa cresça bem estruturada.

Essa atualização também deve ser feita junto ao seu balanço patrimonial. Somente assim, você saberá qual é a real situação do seu negócio. Por meio dela, você vai conseguir identificar se é necessário realizar novos investimentos, quais mercadorias estão estagnadas e dando prejuízo, entre outros fatores.

Caso seja de sua preferência, o prazo para a realização dessa atualização pode ser diminuído e então, fazê-la de forma mensal, trimestral etc.

Crie um manual de normas e procedimentos

Para manter o melhor desenvolvimento das atividades dentro da empresa, o ideal é que seja elaborado um manual de normas e procedimentos. Nele deverá constar todos os processos necessários para a organização do controle patrimonial.

Porém, é de suma importância que esse manual venha ser colocado em prática. Garanta que seus colaboradores entenderam o objetivo do mesmo, e verifique se todos estão fazendo a sua parte.

Desta forma, eles terão rotinas para garantir uma boa compra, aprovação, identificação e, responsabilidade dos bens, evitando compras desnecessários ou manutenções fora de hora, por exemplo.

Quais as vantagens do controle patrimonial?

Para manter uma empresa com um bom desenvolvimento é preciso conhecer o mercado, entender sobre economia e manter as finanças e bens da empresa sempre em ordem. Portanto, ter um controle patrimonial bem organizado, traz inúmeras vantagens para o seu negócio, tais como:

  • permite identificar quais são as necessidades reais da empresa, possibilitando a realização de novos investimentos mais precisos, os quais você terá certeza de que beneficiará o seu negócio;
  • permite a realização de uma gestão mais rigorosa, facilitando o controle dos ativos imobilizados;
  • permite o acesso a dados reais, os quais podem auxiliar na elaboração de um planejamento financeiro eficiente;
  • reduz a depreciação dos bens e, consequentemente, os gastos.

Qual é a importância de um controle patrimonial bem executado?

Muitos gestores ainda não entenderam a importância que o controle patrimonial têm dentro de uma empresa, eles enxergam o controle como um custo alto e que sua função é de, apenas, cumprir as exigências legais de um negócio. Mas, na verdade, são é só para isso que ele serve.

O controle patrimonial é um item crucial para melhorar a estrutura do seu empreendimento. Por meio dele, você consegue:

  • otimizar seu processo de compras, diminuindo os desperdícios;
  • sua empresa estará preparada para passar por auditorias, sejam elas internas ou externas;
  • ter facilidade para comprovar a veracidade das suas informações financeiras;
  • diminuir o índice de desvios dentro da empresa etc.

Como você pode perceber, o controle patrimonial vai muito além de uma exigência burocrática. Ele é um dos fatores fundamentais para garantir o crescimento constante da sua empresa, de uma maneira sadia. Portanto, se você ainda não realiza esse controle, saiba que sua empresa está tendo muitos prejuízos, os quais somente serão eliminados a partir do momento que você começar a realizar um controle eficiente do seu patrimônio.

Fazer um controle patrimonial não é tão simples, mas também não é impossível, não é mesmo? Se você gostou desse artigo e quer ter acesso a mais conteúdos relevantes como este, assine agora a nossa newsletter e receba todas as nossas novidades no seu e-mail.

VEJA 7 TECNOLOGIAS QUE ESTÃO MUDANDO A ÁREA DA SAÚDE

Toda nova tecnologia é bem-vinda em qualquer ramo, mas, na área da saúde, ela representa um avanço que melhora a qualidade de vida dos pacientes de incontáveis maneiras, incluindo uma maior sobrevida e acesso a tratamentos mais rápidos e indolores.

As novas tecnologias também trazem várias vantagens para o dia a dia de trabalho dos profissionais de saúde. Continue lendo e confira quais são elas!

1. Aplicativos para área da saúde

Os aplicativos também chegaram ao mundo da saúde, beneficiando profissionais e pacientes, por garantirem agilidade e segurança para chegar a um diagnóstico.

Figure 1, por exemplo, é um App que possibilita que vários profissionais de saúde compartilhem fotos para discutirem casos de pacientes. Ele ficou conhecido como “o Instagram da saúde” e está disponível para iOS e Android.

Outros aplicativos foram citados em uma matéria da revista Veja com os melhores aplicativos de saúde, todos disponíveis para iOS e Android.

Um deles é o Docway, um aplicativo que conecta médico (ou serviços como exames) e paciente para um atendimento domiciliar. O valor da consulta aparece no aplicativo, e é também por meio dele que o pagamento é realizado.

Já o Tá na Mão, criado pelo Programa Municipal de DST/AIDS, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, traz a possibilidade de calcular o risco de contrair o vírus HIV, segundo as características da relação sexual.

Ele ainda traz informações sobre como se prevenir da doença e mostra onde fazer o teste para detectar a doença, garantir pronto acesso às medidas profiláticas pós-exposição e retirar preservativos.

Instante Heart Rate é utilizado para registrar os batimentos cardíacos com um simples toque da ponta do dedo no smartphone. Ele tem boa aprovação por ter uma das melhores precisões entre os aplicativos semelhantes.

Com ele, também é possível monitorar a frequência cardíaca antes, durante e depois do treino, um grande diferencial para os praticantes de esportes.

Por fim, o GlicoCare, desenvolvido para os diabéticos e seus médicos, facilita o controle e acompanhamento da doença. Uma de suas funções é o “diário glicêmico”, usado para fazer as medições da glicose no sangue. Outra é o ‘diário alimentar’, com informações simplificadas sobre o valor calórico e as quantidades de carboidratos dos alimentos.

Ele tem ainda outras funções, como diário de utilização de medicamentos e de atividades físicas.

2. Impressoras 3D com diversas aplicações na medicina

A importância da impressão 3D na saúde já vem sendo comprovada, principalmente na ortopedia. Com ela, é possível imprimir desde cartilagens a ossos de vértebras e próteses de membros como braços e pernas. Uma das vantagens desse tipo de impressão é o baixo custo em comparação com outras técnicas. Um exemplo é o menino que ganhou uma prótese 114 vezes mais em conta que similares, segundo matéria publicada no TechTimes.

Outro exemplo, totalmente nacional, que ficou conhecido mundialmente na Copa do Mundo de 2014, é o paciente que, usando uma prótese, deu o primeiro chute na bola, abrindo o mundial. O feito foi possível graças a uma tecnologia desenvolvida pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.

Em 2015, foi criado o primeiro remédio feito em impressora 3D. Seu diferencial é a maior porosidade do comprimido, facilitando sua dissolução. O medicamento se chama Spritam (levetiracetam), é produzido pela empresa farmacêutica americana Aprecia e é usado para tratar as convulsões da epilepsia.

Mas não é só isso: essas impressoras ainda podem imprimir células-tronco embrionárias, tecidos do coração, vasos sanguíneos e células utilizadas para estudar o câncer.

3. Teste para bactérias multirresistentes

FluoroType MTBDR é um teste para diagnosticar resistência a antibióticos em apenas três horas. Ele também identifica os patógenos da tuberculose diretamente de amostras dos pacientes, além dos agentes patogênicos resistentes aos principais antibióticos que tratam a doença, permitindo um reajuste ao tratamento.

Cabe salientar que o método tradicional de detecção de resistência a antibióticos leva semanas para apontar um resultado. A alta tecnologia desse novo método agiliza e simplifica os exames e permite uma produção de até 96 amostras.

A tecnologia foi criada na Brandeis University, nos Estados Unidos, e então desenvolvida como um teste de diagnóstico in vitro pela Hain Lifescience BmbH. A invenção foi apresentada em março de 2017, para vários especialistas, incluindo representantes da OMS.

4. Caneta que detecta problemas cerebrais

Essa invenção parece ter saído de um filme do 007, mas foi desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. Trata-se de uma caneta que detecta problemas no cérebro, como Alzheimer e Parkinson, muito precocemente.

O equipamento, que poderá atuar no tratamento dessas e outras doenças, ainda está em fase de testes e não há data para que chegue ao mercado.

5. Nanorrobôs que diagnosticam doenças no sangue

Com eles, será possível detectar precocemente doenças, como o câncer, pelo sangue. O projeto está sendo desenvolvido pelo Google e pretende trazer ao mercado comprimidos que, ao serem ingeridos, liberam nanopartículas na corrente sanguínea, as quais identificarão as doenças.

6. Dispositivo que acaba com testes em animais

Testar novos medicamentos em animais é uma prática que é condenada mais e mais a cada dia. E uma invenção que promete acabar com o sofrimento dos animais está prestes a chegar.

Trata-se de um bloco transparente desenvolvido na Universidade de Harvard pelo Wyss Institute, e ele pode substituir os animais no desenvolvimento de novos medicamentos.

dispositivo é forrado com células humanas vivas e simula movimentos mecânicos dos órgãos e também a estrutura dos tecidos do corpo. Ele é pequeno e incolor, por isso, é possível ver, em seu interior, tubos minúsculos por onde passam fluidos de ar fazendo o equipamento funcionar.

7. Chip que substitui injeções e ingestão de medicamentos

Parece algo futurístico, mas, na verdade, é o futuro que já chegou. Um chip criado pela empresa Microchips Biotech pode ser implantando no corpo e veio para substituir a administração frequente de medicamentos.

É uma praticidade e tanto para os pacientes que dependem de doses diárias de remédios. Essa inovação contém inúmeras doses de medicamentos que são liberadas no organismo na quantidade certa e na hora exata.

Eles podem ser controlados remotamente e resolvem o problema de quem esquece de tomar seus remédios (como vários idosos, por exemplo) e de quem precisa utilizar vários medicamentos.

A tecnologia ainda não está sendo comercializada devido a questões envolvendo a agência que regula medicamentos nos Estados Unidos.

Outra inovação que está melhorando o trabalho dos profissionais de saúde e o atendimento aos pacientes é a Telemedicina. Preparamos um post inteiro dedicado a ela, confira!

Agora que você já conhece algumas das principais tecnologias aplicadas à área da saúde, siga-nos em nossas redes sociais (FacebookTwitter e Google+) para ver primeiro mais artigos como este!

Internet das coisas: como isso afeta seu negócio

Entre as principais tendências de TI dos últimos anos, a Internet das Coisas destaca-se pelo seu potencial de gerar inovação e eficiência no ambiente corporativo. Ela pode ser integrada a diferentes negócios, gerando maior competitividade e capacidade analítica para empreendimentos. Isso contribui não só para que gestores tenham uma cadeia operacional mais eficaz, mas também um processo de tomada de decisões analítico e dinâmico.

Quer saber mais sobre a Internet das Coisas e como ela impacta a sua empresa? Confira abaixo o nosso post!

O que é a Internet das Coisas?

A Internet das Coisas (ou apenas IoT — Internet of Things) pode ser definida como uma categoria de dispositivos inteligentes que consegue coletar dados do ambiente e trocar informações por meio de conexões sem fio com outros aparelhos ou sistemas digitais. A IoT é uma tendência ampla, que tem ganhado força nos últimos anos e inclui diversos aparelhos.

Esse é o caso de cafeteiras que podem ser acionadas pela internet, termostatos domésticos que ajustam a temperatura automaticamente de acordo com a presença de uma pessoa em um local, relógios inteligentes e até calças que coletam dados sobre atividades físicas.

Tais dispositivos coletam informações continuamente e, com o auxílio de softwares, conseguem converter tais registros para aplicações mais práticos e convergentes. Isso vale tanto para ambientes residenciais quando corporativos.

Como a Internet das Coisas impactará o ambiente corporativo?

A Internet das Coisas promete ser uma revolução nas nossas vidas. Essa tendência começou a ganhar força nos últimos anos e, pouco a pouco, tem demonstrado o seu potencial para usuários comuns e gestores empresariais.

Se no nosso dia a dia a Internet das Coisas representa uma possibilidade de otimizar a rotina por meio de informações úteis e rotinas automatizadas, no ambiente corporativo ela é traduzida como serviços eficazes, uma cadeia operacional mais inteligente e integrada. Além disso, os dados da Internet das Coisas podem se transformar em competitividade por meio de análises de mercado inteligentes e dinâmicas.

Companhias podem adotar a Internet das Coisas para automatizar o seu ambiente de trabalho. O sistema de refrigeração, por exemplo, pode contar com a adição de termostatos inteligentes. Eles coletam informações do ambiente para calcular o melhor ajuste dos ares-condicionados e, assim, reduzir os gastos com energia do negócio.

Pulseiras inteligentes também podem ser implementadas para substituir o sistema de ponto. Assim que o profissional entrar no seu local de trabalho, a sua presença será detectada automaticamente, evitando fraudes e erros na coleta dos horários de entrada e saída de cada pessoa.

Os dados coletados pelos aparelhos da Internet das Coisas também representam uma oportunidade de otimizar a cadeia operacional e conseguir atingir novos mercados. Espalhando sensores dentro do ambiente de trabalho, o gestor consegue avaliar como cada rotina é executada, rastrear erros e identificar com maior precisão o impacto de cada política adotada pelos times internos.

Assim, é possível criar processos eficientes e adequados ao perfil do empreendimento, que atendam aos mais elevados padrões de qualidade do mercado e maximizem a produtividade de cada time.

Tais registros também otimizam a análise de mercado executada por analistas. Redes de lojas, como drogarias e supermercados, podem utilizar sensores para compreender como clientes comportam-se dentro dos seus pontos de venda.

Dessa forma, a companhia consegue otimizar a distribuição de seus produtos, dando mais destaque para as mercadorias com maiores chances de vendas (ou que chamam mais atenção de novos clientes).

Além disso, dados coletados por meio de aplicativos conectados a relógios inteligentes ou por meio de aparelhos de consumidores permitem uma compreensão mais precisa do perfil do público-alvo do empreendimento. Isso facilita a detecção de tendências do mercado e demais fatores que influenciam as vendas do negócio.

Assim, a empresa consegue direcionar os seus serviços de acordo com a demanda do mercado, tornando-se mais competitiva a médio e longo prazo.

Como investir na Internet das Coisas com segurança?

Apesar do seu grande potencial, a Internet das Coisas deve ser adotada com planejamento. A inserção de novos dispositivos na infraestrutura de TI de uma empresa expõe os seus ativos já existentes a novas brechas de segurança.

Portanto, é necessário que o gestor tome cuidado para que nenhum novo equipamento torne-se uma porta de entrada para malwares e riscos de segurança.

Além disso, o máximo retorno sobre o investimento só é obtido quando a empresa faz investimento em soluções adequadas às suas necessidades. Portanto, um dos primeiros passos ao investir na Internet das Coisas é avaliar quais são as soluções que melhor serão integradas aos objetivos do empreendimento de médio e longo prazo.

Ao integrar as soluções ao ambiente corporativo, o gestor precisa adotar medidas simples para impedir que elas se tornem uma vulnerabilidade. A senha de acesso aos painéis de controle, por exemplo, deve sempre ter o máximo de complexidade possível.

Os softwares internos precisam estar sempre atualizados. Assim, a empresa evita que bugs existentes em seus equipamentos sejam utilizados por hackers para invadir ou capturar o aparelho.

Segmente a sua rede. Mantenha o grupo de dispositivos em um grupo de rede separado e, se possível, em uma conexão Wi-Fi própria. Isso evita que invasores utilizem o equipamento de um profissional para obter acesso aos dispositivos da Internet das Coisas.

Por fim, os dados coletados devem ser trabalhados de forma estratégica. Escolha um bom local de armazenamento das informações, que seja seguro e com alta capacidade de controle. Além disso, implemente regras de acesso a tais registros, evitando que pessoas não autorizadas possam visualizar as informações coletadas.

A Internet das Coisas possui um grande potencial para empresas que buscam formas de melhorar as suas estratégias de marketing, atingir novos mercados, tornarem-se mais competitivas e criarem processos operacionais mais inteligentes e inovadores.

Ao longo dos próximos anos, os dispositivos IoT terão uma importância cada vez maior no ambiente corporativo, mudando a forma como realizamos tarefas e tornando a nossa rotina integrada e convergente.

Se você quer saber mais sobre o impacto da Internet das Coisas no seu negócio e receber em primeira mão as postagens do nosso blog, assine a nossa newsletter agora!

Software de gestão: conheça algumas razões para a sua clínica contratar o serviço

Pagar contas, agendar pacientes e controlar o fluxo de funcionários: essas são somente algumas das diversas funções essenciais que devem ser executadas em clínicas. Mas como fazer tudo isso com qualidade? Usando um software de gestão!

Esse sistema se tornou uma realidade não somente para as empresas, mas também para clínicas e laboratórios. É uma ferramenta extremamente importante para gerenciar empreendimentos, pois serve como auxiliar para uma melhor administração, tornando a clínica mais organizada e rentável!

Mas por que trazer um software de gestão para a clínica? Para saber a resposta continue a leitura deste post!

Por que contratar um software de gestão?

Como você já sabe, esse sistema otimiza os procedimentos em setores diversos, inclusive da saúde.

O software de gestão permite que clínicas e hospitais realizem os procedimentos com mais agilidade, resultando no aumento da eficiência — pois os dados podem ser acessados de forma rápida e simples, fazendo uma busca completa pelo histórico do paciente em poucos segundos.

Além disso, há mais segurança no armazenamento e na transmissão de informações, já que são realizados backups constantes do sistema, evitando que os dados sejam perdidos.

Ou seja, com o software de gestão é possível automatizar procedimentos que antes eram realizados somente de forma manual, como o cadastro de pacientes, o agendamento de consultas, a prescrição e o prontuário eletrônicos, tendo como resultado procedimentos mais rápidos e seguros.

Como funciona o processo de contratação desse sistema?

Agora que você já sabe quais são os motivos para contratar um sistema de gestão, vamos explicar como fazer isso!

Apesar de ser um procedimento simples, é importante que o gestor da clínica ou do laboratório tenha alguns cuidados para evitar futuras decepções com o desempenho do software de gestão.

É importante, em primeiro lugar, levar em consideração quais são os principais procedimentos realizados na clínica, como atendimento de pacientes, realização de exames e agendamento de consultas. Isso permite que o gestor possa ter um norte para se guiar durante a escolha do sistema.

Com os objetivos claramente definidos, pode-se iniciar o processo de contratação do software de gestão!

Vale lembrar que a maior parte dessas ferramentas possui funções parecidas, como otimização de tarefas, melhorias no controle de atividades e redução de custos operacionais. Por isso, o que o gestor deve levar em consideração antes de contratar esse sistema são diferenças pontuais, que serão essenciais para o melhor desempenho da clínica.

Caso julgue necessário, é possível utilizar o software por um período de testes, experimentando o sistema e avaliando se ele é compatível com as necessidades da clínica, evitando, dessa maneira, surpresas desagradáveis.

Além disso, é necessário verificar como é a usabilidade do software. Muitos deles apresentam funções complexas, exigindo que se percorra longos caminhos para realizar procedimentos simples. Isso acaba levando à necessidade de um período para capacitação e treinamento dos funcionários.

Mas qual é o problema com os softwares mais sofisticados? Imagine que todos os colaboradores da clínica já tenham realizado o treinamento e estejam aptos a utilizar o software de gestão, mas um funcionário acabou deixando a equipe.

Logo, ao contratar um novo profissional para essa vaga, o gestor deverá realizar um novo treinamento, o que resulta em um tempo extra para que ele aprenda como usar esse sistema, reduzindo sua produtividade.

Por isso, ao contratar essa ferramenta, certifique-se que é um sistema simples e de fácil compreensão, podendo ser utilizado por todos os funcionários sem deixar de atender as necessidades da clínica.

Quais são os benefícios do software de gestão para a clínica?

Ainda não está convencido sobre o uso do software de gestão na sua clínica? Então conheça já alguns benefícios desse sistema!

Otimização dos procedimentos

Já imaginou cadastrar todos os dados do paciente e ter acesso a eles instantaneamente? Ou então verificar a disponibilidade para consultas de maneira dinâmica, sem a necessidade de ficar analisando quais horários já estão ocupados?

É exatamente isso que o software de gestão faz! Com ele é possível otimizar as atividades realizadas na clínica, abandonando de vez o uso do papel.

A agenda passa a ser eletrônica, os prontuários são personalizáveis e oferecem com acesso fácil e rápido a todas as informações do paciente e as consultas podem ser agendadas de maneira instantânea.

E não é só isso: fazer a gestão financeira se torna uma tarefa fácil, já que o sistema organiza todas as informações de maneira intuitiva.

Assim, o profissional poderá acessar todos os dados que necessita, como fluxo de caixa e controle de estoque, sem precisar pesquisar em diversos locais. Isso permite que se tenha uma visão geral sobre a situação financeira da clínica, resultando em decisões coerentes, já que são baseadas em dados concretos.

Segurança das informações

As transmissões de dados feitas pelo software de gestão possuem alta segurança, pois são criptografadas. A ferramenta utiliza o sistema em nuvem para armazenar todas as informações, sendo que elas só podem ser acessadas por pessoas autorizadas.

Além disso, o sistema possibilita gerar resultados automaticamente — ou seja, sem a intervenção do usuário. Os dados são altamente confiáveis, pois levam em consideração somente o histórico do paciente, sem nenhuma intervenção humana.

Redução dos erros

Quando as informações são transmitidas via oral ou escrita, as chances que algum erro ocorra são elevadas — já que muitos dados podem se perder nesse caminho.

Porém, com a automatização dos procedimentos da clínica, as chances que falhas aconteçam são drasticamente reduzidas. Como todos os dados ficam armazenados no sistema, não é necessário consultar um profissional específico para obter informações sobre o paciente, evitando que as informações sejam repassadas erroneamente.

Além disso, esse software é um grande aliado na organização e na gestão de dados da clínica. Todos os departamentos podem ser monitorados, otimizando a transmissão de informações entre eles e reduzindo as chances de falhas nesse procedimento.

Comunicação mais eficiente

Como já dissemos no tópico anterior, com o software de gestão é possível manter todas as áreas da clínica interligadas, otimizando o processo de comunicação entre elas.

Assim não será preciso se deslocar até determinado setor somente para obter uma informação — todos os dados ficam disponíveis no sistema, com acesso imediato e em tempo real.

E não é só isso: a comunicação com o cliente também se torna mais ágil, pois a clínica passa a ter um canal de comunicação.

Dessa forma não é mais preciso ligar e falar com diversos profissionais somente para remarcar uma consulta, por exemplo. O cliente poderá acessar o sistema e verificar todos os seus dados, além de interagir com os funcionários da clínica.

Esse canal de comunicação auxilia ainda os profissionais da clínica, que não perderão horários devido à ausência dos pacientes, reduzindo as lacunas na agenda.

Percebeu como o software de gestão é importante em uma clínica? Então não deixe essa ferramenta de lado e contrate o serviço agora mesmo!

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Extraindo informações: Como usar KPI, BI e Big data

Atualmente, a necessidade por análises de dados, sejam eles estruturados ou não, influenciam nos resultados de qualquer empresa. A utilização de KPIs e do Big Data, aliados ao Business Intelligence (BI), permitem uma melhor compreensão desses dados.

Se você está buscando aumentar a lucratividade de sua empresa, é fundamental que você leia este post. Nele, vamos abordar os conceitos e a importância da sua aplicação na sua empresa. Acompanhe:

Você sabe mesmo o que é Big Data, BI e KPI?

Apesar de serem novos, com certeza você já ouviu falar nesses termos. Principalmente se você é empresário ou gestor de uma empresa.

Mas, antes de falarmos sobre qualquer outra coisa relacionada ao assunto, temos que compreender de forma plena o que é e o que significa cada uma dessas siglas para a sua empresa. Vamos lá?

Big Data

Quando falamos em Big Data, nos referimos ao grande volume de dados que impactam o cotidiano de qualquer empresa. Esses dados podem ser divididos em 2 categorias:

  • estruturados: dados que possuem uma organização e podem ser facilmente recuperados e que identificam diversos pontos sobre uma determinada informação;
  • não-estruturados: dados que não são passíveis de identificação automática (como áudios, vídeos e imagens) devido à complexidade de sua composição e aos diferentes contextos que os permeiam.

Para se trabalhar com Big Data, é preciso compreender os 5 Vs, que são a base para sua implementação em empresas de qualquer ramo. Conheça esse conceito:

  • volume: é necessária a compreensão do volume do universo a ser estudado. Diariamente, são disponibilizadas, em média, 2,5 quintilhões de dados advindos de interações, redes sociais, site, blogs e históricos de consumo, entre tantas outras fontes;
  • variedade: os dados encontrados podem ser de diferentes formatos, possuindo uma variedade absurda de possibilidades. Para o Big Data, deve-se trabalhar com todos esses dados, estruturados ou não, de forma a reduzir o tempo e a minimizar o esforço de sua coleta;
  • velocidade: a velocidade em que os dados são baixados, processados e armazenados é muito alta, reduzindo o tempo de tomada de decisão e gerando vantagem competitiva para a sua empresa (além de outros benefícios que citaremos mais adiante);
  • veracidade: coletar dados que se enquadrem na realidade de sua empresa e que possuam uma fonte confiável é uma grande preocupação ao se trabalhar como Big Data;
  • valor: de nada adianta você ter inúmeras informações se não é possível transformá-las em valor agregado para a sua empresa. É fundamental que exista uma equipe capaz de analisar esses dados e dar sentido a eles.

As vantagens de utilizar o Big Data

Mais importante do que a quantidade de dados que uma empresa analisa é a qualidade que possuem e as ações que a empresa tomar a partir deles.

É exatamente neste ponto, em que começam as vantagens do uso do Big Data:

  • identificação de tendências de consumo dos seus clientes, permitindo a antecipação e o início de sua estratégia no timing certo;
  • captação de insights que trarão o diferencial para a sua empresa, fazendo-a se destacar no mercado e trazendo vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes;
  • profunda compreensão de seu público consumidor, como hábitos, rotina de compra, perfil médio e outras informações que proporcionarão mais assertividade em sua comunicação;
  • adequação de estratégias existentes para aumentar os seus resultados.

Por meio de um trabalho bem realizado com o Big Data, é possível obter estas vantagens, mas é necessário que se defina um objetivo. Caso contrário, você terá apenas um grande volume de dados sem sentido.

Esse sentido é construído através do Data Mining.

O que é o Data Mining

A expressão Data Mining (ou mineração de dados) surgiu em 1990, em comunidades relacionadas a bases de dados.

Ela representa a etapa de análise do processo conhecido como Knowledge Discovery in Databases (KDD), que pode ser traduzido como descoberta de conhecimento em bases de dados e pode ser dividida em 4 etapas básicas:

  • exploração;
  • construção de modelo;
  • definição de padrão;
  • validação e verificação.

Por meio do Data Mining é possível reconhecer padrões de estatística e procurar correlações entre dados, permitindo a aquisição de um conhecimento benéfico para a sua empresa, além de ser uma poderosa ferramenta que potencializa a sua inovação e a sua lucratividade.

O conceito de Data Mining pode ser associado à extração de informação relativa ao comportamento de pessoas, como podemos observar no case abaixo:

Monitoramento SP Market

Em 2015, o Shopping SP Market realizou um experimento de coleta de dados em diversas lojas para reunir informações sobre a faixa etária de quem frequenta as lojas, o gênero predominante, as seções mais populares e o tempo médio gasto dentro de cada uma delas.

A grande sacada desse case foi o método utilizado no Data Mining. Eles instalaram câmeras discretas em cada loja que participou do experimento para levantar os dados citados.

O resultado? Por meio desse monitoramento, foi possível mapear de forma completa as reações dos consumidores em frente às vitrines e aos displays. O experimento forneceu subsídios o suficiente para embasar decisões como redesenho de layout, redimensionamento do estabelecimento e mudanças na diversificação e na disposição de produtos.

Cada ação realizada por seus clientes dentro de sua loja gera um dado e cabe a você encontrar a melhor maneira de identificá-los, extraí-los e analisá-los. Para isso, as empresas lançam mão da técnica conhecida como Business Intelligence, ou simplesmente BI.

Business Intelligence

Nascida na década de 1990, é uma técnica referente ao processo de organização, extração, análise estratégica, monitoramento e compartilhamento de informações que dão base à gestão de empresas.

A sua função é possibilitar o acompanhamento de tudo o que ocorre com seu negócio e com o mercado em tempo real.

O principal objetivo do BI é organizar todos os dados de interesse da empresa (nem tudo é interessante de se analisar) e transformá-los em informações com significado para as organizações, proporcionando um melhor entendimento e geração de estratégias.

Em essência, podemos afirmar que o BI facilita o acesso da empresa a dados e informações essenciais para embasar a tomada de decisões.

As vantagens de utilizar o Business Intelligence

O BI é, sem dúvida, a melhor ferramenta para a sua empresa tomar decisões mais rápidas e estratégicas. Veja algumas outras vantagens:

  • autoconhecimento empresarial: analisar e identificar as informações colhidas no processo de Data Mining e o processo de trato desses dados;
  • mensuração: por meio do BI é possível mensurar a efetividade de ações, dados ou ferramentas utilizadas pela empresa no seu cotidiano;
  • controle financeiro: identificação de perdas, custos e embasamento para tomada de decisões que aumentem a rentabilidade da sua empresa;
  • planejamento e simulação: realização de simulações que levam em conta diversos cenários possíveis, permitindo a tomada de ações com base em resultados concretos;
  • eficiência: com base em dados, você poderá direcionar a verba da sua empresa de forma que ela seja utilizada de maneira otimizada, aumentando a eficiência e maximizando os resultados.

Mas, para ter acesso a essa gama de vantagens, é fundamental que a sua empresa também tenha bem estruturados os KPIs.

Você sabe o que é KPI? Então…

Key Performance Indicators

Esse termo pode ser traduzido como indicadores-chave de desempenho. Todos os processos podem fornecer métricas de acompanhamento — mas novamente: nem tudo pode ser interessante de se acompanhar.

Priorizar algumas métricas é o que caracteriza um KPI. Imaginemos o seguinte cenário: sua empresa recebe 200 solicitações de orçamento por dia, mas converte apenas 10% deste valor. Qual KPI devemos utilizar?

A resposta é simples: depende do que você quer avaliar. Você pode definir como KPI, por exemplo, a qualidade e a satisfação do cliente com o seu atendimento ou o tempo de resposta de seu time de vendas.

Ao se definir um KPI, é fundamental que exista um objetivo claro para tal, ou seja, devem representar as ações que fazem a organização crescer, além de serem passíveis de mensuração.

Estes indicadores podem (e devem) ser acompanhados em tempo real, o que permite a rápida correção de possíveis falhas, reduzindo o desperdício de tempo, verba e matérias-primas.

As vantagens de utilizar KPIs

Entre as vantagens que o seu uso pode oferecer, podemos listar as seguintes:

  • organização das informações sobre cada etapa de sua linha de produção, atividades administrativas e demais informações essenciais para a execução de uma gestão baseada em dados e voltada para resultados;
  • possibilidade de visão ampla e clara sobre o andamento geral da empresa, auxiliando na identificação de deficiências e entregando informações concretas para basear a tomada de decisões;
  • agilidade no levantamento de informações para relatórios de rendimento direcionados a investidores, sócios e colaboradores;
  • identificação de forças e de fraquezas da sua empresa;
  • aumento da eficiência dos processos produtivos e otimização dos relatórios gerenciais.

Você pode optar pela utilização de diversos tipos de KPIs: indicadores de produtividade, de qualidade, de capacidade, estratégicos ou de ticket médio. Tudo depende do que você deseja avaliar.

Qual o cenário do BI e do Big Data no Brasil

Atualmente, o mercado de Big Data no Brasil movimenta 258 milhões de dólares, mas, segundo a IDC, até o final de 2017, serão movimentados cerca de 1 bilhão de dólares — firmando-se como a principal tendência no mundo dos negócios para os próximos anos.

Devido ao grande volume de dados gerados e à crescente necessidade em analisá-los, a prática do Business Intelligence se tornou vital para todas as empresas que buscam crescer. E isso, evidentemente, impulsiona a popularização dessa tecnologia.

O mercado nacional do Big Data é composto por 3 elementos-chave:

  • softwares de análise;
  • hardwares potentes para suportar os dados;
  • e serviços.

Juntos, são eles que movem esse mercado e representam novas oportunidades de negócios.

Para os micro e pequenos empresários nacionais (PMEs), a adoção do Big Data nas suas rotinas administrativas já é uma realidade muito próxima, pois o fornecimento de serviços em modelo Software as a Service (SaaS) conseguiu baratear e democratizar o acesso às ferramentas.

Mas isso não quer dizer que, se não investirem em SaaS, não conseguirão fazer suas gestões baseadas em dados. Os PMEs podem começar com análises de dados internos.

Tomemos um e-commerce como exemplo. Você pode coletar os dados sobre o tempo de carregamento de páginas, produtos com maior volume de vendas e resultados de campanhas de marketing.

O BI não necessita especificamente do Big Data. Você pode desenvolvê-lo com dados locais e, assim, alcançar excelentes resultados.

Uma boa dica para quem quer trabalhar uma gestão orientada a dados é a adoção de softwares de gestão (ERP), nos quais é possível armazenar os dados internos da sua empresa, como o estoque e o controle financeiro, por exemplo.

Alguns problemas ao adotar o BI e o Big Data

Apesar de todos os benefícios oferecidos pela adoção do BI e do Big Data às empresas e o seu anseio por crescimento, é preciso que, além de investimentos financeiros, invista-se em conhecimento.

Uma pesquisa realizada em 2016 sobre o cenário atual do Business Intelligence no Brasil identificou que a maioria dos projetos de BI não alcançam os resultados esperados devido à falta de conhecimento prévio sobre os seus conceitos.

Notou-se, ainda, que o fator financeiro não é o principal problema na implantação de um projeto de BI, mas sim a falta de mão de obra qualificada e a inexperiência dos empresários e dos usuários do sistema.

Por ser algo relativamente novo em nosso país, esses problemas são comuns, mas que serão resolvidos em breve por ser uma tendência muito forte e, ao que parece, que veio para ficar.

Como utilizar na sua empresa

Cada uma das ferramentas apresentadas aqui possui um conjunto de vantagens que a sua empresa gozará ao aplicá-las. Mas por que não as utilizar em conjunto?

Sem dúvidas, a empresa que o fizer conseguirá se destacar no mercado de forma única e aumentar consideravelmente o seu faturamento, uma vez que:

  • o Business Intelligence interpreta as informações existentes na realidade e rotina da organização, definindo assim as melhores hipóteses;
  • o Big Data aponta para novos caminhos a partir da estruturação de dados.

Lembrando que por meio do Big Data é realizada a mineração de dados precisa, e que o BI tangibiliza as informações para facilitar decisões.

Se a sua empresa é uma PME, a melhor opção para se iniciar o trabalho com Big Data e BI é a utilização de uma ferramenta de CRM, como já dissemos. Por meio dessas ferramenta, é possível armazenar todos os registros de venda, contatos de cliente, opiniões dos consumidores, entre outros, e tudo isso pode ser usado no Big Data e no BI pelas pequenas empresas.

Por ser uma ferramenta mais simples que o Big Data, a exigência de tecnologias é menor e não necessita de uma equipe de TI especializada. Mas lembre-se de que não se trata apenas de investimentos em tecnologia.

Mesmo que a tecnologia seja fundamental para o armazenamento e análise dos dados, trabalhar essas informações a fim de se extrair os melhores insights exige um esforço da empresa. É um erro enorme investir grandes verbas em tecnologia, se não se tem um objetivo claro a ser alcançado.

A utilização do Big Data e do BI possibilitam a descoberta de informações sobre potenciais clientes, mercado e concorrência. Mas, com tantas possibilidades, o 1º passo deve ser a identificação de um problema e, a partir dele, traçar o objetivo da análise dos dados.

Quais insights podemos obter?

Um dos grandes problemas é a identificação dos insights em meio a tantas informações obtidas. Veja alguns exemplos do que pode ser encontrado:

Controle financeiro

Em qualquer empresa, o setor financeiro gera e armazena, dia após dia, uma grande quantia de dados e de informações ligadas às movimentações dos clientes.

São infinitos rastros deixados por meio de inúmeras aplicações, resultando em uma atmosfera ideal para realização de um gerenciamento de informações em nível de excelência. Contudo, é essencial que se possua um software robusto e especializado em mineração de dados.

Redução do churn

Para se ter uma dimensão do impacto que a saída de clientes de sua base ativa, estima-se que, nos EUA, até 30% dos clientes sejam vulneráveis à migração de uma empresa para a concorrência.

Por meio da compreensão desse fato, muitas instituições do ramo financeiro passaram a usar a análise de dados para rastrear as manifestações emocionais dos correntistas.

Eles acompanham o comportamento de seus clientes em mídias sociais e sites de reclamações, o que lhes permite diagnosticar, com antecedência, suas insatisfações e ganhar tempo para neutralizá-las antes que optem pelo encerramento da conta.

Direcionamento das ações de marketing

Com a realidade de um consumidor cada vez mais acessível pelo multicanal (omnichannel), é necessário que se integre todos os canais de comunicação de sua empresa, permitindo a compreensão plena do comportamento do cliente.

Esse conhecimento aprofundado da realidade de seu mercado pode ser alcançado por meio da realização da maior segmentação do público-alvo.

Como já dissemos, o entendimento de seus hábitos, perfis de consumo e informações sociais e demográficas é possível graças à coleta e análise dos dados de todos os seus consumidores e possíveis consumidores.

Maximização do ROI

Os investimentos realizados por qualquer empresa devem, obrigatoriamente, trazer retornos precisos e “volumosos”, principalmente nas questões de marketing.

Por essa razão, cada ação de marketing deve ser acompanhada em tempo real por ferramentas de monitoramento e de redes sociais.

Se uma determinada campanha não está trazendo o retorno esperado, ou pior, gera prejuízos e experiências negativas ao consumidor, é primordial que se identifique qual é e de onde vem essa falha rapidamente, permitindo a empresa tomar as medidas corretivas.

Aumento de vendas no varejo

O crescimento da utilização do Big Data e do BI no varejo é indiscutível, e aumentar as vendas depende de conhecimento aprofundado do público-alvo — o que passa, obrigatoriamente, pelo desenvolvimento de um sistema de análise baseada em alta tecnologia.

Somente por meio desse conhecimento será possível compreender as necessidades de seus clientes e o seu modo de agir, oferecendo soluções adequadas ao seu perfil.

Estreitamento das relações com clientes

As soluções em Big Data e Business Intelligence devem processar todas as interações dos clientes com a empresa (a partir das mídias sociais, do CRM de sua empresa, de blogs), no intuito de gerar relatórios e gráficos que revelam o valor da vida útil de cada cliente, seus anseios e expectativas em relação à sua empresa.

Esta compreensão deste relacionamento permite, entre outras coisas, aumentar as vendas cruzadas de acordo com o momento e a necessidade de cada pessoa.

Geração de valor aos programas de fidelidade

Compreender melhor a jornada de compra de seu consumidor é primordial na elaboração de programas de fidelidade realmente efetivos.

Para ilustrar esta questão, podemos citar o case do Grupo Pão de Açúcar, que passou a utilizar, em 2015, ferramentas de análise de dados para fidelizar seus clientes.

Por meio de um sistema, eles mapeiam os antigos consumidores (que deixaram de frequentar a rede) e, em seguida, realizam um levantamento dos produtos preferidos de cada um deles.

A descoberta e associação destes dois fatores, permitiu a rede Pão de Açúcar lançar cupons de descontos especiais e oferecer promoções personalizadas para cada cliente, agregando valor ao seu programa de fidelidade e estimulando o consumidor a retornar para a rede.

Personalização serviços

Compreender qual é a utilização de um determinado produto ou serviço por parte de seus clientes é essencial para a criação de outros produtos que, associado ao que o cliente já possui, possa suprir suas necessidades de maneira assertiva e personalizada.

O que podemos concluir?

O dinamismo do mundo moderno exige gestores com grandes conhecimentos sobre práticas concorrenciais, além do cenário macroeconômico e, acima de tudo, com a maior antecedência o possível.

Para isso, é necessário possuir uma visão completa sobre todos os públicos de sua empresa, prevendo comportamentos, inovações de seus concorrentes e possíveis aumentos de custos. E, para antever todos estes possíveis cenários, é fundamental a utilização de ferramentas especializadas.

O mundo acordou para Big Data e para o Business Intelligence, ou seja, os sistemas de análise de dados estão presentes em empresas dos mais diversos portes e segmentos, dos gigantes da tecnologia às PMEs.

Não importa se você é gestor de uma grande companhia ou se você simplesmente tem um e-commerce de roupas e precisa intercruzar dados como faixa etária, sexo, localização e preferências de 5 mil usuários por mês.

O Big Data e o BI devem ser utilizados como uma bússola por todo e qualquer empreendedor de sucesso que queira crescer e utilizar seu conhecimento privilegiado do mercado para se destacar frente a concorrência.

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