Entenda como implementar um processo produtivo em sua empresa

Atualmente, a alta concorrência no mercado e a mudança de padrão comportamental dos consumidores contemporâneos têm feito com que as empresas se preocupem cada vez mais com qualidade e eficiência. Nesse cenário, modelos de gestão de empresas voltados para um processo produtivo têm ganhado espaço entre gestores e empreendedores.

Se toda ação e estratégia de um negócio passa por algum tipo de processo — projetos, planejamento financeiro, produção, vendas, etc —, é natural que se trabalhe para que todos sejam executados com excelência.

Mas, você sabe como implementar um processo produtivo em seu empreendimento? Se essa é uma de suas dúvidas, acabou de encontrar o conteúdo certo. Acompanhe!

Processo produtivo: entenda o conceito e como implementá-lo

Conhecer bem um conceito é a primeira premissa para colocá-lo em prática com eficiência e, por isso, vamos iniciar o post de hoje falando um pouco sobre o que é um processo produtivo.

Assim, quando falamos em processo produtivo nos referimos a um conjunto de tarefas, operações e fases que são aplicadas com o objetivo de se obter um bem ou serviço. Em outras palavras, são os fatores de produção que formam um produto final.

Conforme dito, um bom gestor deve trabalhar para que todas as atividades desempenhadas em sua empresa sejam um processo produtivo, uma vez que todos os projetos e estratégias conduzem a um objetivo final — objetivo esse que precisa ser alcançado com qualidade.

Devido a sua grande importância no contexto empresarial, o administrador deve focar seus esforços e orientar o grupo a alcançar um objetivo, tendo como base 4 pilares de atuação:

  • planejamento
  • organização
  • direção
  • controle ou mapeamento de processos

Ressalta-se que o processo produtivo precisa estar alinhado às demandas do mercado, isto é, deve levar em conta as características de cada mercado, a fim de evitar situações como a falta de mercadorias ou o encarecimento do produto/serviço.

Conheça os tipos de processo

Os tipos de processo variam conforme a atividade desempenhada pela empresa e, via de regra, isso demonstra que cada negócio deve buscar aquele que melhor se encaixa às suas necessidades, levando em consideração alguns fatores, como:

  • natureza e demanda do produto/serviço
  • flexibilidade de produto
  • flexibilidade de volume
  • grau de automação

No entanto, há alguns processos comuns no setor de serviços que todo gestor precisa dominar. Observe que cada um deles tem uma forma diferente de organização para se adequar a diferentes níveis de volumes e diversidades:

  • Serviços profissionais: Nesse caso, todo o processo é voltado para a satisfação do cliente e, por isso, apresenta um alto nível de customização. Em geral, serviços profissionais têm o foco nas pessoas e não naquilo que é fornecido. Portanto, algumas características marcantes são a existência de serviços especializados e um contato mais próximo com o consumidor;
  • Serviços em massa: Esse tipo de serviço é exatamente o contrário dos serviços profissionais. Ou seja, o foco está nos equipamentos e não nas pessoas. Em resumo, temos um alto grau de padronização e a divisão de tarefas de maneira precisa, tendo como embasamento pesquisas sobre a expectativa do cliente;
  • Lojas de serviços: Nesse tipo de processo há uma combinação de atividades dos funcionários da linha de frente e da linha de produção, enfatizando o produto e sua própria produção. Portanto, ele seria um meio termo entre os serviços profissionais e em massa. Dessa maneira, são características desse modelo um contato com o cliente, a personalização do atendimento, volume de clientes e uma liberdade de decisão para os colaboradores.

Assim sendo, conforme se observa, há uma diversidade de processos que precisam de atenção por parte do gestor ao escolher em qual apostar, já que é necessário compreender as peculiaridades de cada mercado e segmento de atuação.

Ressalta-se que, quanto maior a capacidade dos gestores de compreenderem e analisarem os processos em sua empresa, mais condições eles terão de aperfeiçoá-los e, assim, alcançar resultados como maior satisfação dos clientes e aumento nas vendas.

Mapeamento de processos: entenda o papel dessa estratégia

Agora que você já sabe o que é um processo produtivo e já conhece os principais tipos de processo existentes em uma empresa, precisamos refletir um pouco sobre a importância e as vantagens de se mapeá-los.

Ora, independentemente do tipo de processo implementado, o mapeamento das atividades é algo que traz inúmeros benefícios, como:

Identifica gargalos operacionais

Sempre que um processo é mapeado o gestor possui uma visão mais sistemática da situação e, dessa maneira, consegue identificar gargalos operacionais com mais facilidade.

Como você sabe, esse tipo de falha é um dos maiores responsáveis pela perda de produtividade, criando obstáculos para o alcance dos objetivos da empresa.

Permite controle do processo produtivo

O controle é, sem dúvidas, uma das maneiras mais eficazes de se aperfeiçoar um trabalho e o mapeamento de processos leva a isso com facilidade.

Quando o gestor tem controle do processo, ele identifica suas maiores dificuldades, consegue reduzir custos, potencializa seus pontos fortes e, com isso, aumenta a performance do negócio.

Auxilia a padronização do processo produtivo

O mapeamento de processos auxilia o gestor a padronizar o processo produtivo. Em outras palavras, ele simplifica a criação e implementação de normas e protocolos que visam conferir mais segurança, produtividade, reprodutibilidade e qualidade ao produto ou serviço.

Formaliza o conhecimento

Sempre que entra um novo funcionário na equipe, você precisa designar alguém para passar todas as orientações sobre o trabalho? Ou quando um colaborador é desligado, ele leva consigo toda a experiência e conhecimento para realizar determinada tarefa?

Esse é um problema que afeta a produtividade da empresa e que pode ser solucionado por meio do mapeamento dos processos, já que todos os processos são registrados e disponibilizados a qualquer funcionário.

Ao longo do post de hoje você percebeu o quanto o processo produtivo é importante para o desenvolvimento de uma empresa. Em um mercado cada dia mais competitivo, gestores e administradores precisam focar suas ações em conquistar negócios mais produtivos e eficientes, sem que isso, no entanto, demande aumento de custos. Por isso, agora que você já conhece os tipos de processo, procure implementá-los em sua empresa e usufruir de todos os benefícios que isso possa lhe trazer.

Quer aprender um pouco mais? Você sabe o que é escalabilidade? Descubra como aplicá-la em sua empresa!

 

6 vantagens da análise de dados em tempo real no processo decisório

Com a tecnologia cada vez mais presente na vida das pessoas, o acesso aos mais diversos tipos de dispositivos para comunicação se tornou ainda mais fácil, resultando em uma grande quantidade de dados, gerados a uma velocidade inimaginável.

Isso mudou a maneira como negócios são feitos, modificando profundamente as vantagens competitivas que uma empresa tem e levando à necessidade de modernização e automatização — como usar sistemas para a análise de dados em tempo real.

Por isso, se torna tão importante tirar proveito dessas oportunidades que a tecnologia traz, pois elas levam as empresas a obterem destaque no mercado competitivo, já que tornam o processo de tomada de decisões estratégicas ainda mais eficiente.

Ainda não está convencido? Então, conheça 6 vantagens da análise de dados em tempo real e não perca mais tempo!

1. Processos mais ágeis

Os sistemas para a gestão de dados em tempo real transmitem a informação de forma condensada, possibilitando a sua análise imediata. Esse procedimento reduz a necessidade de relatórios extensos para verificação dos dados, já que eles chegam prontos.

Assim, os profissionais que antes eram responsáveis pela coleta de dados e elaboração desses relatórios, agora estão disponíveis para outras tarefas. Ou seja: não é somente a análise de dados que se torna mais ágil, mas ela também permite que outros procedimentos sejam mais eficientes, pois eles contam com a colaboração de setores da empresa.

2. Previsão de acontecimentos

A leitura e análise de dados em tempo real pelo acompanhamento de indicadores é um processo sedutor não somente pela dinâmica que a tecnologia propõe, mas também pelo efeito que ele traz. As informações podem ser acessadas de diversas maneiras, inclusive de dispositivos móveis, o que permite uma observação constante das operações e gera uma antecedência na análise de dados, resultando em uma maior agilidade na busca por soluções.

Imagine como é mais fácil tomar uma decisão quando já se sabe com antecedência os acontecimentos futuros! E isso se torna uma vantagem ainda maior em momentos econômicos críticos, já que é possível prever como as decisões tomadas poderão influenciar em outras áreas, como no controle financeiro.

E não é só isso: a análise de dados em tempo real possibilita ainda um combate eficiente e contínuo às fraudes, que podem ser descobertas no momento que estão acontecendo. Imagine que um produto foi vendido a um preço mais baixo, mas só foi possível perceber isso cinco minutos depois. Quanto a empresa já perdeu nesse tempo, consegue imaginar?

Por isso, é tão importante combater essas ações, que, quando verificadas em tempo hábil, podem ser revertidas e evitar problemas maiores.

3. Redução das falhas

O acesso às informações em tempo real permite que se tenha uma imagem clara e precisa sobre a situação das operações de negócio, influenciando consideravelmente na tomada de decisões estratégicas, já que elas estarão alinhadas aos objetivos da empresa, resultando em processos com fluência e que não comprometam a produtividade da organização.

Com o uso dessas ferramentas para análise de dados, toda a informação útil para a empresa estará disponível em uma única plataforma, tornando não somente os processos mais ágeis, mas também reduzindo consideravelmente as chances de falhas nas atividades, inclusive devido à possibilidade de previsão dos acontecimentos.

Dessa maneira, é possível desenvolver atividades de forma clara e objetiva, sem dúvidas que podem resultar em falhas e atrapalhar todo o processo produtivo.

4. Clientes mais satisfeitos

Com a possibilidade da captura de dados em tempo real, fica mais fácil compreender quais são as atividades que estão executadas nos múltiplos canais de comunicação — especialmente pela facilidade de análise das informações, já que elas estão condensadas. Isso facilita a interação com o cliente das mais diferentes formas, atingindo diretamente o público-alvo.

Com as informações corretas em mãos, o processo de tomada de decisões fica ainda mais eficiente, pois se compreende qual é a necessidade do seu cliente, garantindo uma solução mais eficaz. Capturar os elementos que constituem a percepção do consumidor com relação a empresa é a chave para sua conquista e fidelização, o que também traz o sucesso das ações para a organização.

5. Visão global do cliente

Sim, a análise de dados em tempo real não permite somente que se tenha clientes mais satisfeitos, como também leva a uma visão global sobre eles, reconhecendo quais são suas preferências dentro da organização, como também os gargalos da comunicação que impedem a divulgação das informações.

Com os sistemas para a captura de informações é possível encontrar os problemas mais graves, tomando decisões eficientes para corrigi-los mais rapidamente.

Assim, a empresa pode decidir qual caminho seguir, garantindo um serviço mais personalizado e de acordo com o que o consumidor realmente precisa. É possível, por exemplo, acompanhar todo o caminho do cliente durante uma compra online, identificando suas preferências e obtendo informações importantes para a implementação de futuras melhorias.

6. Dinamismo e eficiência

Dados em tempo real permitem que se faça análises instantâneas das informações de uma maneira simples, levando a benefícios que não podem ser obtidos em outras ocasiões, como o dinamismo e a rapidez na tomada de decisões, além de maior eficiência na gestão de processos.

Ter inteligência nos negócios é uma atitude que também está relacionada com qualidade do processo decisório, já que é preciso conseguir gerir os processos com confiança, baseado em informações concretas e precisas, as quais foram obtidas por meio da análise de dados em tempo real.

Vale ressaltar: o processo avaliativo é realizado de acordo com as necessidades da empresa, por isso, ele fornece as informações que sejam úteis, facilitando o procedimento de compreensão desses dados e levando a uma tomada de decisões estratégica.

Percebeu como a análise de dados em tempo real é importante para uma empresa? Além de evitar erros e permitir a previsão de ocorrências, esse procedimento leva a uma visão geral da empresa e do cliente, facilitando a tomada de decisões estratégica, o que resulta no sucesso da organização como um todo!

Gostou de conhecer mais sobre as vantagens da análise de dados em tempo real? Sabe mais algum benefício que não falamos aqui? Então compartilhe com a gente aqui nos comentários!

BI: como o SIG e a análise preditiva podem ajudar em sua gestão?

A Era da Tecnologia trouxe diversas novas maneiras de comunicação, que propagam o conhecimento de maneira eficiente e ainda fazem com que ele se torne o diferencial competitivo das organizações. Porém, com essa disseminação promovida pelas inúmeras tecnologias, é cada vez mais fácil ter acesso às informações.

Por isso, se faz necessária uma maneira de agregar somente os dados que são essenciais à empresa, para que eles sejam transformados em informações úteis para a organização, que desenvolverá estratégias competitivas a partir delas. E é nesse contexto que surge o business intelligence (BI) e suas ferramentas para utilização e gestão de dados — SIG e análise preditiva.

Quando bem aplicado, o BI permite que se faça uma análise completa de dados, transformando-os em conhecimento para a companhia, que pode, a partir disso, alavancar suas vendas e, consequentemente, aumentar sua produtividade. Quer conhecer mais sobre o business intelligence e suas ferramentas? Vamos lá!

Entenda: o que é business intelligence

business intelligence (ou inteligência de mercado) é uma ferramenta utilizada para se obter informações por meio de dados. Assim, é possível usá-las com o intuito de otimizar as tomadas de decisões dentro da empresa.

Trata-se de um conjunto de metodologias, recursos e técnicas que têm por objetivo a análise, a coleta, o processamento e o compartilhamento de informações obtidas por meio de dados inseridos em sistemas, como ERP, CRM ou Data Mining, por exemplo.

O BI permite que a organização compreenda o seu presente e faça previsões para o futuro. Essa ferramenta se refere simultaneamente a um conceito e a uma aplicação: não é importante somente coletar, organizar e analisar os dados, mas é crucial também que eles sejam processados analiticamente, para que possam gerar informações estratégicas.

Por meio da união de todos os dados, o BI confronta as informações, para que sejam extraídas somente aquelas que agregam valor aos processos da empresa. Otimiza-se, dessa maneira, a gestão dos projetos e aumenta-se a eficácia das atividades desenvolvidas.

Com a grande quantidade de dados processados pelas empresas, fazer a sua coleta e análise manualmente seria um procedimento que levaria anos. Portanto, tornou-se essencial ter um software para fazer esse trabalho de maneira automatizada, integrando os dados em uma única plataforma, relacionando-os e gerando informações que originam novas oportunidades de negócios.

Vale ressaltar: as informações geradas pelo business intelligence não se limitam à empresa, mas se estendem ao mercado em geral — podem se referir aos consumidores, concorrentes e fornecedores. Com essa ferramenta, é possível antecipar flutuações de demanda ou mudanças de perfil dos consumidores, o que permite às empresas planejar suas ações e se adequar a tais transformações.

As tecnologias de BI são capazes de suportar uma elevada quantidade de dados não estruturados, provenientes de fontes externas e internas. Elas interpretam essas variáveis em velocidade e precisão surpreendentes, proporcionando inteligência gerencial ao negócio.

Apesar de ser empregado inicialmente no âmbito estratégico, o BI já está sendo utilizado também em outros níveis de uma companhia, como tático e administrativo, para as mais inúmeras tarefas — como organização de atividades, identificação de falhas no processo produtivo, planos de expansão e estratégias de marketing.

Quais os benefícios do BI para a minha empresa

Agora que você já sabe o que é o business intelligence, vamos mostrar algumas vantagens para convencê-lo ainda mais da importância de implementar esse sistema na sua empresa. Acompanhe:

1. Auxílio para a tomada de decisão

Como trabalha com relações de causa e efeito — por meio de algoritmos, análise combinatória e ferramentas matemáticas —, o business intelligence faz a combinação de dados externos com variáveis internas, proporcionando um embasamento para as tomadas de decisões, já que se faz a análise da situação atual da empresa, além de previsões para o futuro.

Logo, as ações estratégicas desenvolvidas com o BI não partem de uma ideia subjetiva, mas sim de dados alinhados à realidade da organização e ao interesse dos consumidores. Com um conhecimento mais profundo do mercado onde o negócio está inserido, fica ainda mais fácil tomar decisões coerentes.

2. Procedimentos mais eficientes

A análise de dados do BI tangencia todos os processos internos da empresa — desde o nível operacional até as decisões da alta gerência. Dessa maneira, é possível rever todos os procedimentos que são realizados, eliminando etapas redundantes e erros que levam a retrabalhos.

Além disso, o business intelligence permite um melhor planejamento de gestão, pois essa ferramenta trabalha de forma otimizada, facilitando o uso de dados que são realmente relevantes para as atividades da organização. Dessa forma, o gestor compreende como seu negócio funciona, planejando tudo com maior efetividade, já que se baseia em pesquisas e análises estatísticas sólidas.

3. Maior controle financeiro

Com uma tomada de decisão baseada em informações sólidas, a empresa não melhora somente seus procedimentos. Como são alcançados níveis de excelência com processos integrados, a organização também possui um melhor controle de suas receitas e despesas, passando a ter uma visão financeira privilegiada.

Ao integrar os dados financeiros e contábeis (como fluxo de caixa, informações de estoque e alterações patrimoniais), o gestor passa a ter uma visão completa do capital empresarial, conhecendo a saúde financeira da companhia em detalhes e desenvolvendo estratégias para uma melhor administração desses recursos.

4. Rapidez na análise de dados

A tecnologia e a elevada capacidade de armazenamento e tratamento de dados do BI possibilitam que sejam obtidas informações gerenciais em alta velocidade. A rapidez desses procedimentos é ideal para o mundo corporativo, que necessita tomar decisões rapidamente, porém com um embasamento ideal para que sejam coerentes.

5. Riscos minimizados

Como o BI gera informações concretas e organizadas, os riscos podem ser previstos, evitando problemas futuros que possam gerar dores de cabeça para o gestor. Com essa ferramenta, uma informação que antes era subjetiva dá origem a dados concretos, organizados e úteis para a empresa, permitindo previsões pertinentes e redução de erros.

E não é só isso: o BI agrega as informações oriundas de todos os setores da companhia, mesclando-as com dados de sua performance. Assim, também é possível fazer uma análise do desempenho dos funcionários, identificando onde está o gargalo dos processos e reduzindo as chances de que as falhas por eles cometidas voltem a se repetir.

6. Fidelização de clientes

Com uma gestão empresarial mais eficiente, as necessidades dos clientes passam a ser atendidas de maneira coerente. Em vez de fazer divulgações massificadas, a empresa pode investir em uma publicidade mais direcionada, com estratégias de marketing adequadas ao seu público-alvo.

O BI fornece informações concretas e exatas sobre os clientes e suas respectivas necessidades e preferências, permitindo que a empresa possa conhecê-los melhor e atender às suas expectativas de forma acertada. Dessa maneira, é possível conquistar e fidelizar consumidores.

Business intelligence e análise preditiva

O que é análise preditiva?

A análise preditiva nada mais é do que o uso de algoritmos estatísticos, dados e técnicas de machine learning, com o intuito de identificar qual a probabilidade de que resultados futuros aconteçam (sempre com base em dados históricos). Trata-se, portanto, de uma ferramenta do business intelligence para fazer previsões!

Esse tipo de análise é feito quando o gestor precisa tomar uma decisão futura sobre resultados de uma determinada ação que acontece no presente. Para exemplificar: imagine que sua empresa vá fazer o lançamento de um produto no mercado e você deseja direcionar os recursos exatamente para o que vai agradar a seu público-alvo.

Essa é a função da análise preditiva: ela identifica as tendências, entende e prevê o comportamento dos consumidores. Essas informações são fundamentais para que a tomada de decisão seja a mais precisa possível, traçando, assim, um plano assertivo.

Os modelos preditivos utilizam-se de informações já conhecidas para desenvolver um determinado modelo que possa ser empregado em previsões de dados novos ou diferentes. Seu principal objetivo é ir além de relatórios e estatísticas descritivas, para fornecer uma avaliação concreta sobre acontecimentos futuros.

Os resultados da análise preditiva são modelos de previsões que representam a probabilidade da variável-alvo, baseados na sua importância a partir de um conjunto de variáveis de entrada. Consequentemente, há uma simplificação da tomada de decisão e a geração de insights, que são utilizados para melhorar as ações.

Como ela funciona na prática?

A análise preditiva é utilizada por diferentes empresas, dos mais diversos segmentos, que têm o intuito de prever uma situação ou uma tendência de mercado. As companhias também podem desejar desenvolver uma estratégia de contenção de problemas que estejam ocorrendo ou de aproveitamento das oportunidades presentes.

Com ela, a capacidade de tomar decisões mais corretas e coerentes aumenta consideravelmente, tornando a previsão rápida e acessível. Porém, esse tipo de análise só possui uma funcionalidade prática se os dados obtidos forem realmente utilizados pela empresa no planejamento e na tomada de decisão.

Quais os benefícios para a empresa?

Com tudo o que você já leu até agora, não poderia imaginar outra resposta a não ser sim, não é mesmo? Mas quais são esses benefícios? Continue a leitura e conheça já alguns deles!

Marketing

Como já falamos antes, a análise preditiva permite que sejam identificadas as preferências do público-alvo, com o desenvolvimento de ações de marketing específicas para ele. Essa ferramenta do business intelligence leva a um melhor entendimento dos clientes, pois realiza o cruzamento de diversas informações para identificar um perfil específico.

Os modelos preditivos auxiliam também no que diz respeito à conquista de novos consumidores. É possível reter aqueles mais rentáveis e direcionar os recursos da maneira correta, sem que haja desperdícios com ações desnecessárias.

Análise de riscos

Uma das aplicações mais comuns da análise preditiva é a pontuação de crédito. Ela é utilizada de maneira onipresente, com o intuito de avaliar qual a probabilidade de inadimplência de um determinado cliente em potencial — independentemente do tipo de produto.

A pontuação de crédito é representada por um número gerado por um modelo de análise preditiva que incorpora os dados relevantes dos clientes. Assim, ela gera informações concretas, que possibilitam uma verificação da situação do consumidor e uma previsão de como ele será no futuro.

Desenvolvimento de operações

A análise preditiva também está presente nas operações das empresas, permitindo que elas desenvolvam suas atividades de forma eficiente e sem a necessidade de retrabalhos constantes. O modelo é utilizado também para prever fluxo de estoque e fazer o gerenciamento dos recursos.

Essa função da análise preditiva pode ser utilizada, ainda, para necessidades mais especializadas. As companhias aéreas, por exemplo, usam tal ferramenta para decidir qual será a quantidade de bilhetes vendida por cada faixa de preço em um voo.

Segurança

Como a análise preditiva faz previsões sobre determinadas atividades, pode ser utilizada para auxiliar no encerramento de perdas que ocorrem devido a ações fraudulentas, pois elas podem ser detectadas antes mesmo que ocorram. Com a combinação de vários métodos de inspeção, é possível obter, ainda, mais precisão e um melhor desempenho preditivo.

Com essa ferramenta, é possível analisar os dados de todas as atividades que estão sendo desenvolvidas pela companhia em uma rede em tempo real, detectando anormalidades que podem indicar vulnerabilidade, ameaças ou atividades suspeitas.

Como pode ser aplicada em casos reais?

Agora que você já sabe tudo sobre a análise preditiva, que tal conhecer como esse pilar do business intelligence pode ser aplicado em casos reais nas empresas? Vamos lá!

Serviços bancários

A análise preditiva é utilizada para detectar e reduzir fraudes em cartões de crédito, visando maximizar as oportunidades de vendas e a retenção de clientes, além de otimizar campanhas de marketing. Alguns sistemas possuem elevada tecnologia empregada, sendo capazes de prever, com segurança, ações de usuários que poderiam resultar em problemas orçamentários.

Companhias de seguros

Essas empresas utilizam a análise preditiva para determinar quais serão as tarifas para os seguros por elas ofertados. Elas realizam também a análise de possíveis fraudes, otimizam processos de reclamações, melhoram a rentabilidade e promovem campanhas de marketing mais eficientes.

Área da saúde

A área da saúde se utiliza dessa ferramenta em diversos setores, como, por exemplo, para fazer previsões sobre a eficácia de novos procedimentos implantados e a otimização dos serviços prestados pelos profissionais, fornecendo ao paciente um atendimento eficaz e seguro.

Mas não é só isso: a análise preditiva é usada também para detectar os gargalos dos procedimentos que lidam diretamente com o público, como os seguros de saúde. Dessa maneira, é possível avaliar as reclamações feitas, identificando qual o nível de insatisfação dos pacientes e determinando quais serão as intervenções necessárias ou que fazem mais sentido para o cenário em questão.

Mídia

Aprofundar o conhecimento sobre o público, identificando quais as tendências, os atributos e os desejos que são influenciadores: isso é possível com a análise preditiva. Essa ferramenta também serve para verificar qual o desempenho diário de determinadas atividades de mídia e entretenimento, além das preferências de seus usuários.

Business intelligence e SIG

O que é SIG?

O Sistema de Informação Gerencial (SIG) é um recurso aliado ao gestor no que diz respeito ao processo de tomada de decisão. Em suma: essa ferramenta representa a forma como os dados são processados até a informação ser gerada.

Trata-se de um sistema de pessoas, procedimentos, equipamentos e documentos que faz a coleta, a validação, a contabilidade e o orçamento dos processos gerenciais para os mais diversos setores organizacionais. Os sistemas de processamento de informação se tornam SIG quando possuem o intuito de transformar os dados em itens úteis para a empresa, os quais podem ser auxiliares e orientar as tomadas de decisões gerenciais.

Assim, os sistemas de informações gerenciais utilizam a tecnologia para unir todos os dados provenientes dos mais diversos setores da organização e transformá-los em informações que sejam realmente importantes. Para que esse processo seja eficiente, é importante processar todos os dados da empresa, decodificá-los e compreender como é o funcionamento do sistema — se ele possui influência de ações externas ou não, por exemplo.

Resumindo: o SIG é uma ferramenta que gera informações que servem de base para as tomadas de decisões gerenciais, sendo que elas são resultado de uma interação entre pessoas, procedimentos e tecnologias — que auxiliam a empresa no cumprimento de suas metas. O SIG fornece a informação adequada, na hora exata, para a pessoa certa, de forma correta e com o custo ideal.

Como ele funciona na prática?

A tecnologia da informação atua nas empresas para fazer a união de dados “soltos” e transformá-los em fontes de informações importantes para elas, com total segurança. Com o SIG, é possível reunir tudo o que é necessário, visualizando todas as demandas (e o andamento das atividades) e fazendo uma gestão de informação sobre cada cliente e procedimento.

Isso permite também que a tomada de decisão seja mais assertiva, já que todo o processo faz parte do sistema de gerenciamento. Com a união todos os dados, é fornecido um panorama completo para que o gestor possa compreender a atual situação da companhia e saiba o que fazer naquele momento.

O SIG possui uma multiplicidade de produtos da informação, que são apresentados por meio de relatórios — capazes de auxiliar os gerentes com o fornecimento de dados e atuando como indicadores de desempenho. Os relatórios são:

  • programados: são a forma mais tradicional de fornecer informações aos gerentes. Como exemplo, temos os relatórios de vendas semanais e diários, além dos demonstrativos financeiros;
  • informes e respostas por solicitação: são relatórios que mostram as informações sempre que elas são solicitadas. Eles permitem que sejam obtidas respostas imediatas;
  • de exceção: como o próprio nome diz, são casos excepcionais de relatórios, nos quais o gestor pode obter informações específicas sobre determinada atividade ou setor. Um gerente de crédito obtendo dados sobre os clientes que excedem seus limites é um exemplo desse tipo de relatório.

Vale ressaltar: os SIGs são fundamentais para suportar todas as funções organizacionais, já que elas englobam as atividades de planejamento, gestão, organização, controle e direção, sendo essenciais para o bom desempenho organizacional.

Quais são os benefícios para a empresa?

É claro que um sistema de informação gerencial traz inúmeros benefícios para a organização. Porém, para que ele possa atingir esse patamar, é importante que o tripé da empresa — participação, produtividade e quantidade — esteja caminhando lado a lado.

Ou seja: é crucial que os colaboradores estejam ativos em todos os processos, aumentando, consequentemente, a produtividade e otimizando os procedimentos. Além disso, existem inúmeras outras vantagens que estão relacionadas à implantação desse sistema, como:

  • o acesso às informações de maneira imediata;
  • projetos mais organizados;
  • otimização de demandas;
  • redução de custos operacionais;
  • maior fluxo de informações na estrutura organizacional;
  • melhorias nas tomadas de decisões, pois o gestor possui acesso rápido e imediato às informações.

E não é só isso. O uso do SIG também traz uma vantagem competitiva para o negócio, já que considera os cenários macro e micro da organização, além de outros elementos, como análise de fatores externos, orientações estratégicas e análise para identificação dos objetivos.

Portanto, os sistemas de informações gerenciais são responsáveis pela automatização dos processos organizacionais, mas dependem de colaboradores para que os dados estejam sempre atualizados. Eles englobam todos os acontecimentos presentes da empresa e auxiliam os gestores em uma tomada de decisão correta, o que resulta em uma comunicação empresarial eficaz, com resultados positivos.

Como pode ser aplicado em casos reais?

Os sistemas de informação gerencial servem como suporte para as diversas funções da empresa — especialmente o controle e o planejamento. Trata-se de ferramentas que estão ligadas ao sistema físico-operacional e auxiliam os gestores na tomada de decisão, já que permitem obter informações em tempo real (mesmo que a quantidade de dados seja elevada).

Como exemplo de aplicação do SIG, podemos citar os sistemas de controle de estoque, de estrutura de produtos, de processo, de banco de dados, de controle da produção, de planejamento, entre outros.

Por isso, o SIG é uma ferramenta essencial para as companhias. Ele deixa de ser apenas um sistema que pode ser implementado para adquirir a característica de uma necessidade — já que, sem ele, a análise de dados é mais lenta e, consequentemente, a tomada de decisão se torna obsoleta.

Percebeu como o business intelligence é um recurso extremamente importante para as empresas? Além de permitir que se faça a análise de dados em tempo real (com o SIG), esse sistema fornece previsões sobre os procedimentos da organização (com a análise preditiva) e evita que erros voltem a ocorrer, reduzindo o retrabalho e otimizando o processo produtivo.

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Descubra como melhorar sua rotina na definição de processos

Possuir agilidade na tomada de decisões para a definição de processos é uma habilidade essencial para qualquer gestor, independentemente do tamanho da empresa.

Porém, essa habilidade, por si só, não é suficiente para tomar as decisões corretas que trarão resultados assertivos e que contribuirão para o crescimento de seu negócio.

Planejar, analisar dados e acompanhar os resultados são atividades essenciais no cotidiano de uma empresa. Quer saber como melhorar a tomada de decisões para definir os processos de sua empresa? Leia esta postagem e descubra!

Os 7 passos para a tomada de decisões

Muitos gestores utilizam esse sistema de 7 passos para a tomada de decisões assertivas, porém, poucos possuem o esclarecimento de que essa técnica é essencial para a otimização de resultados e a resolução de problemas.

Vamos compreender cada um desses passos?

1. Identificação do problema

Antes de tomar qualquer atitude em relação a um problema é preciso identificá-lo e compreender a fundo qual a sua extensão e impacto na rotina da organização.

Após a identificação, você deverá verificar quais são os resultados que deverão ser alcançados pela solução a ser proposta e os benefícios que ela trará aos seus processos e à sua equipe.

2. Coleta de informações

Nesta etapa, você deverá levantar o máximo de informações pertinentes que o auxiliará a tomar a decisão.

Tenha muito cuidado, pois a utilização de informações desatualizadas ou imprecisas podem levar a decisões equivocadas e comprometer a saúde financeira de sua empresa ou o funcionamento de seus processos.

Outro problema muito comum nessa etapa é a falta de informações ou, até mesmo, o excesso delas. Com poucas informações, a efetividade de sua decisão ficará fragilizada e, o excesso, poderá causar confusão, o que também poderá comprometer a decisão.

Busque somente por aquelas informações que são pertinentes à resolução do problema.

3. Identificação das alternativas

Uma vez que você possui o entendimento profundo sobre os problemas e dados para embasar a sua decisão, você poderá avaliar quais as alternativas que poderão ser utilizadas na resolução de problemas ou definição de processos.

Possuir mais de uma solução para um problema permite que você possa avaliar qual delas está alinhada com os objetivos almejados pela decisão.

4. Avaliação das alternativas

Agora, é preciso avaliar os prós e os contras de cada uma das alternativas e avaliar qual delas possui uma chance maior de sucesso.

Aqui, você deverá avaliar o impacto geral que cada uma delas vai gerar em sua empresa e verificar se os resultados proporcionados serão em curto, médio ou longo prazo.

5. Escolha de uma alternativa

Agora que você já avaliou todas as alternativas e projetou sua efetividade na definição de um processo, você deverá escolher aquela que demonstrou, por meio de dados e análises, ser a mais eficiente, e deverá ser escolhida, ou seja, chegou a hora de tomar a decisão!

6. Implantação da solução

Antes de executar a solução é preciso desenvolver um planejamento para a sua implantação. Identifique quais são os recursos necessários e quais pessoas serão envolvidas no processo.

Com o plano em mãos, é hora de buscar apoio para a implantação da solução encontrada, então, “venda” a ideia para os envolvidos e, também, para os stakeholders (pessoas que possuem interesse na resolução do problema).

Com o apoio de todos e o planejamento em mãos, implante a solução.

7. Verificação de resultados

Mais importante do que implantar a solução escolhida é acompanhar os resultados obtidos por ela. Muitas vezes, a alternativa escolhida poderá trazer alguns resultados adversos que não estavam previstos.

Analisar, verificar o que está funcionando e encontrar pontos que precisam de melhorias é uma atividade obrigatória para que a empresa continue crescendo sempre e, com base nessa coleta de dados, você poderá tomar outras decisões.

A verificação de resultados constante permite a otimização de processos e a melhoria contínua das atividades realizadas pela empresa, elevando a satisfação de seus clientes e colaboradores e, consequentemente, aumentando os lucros.

Os fatores para definição de processos

Como vimos, a técnica dos 7 passos é uma ferramenta que vai auxiliar o gestor no processo de tomada de decisões, contudo, existem alguns fatores que podem influenciar nos resultados obtidos.

Falta de informação

É comum que, principalmente em pequenas e médias empresas, não exista um sistema de armazenamento de informações eficiente, sendo que, muitas vezes, as informações são armazenadas em agendas, cadernos ou planilhas.

Esse tipo de organização deixa as informações descentralizadas, dificultando a sua localização e, até mesmo, causando a perda de informações importantes para a empresa.

Para evitar esse tipo de situação, a adoção de um software de gestão (conhecidos como ERPs) é uma excelente alternativa. Atualmente, existe uma grande variedade de opções, paga e gratuita, para cada tipo de necessidade.

Achismo

A intuição é uma característica essencial nos gestores, porém, realizar a tomada de decisões com base apenas em sua intuição é algo muito perigoso e que poderá prejudicar, e muito, a sua empresa.

Lembre-se sempre de tomar as suas decisões com base em dados concretos. Essa atitude previne diversos problemas e, ainda, torna as suas decisões muito mais assertivas.

Falta de planejamento

Mesmo para situações adversas, é possível elaborar um plano de contingência para agilizar o processo de decisões e minimizar os danos causados à empresa por conta de um problema ou falha de processo.

Um planejamento bem estruturado deverá conter essas ações de contingência, as pessoas envolvidas para a resolução do problema e qual o posicionamento que a empresa deverá ter ante a essa situação.

Demora na resolução de problemas

Uma decisão, para ser efetiva, deverá ser tomada o quanto antes, porém, a demora na resolução de problemas é algo comum em grande parte das empresas.

Essa negligência pode custar muito caro para a empresa e acontece, principalmente, porque as empresas não compreendem a proporção que um problema pode tomar e, simplesmente, deixam de lado até que seja tarde demais.

Agora que você já sabe como melhorar a sua rotina de definição de processos e tomada de decisões, aproveite sua visita ao nosso blog e leia o post sobre o que é a gestão de desempenho e por que ela é tão importante para a sua empresa!

Qual a solução para seus problemas de fluxo de caixa? Descubra aqui

Depois de ter o seu próprio negócio, outro importante passo é fazer a gestão financeira empresarial de maneira eficiente. Já parou para pensar que essa tarefa nem sempre é fácil e que alguns erros podem descompassar a sua organização financeira?

Neste post você vai compreender alguns dos principais problemas de fluxo de caixa e também como resolvê-los. Com isso, você otimiza essa ferramenta, turbina as suas finanças e maximiza os seus resultados!

Não entender o fluxo de caixa

O primeiro problema de fluxo de caixa é não entender como essa ferramenta funciona. Isso ocorre porque, apesar do nome, devem ser levados em consideração, na hora de registrar o fluxo de caixa, também os valores das conta-correntes e aplicações de curto prazo.

Esses valores também são conhecidos como equivalentes de caixa. Os equivalentes de caixa são disponibilidades porque, caso necessário, podem ser facilmente convertidos em dinheiro. Assim, na hora de registrar o fluxo de caixa, além desses valores também deverão ser registradas as entradas e saídas.

As entradas são recebimentos, em sua maioria, relacionados com a comercialização de produtos ou serviços. As empresas também podem ter outras entradas, como valores recebidos de aluguéis, aplicações financeiras, entre outros tipos de recebimentos.

Já as saídas possuem relação com a atividade operacional do negócio. Logo, valores pagos para funcionários, fornecedores, impostos, contas diversas, entre outros, entrarão nessa categoria. Da comparação desse valores será obtido o fluxo de caixa do período.

Não detalhar e registrar a movimentação

Um fluxo de caixa pode naufragar totalmente se não for detalhado e completo. Ele é uma ferramenta financeira e gerencial, e precisa que a informação seja o mais detalhada possível para fornecer todos os dados ao tomador de decisões.

Outro erro que compromete a eficiência do fluxo de caixa é a falta de reconhecimento dos registros. Mesmo que os valores pareçam insignificantes deverão ser registrados, já que no final do período farão diferença no valor acumulado do fluxo de caixa.

O detalhamento e o registro devido de toda a movimentação também ajudarão a compreender como está a real situação financeira da empresa. Assim, caso surja alguma dúvida em relação a algum documento é possível consultar o registro e verificar o que houve.

Adicionalmente deve-se utilizar na contabilização desses registros documentos contábeis que comprovem a situação. Para isso devem ser utilizadas notas fiscais, cupons, contratos, entre outros documentos que possam demonstrar, de forma devida, o que foi registrado.

Não analisar as categorias

Outro erro comum no fluxo de caixa é esquecer de analisar as categorias do fluxo de caixa. Muitos gestores ignoram a parte gerencial da ferramenta, que é justamente fornecer uma visão sobre o comportamento, tanto das receitas quanto das despesas.

Para evitar esses erros, além de um fluxo de caixa em dia, detalhado e completo, é preciso contar com um bom sistema integrado. Isso ocorre porque apenas partindo da informação completa e com a ajuda da tecnologia será possível analisar de forma gerencial as categorias de resultado.

Em relação às receitas será possível conhecer, por exemplo, quem são os principais clientes, o valor do ticket médio, a sazonalidade e outras particularidades da empresa em relação às suas entradas. Com isso, o gestor pode decidir o melhor mix de vendas, descontos, preços especiais e outras formas de maximizar os lucros.

Já as despesas podem ser categorizadas por tipo, em relação ao total de gastos, por volume histórico, entre outras possibilidades. Com base nesses dados, o gestor pode fazer substituições, cortes e tomar outros tipos de decisão que também visem à melhoria dos resultados.

Não lembrar das contas a pagar e a receber

Esquecer das contas a pagar e a receber também pode comprometer o fluxo de caixa. Em relação às contas a pagar, muitas empresas acabam pagando multas e juros de forma desnecessária, porque esquecem de suas contas ou simplesmente porque não possuem capital de giro para pagá-las.

Para evitar isso é preciso ficar de olho nas contas a receber. Assim, ao menor sinal de que um dos clientes não irá honrar com as suas dívidas junto à sua organização é preciso agir e evitar que ele fique em inadimplência, prejudicando ainda mais o capital de giro da organização.

Outra medida que pode ser tomada é a negociação cuidadosa dos prazos que são fornecidos a esses clientes. Eles deverão ser equilibrados com os prazos que a sua empresa recebe dos seus fornecedores, justamente para evitar que a empresa fique sem capital para arcar com as suas obrigações.

O fluxo de caixa permite racionalizar e entender melhor esses prazos, permitindo melhor organização financeira da empresa. Caso a empresa utilize o planejamento estratégico, também poderá criar uma reserva financeira para eventuais dificuldades ou buscar fontes que aumentem os recursos com melhores juros, prazos e condições de pagamento.

Não utilizar a tecnologia

Muitos gestores ainda acreditam que o fluxo de caixa não precisa ser elaborado ou que pode ser elaborado sem o uso da tecnologia. Entretanto, esse é um erro fatal e tão sério que pode comprometer não só o fluxo de caixa como todo o processo de gestão.

Utilizar um bom sistema de gestão integrado é essencial para aquelas empresas que querem racionalizar tempo e dinheiro. Além de integrar diferentes áreas, permitindo ganhos em eficiência, evitando erros e retrabalhos, um bom software impulsiona a elaboração do fluxo de caixa.

O processo de conferência, controle e análise do fluxo de caixa fica muito mais rápido, fácil e prático, já que com um ERP — como também são conhecidos esses softwares — existe a padronização e a otimização das tarefas.

Um sistema integrado de gestão adicionalmente destaca-se pela flexibilidade na geração de dados e pela segurança no armazenamento deles. Essas soluções permitem uma visão global de como estão as finanças sob diferentes pontos de vista, o que é essencial ao processo de tomada de decisão.

Você acabou de entender alguns problemas de fluxo de caixa que podem minar a gestão financeira da sua organização. Além da falta de entendimento da ferramenta, não registrar todas as informações ou ainda deixá-las de forma incorreta pode fazer com que o fluxo de caixa não cumpra o seu papel como ferramenta de gestão.

Um dos maiores pecados em finanças é não usar a tecnologia, que é a grande aliada para otimizar o fluxo de caixa e permitir diferentes análises e impulsionar o processo de tomada de decisão.

Esquecer de uma gestão ativa das contas a pagar e a receber também não pode fazer parte da vida daqueles empresários que querem ter sucesso no uso dessa ferramenta!

E você, quer saber mais sobre como a tecnologia e o fluxo de caixa podem ajudar a sua organização? Que tal ler outro post sobre fluxo de caixa?

O guia completo da gestão empresarial

A gestão empresarial é certamente uma das áreas mais estratégicas de uma empresa. À medida que a competitividade aumentou e a globalização trouxe a abertura de novos mercados, as empresas tiveram de arrumar suas ineficiências internas para oferecer produtos melhores a preços mais competitivos.

Com isso, o mercado da tecnologia para a gestão empresarial cresceu bastante e, hoje em dia, podemos contar com ferramentas excelentes capazes de otimizar quase todos os setores de uma empresa. Por isso, preparamos um guia para você entender as principais áreas da gestão empresarial e as soluções que têm sido lançadas no mercado recentemente:

Quais são as principais áreas da gestão empresarial?

Cada empresa tem sua cultura própria e, por isso, as áreas em que dividem as suas funções pode variar bastante. Por exemplo, uma pequena empresa geralmente não necessita de um setor de gestão de informações ou um de gestão de projetos mais robustos. Eles podem unificar essas atividades em outro setor. Por outro lado, grandes empresas podem necessitar de áreas de gestão diferentes, como a de gestão de comércio exterior ou de relações institucionais. Então, apresentaremos aqui as áreas mais comuns, mas já lembrando que não é uma lista exaustiva:

Gestão financeira

Esse departamento tem como função planejar, organizar, dirigir e controlar as atividades financeiras, como aquisição e utilização de fundos da empresa. Significa aplicar os princípios de gestão geral aos recursos financeiros da empresa.

É bastante importante para as empresas fazerem uma boa estimativa de custos e vendas. Consideração de fontes de finanças adequadas podem ajudar as empresas a evitar os problemas de fluxo de caixa.

Além do mais, esse setor é responsável por decidir como elevar e alocar o capital, ou seja, o orçamento do capital. Não só para o orçamento a longo prazo, mas também para alocar os recursos de curto prazo, como os passivos correntes. Também trata das políticas de dividendos dos detentores de ações.

Gestão de recursos humanos

O Gerenciamento de Recursos Humanos (GRH) é a função dentro de uma organização responsável por recrutamento, gestão e orientação para os colaboradores.

Os membros do departamento de RH fornecem conhecimento, treinamento e coaching, além da parte mais burocrática como os serviços administrativos, a consultoria legal e o gerenciamento e supervisão de talentos, que o resto da empresa precisa para operações bem-sucedidas.

Além disso, os departamentos de RH são responsáveis ​​por supervisionar o perfil dos colaboradores, treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho e pagamento (como gerenciamento de sistemas de pagamento e benefícios, por exemplo).

O RH também lida com as mudanças organizacionais e as relações industriais, isto é, o equilíbrio das práticas organizacionais com os requisitos decorrentes da negociação coletiva e das leis governamentais.

Gestão de relacionamento com o cliente

A gestão de relacionamento com o cliente é o setor responsável por todo o contato com o cliente desde o pós-compra até a ouvidoria de reclamações. Seu objetivo principal é deixar os clientes satisfeitos em todo o processo de compra de forma que se fidelizem e possam indicar a empresa para outras pessoas.

Portanto, é um departamento que busca a proatividade, e não a reatividade. Ou seja, não é mais aquele setor que ouve as reclamações do cliente e tenta consertar os erros da empresa. Ele almeja algo maior: criar um ciclo positivo de contato com o cliente. Assim, avisa o consumidor de promoções, pergunta a respeito da satisfação, faz pesquisas de opinião a respeito de produtos em potencial etc.

Gestão da informação

A gestão de informações (GI) diz respeito a um conjunto de atividades organizacionais: a aquisição de informações de uma ou mais fontes, a custódia e a distribuição dessa informação para quem precisa dela, além de sua disposição final por meio do arquivamento ou deleção.

As empresas devem ser capazes de gerenciar essas informações ao longo do seu ciclo de vida, independentemente da fonte ou formato — dados, documentos em papel, documentos eletrônicos, áudio, vídeo etc. — para entregá-las por meio de múltiplos canais, como telefones celulares e serviços da web.

Gestão da cadeia de suprimentos

O gerenciamento da cadeia de suprimentos é o setor responsável pela supervisão de materiais, informações e finanças à medida que se movem em um processo de fornecedor para fabricante e de atacadista para revendedor.

As atividades da cadeia de suprimentos cobrem tudo, desde o desenvolvimento de produtos, sourcing, produção e logística, bem como softwares necessários para coordenar essas atividades.

O gerenciamento da cadeia de suprimentos envolve a coordenação e a integração desses fluxos entre as empresas e dentro delas também. O objetivo final de qualquer sistema efetivo de gerenciamento da cadeia de suprimentos é reduzir o volume do estoque — assim, a rotatividade garante que os produtos certos estarão disponíveis na hora certa.

Gestão de vendas

O gerenciamento de vendas é o processo de desenvolver estratégias, coordenar as operações e implementar técnicas de vendas que permitem que uma empresa atinja consistentemente e até ultrapasse seus objetivos de vendas.

Além de ajudar a sua empresa a atingir seus objetivos de vendas, o processo de gerenciamento de vendas permite que as empresas fiquem em sintonia com sua indústria à medida que cresce.

Para alcançar os objetivos das empresas, os gerentes de vendas têm grandes responsabilidades, incluindo, entre outras, a previsão de demanda, estabelecendo cotas, orçamento, organização, recrutamento, treinamento, compensação e avaliação de desempenho de vendas .

No final do dia, no entanto, o papel mais importante desse setor não é gerenciar as vendas, mas gerenciar as pessoas que as fazem.

Gestão de marketing

Gestão de marketing é o setor que tem a função organizacional de usar um conjunto de processos ​​para criar, comunicar e oferecer valor ao cliente.

marketing é considerado o centro de sucesso de uma empresa. Portanto, quando uma empresa não consegue comunicar o valor de seu produto aos clientes, há poucas chances de obter sucesso. O gerenciamento de marketing deve supervisionar essa função crítica.

Os gerentes de marketing devem coordenar uma série de atividades, incluindo identificar as necessidades do cliente, comunicar o valor do produto para os clientes em potencial, gerar leads para a organização de vendas, bem como construir uma presença on-line — uma área dentro do gerenciamento de marketing que continua a crescer em importância.

 

Além disso, antes de decidir uma boa estratégia, um gerente de marketing deve investir um bom tempo pesquisando o mercado, considerando o que é o melhor cliente-alvo, o que se aproxima de seus concorrentes e como tornar os produtos de sua empresa um diferencial.

Gestão de projetos

A gestão de projetos é a aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas e técnicas para projetar atividades com a finalidade de atender aos requisitos do projeto.

Um projeto é um empreendimento temporário feito para criar um produto, serviço ou resultado único com um início e fim definidos. O principal desafio do setor de gerenciamento de projetos é alcançar todos os objetivos do projeto de acordo com os requisitos especificados.

O processo de gerenciamento de projetos se dividem em cinco fases:

  1. Inicio do projeto;
  2. Planejamento;
  3. Execução;
  4. Monitoramento e Controle;
  5. Fechamento.

Por isso, um gerente de projeto precisa de um leque amplo de habilidades; muitas vezes habilidades técnicas e certamente habilidades de gestão de pessoas e boa consciência empresarial.

Como uma solução SAP pode ajudar na sua gestão empresarial?

O sistema SAP fornece uma solução única para gerenciar todo o seu negócio. Ele automatiza seus processos de negócios mais críticos para melhorar a eficiência operacional e integra todas as informações comerciais para obter decisões melhores.

Com visibilidade clara em toda a empresa, você pode obter maior controle sobre todas as áreas de negócios. Os sistemas ERP, como o SAP, ajudam a apoiar e integrar processos de negócios, como compras, vendas e distribuição, finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, planejamento de produção, gerenciamento de inventário, logística e gerenciamento de estoque:

Relacionamento com o cliente

A gestão de relacionamento com clientes, ou do inglês customer relationship management (CRM), é um termo que se refere a práticas, estratégias e tecnologias que as empresas usam para gerenciar e analisar as interações e os dados do cliente ao longo do seu ciclo de vida.

Com o objetivo de melhorar as relações comerciais com os clientes, ajudar na retenção de clientes e direcionar as vendas ao crescimento. Os sistemas de CRM são projetados para processar informações sobre clientes em diferentes canais — ou pontos de contato entre o cliente e a empresa — que podem incluir o site da empresa, telefone, bate-papo ao vivo, materiais de marketing e mídias sociais.

Os sistemas de CRM também podem fornecer informações detalhadas sobre o clientes, como suas informações pessoais, seu histórico de compras, suas preferências de compra e suas preocupações.

Finanças

O setor de finanças se tornará mais prático com um software de sistema financeiro especial que registra todas as atividades financeiras dentro de uma organização.

As características básicas deste sistema não incluem apenas todos os módulos de software de contabilidade, como contas a pagar, contas a receber, contas, módulos de relatórios e folha de pagamento, mas também para explorar alternativas de investimento e calcular as relações estatísticas.

As características do sistema podem variar de acordo com o tipo de negócio para o qual está sendo usado. Portanto, o objetivo do software financeiro é registrar, categorizar, analisar, traduzir, interpretar e, em seguida, apresentar datas financeiras precisas e atualizadas para cada transação do negócio.

Vendas

Com sistemas que permitem aos gerentes de vendas ter uma melhor visão dos principais indicadores de desempenho em toda a organização, tudo se tornará mais fácil.

O software de gerenciamento de vendas pode permitir que os gerentes vejam, em tempo real, quais representantes estão no ritmo para atingir os objetivos. Os sistemas de gerenciamento de vendas também podem acompanhar as principais métricas de chamadas, como o tempo de espera médio e as chamadas por dia por representante, para que os gerentes possam otimizar seu processo de vendas e poder maximizar a receita.

Embora algumas soluções de software de gerenciamento de vendas sejam autônomas, outras soluções de gerenciamento de vendas se integram com outros sistemas de registro, fornecendo painéis adicionais e recursos de relatórios aprimorados.

Gerenciamento de projetos

Com um software de gerenciamento de projetos usado para planejamento de projetos, agendamento, alocação de recursos e gerenciamento de mudanças. É possível que os gerentes de projeto, partes interessadas e usuários controlem custos e gerenciem orçamentos. Gerenciamento de qualidade e documentação e também podem ser usados ​​como um sistema de administração. O software de gerenciamento de projetos também é usado para colaboração e comunicação entre as partes interessadas do projeto.

Embora o software de gerenciamento de projetos seja usado de várias formas, o principal objetivo é facilitar o planejamento e rastreamento dos componentes, partes interessadas e recursos do projeto.

O software de gerenciamento de projetos atende às seguintes funções: definir um cronograma do projeto, permitir a criação e atribuição de tarefas, prazos e relatórios, compartilhar documentos, facilitar relatórios de erros, visualização, notificação e atualização para as partes interessadas, controlar o tempo para todas as tarefas e manter registros para consultores de terceiros.

Marketing

Já ouviu falar em automação de marketing? Refere-se a um software que tem o objetivo de automatizar ações de marketing. Muitos os departamentos precisam automatizar tarefas, como e-mail marketing, gestão mídias sociais, etc. A tecnologia de automação desses recursos torna essas tarefas mais fáceis.

Isso permite às empresas comprar e vender como a Amazon, ou seja, criar perspectivas com conteúdo altamente personalizado e útil, que ajuda a cativar novos clientes e torná-los mais satisfeitos. Esse tipo de automação de marketing tipicamente gera novas receitas significativas para as empresas e fornece um excelente retorno sobre o investimento necessário.

AS ferramentas de automação de marketing são projetadas para executar quatro tarefas principais:

  1. Desenvolvimento e análise de campanhas de marketing e clientes;
  2. Gestão de campanhas de marketing;
  3. Organização e armazenamento de dados de clientes apropriados;
  4. Conversão contatos de leads para clientes.

Quais os benefícios do SAP para a sua empresa?

As vantagens que o SAP traz para a sua empresa são inumeráveis. Somente com a experiência, você conseguirá compreender todo o poder dessa ferramenta. Entretanto, há alguns benefícios que todos os clientes sentem a curto prazo, listamos alguns deles a seguir:

Vantagem competitiva

É verdade que o software SAP requer um investimento significativo, mas os custos de não os implementar podem ser ainda maiores. Enquanto alguns gestores optam por aderir aos métodos tradicionais e ultrapassados (como planilhas ou softwares sem integração), outros buscam verdadeiras inovações tecnológicas.

Por isso, você não pode dar ao luxo de adiar uma implementação do SAP enquanto a concorrência investe no SAP e começa a colher os muitos que você ainda verá a seguir.

Eficiência

Uma solução SAP elimina processos repetitivos e reduz consideravelmente a necessidade de inserir informações manualmente. O sistema também agilizará os processos do negócio e tornará mais fácil e mais eficiente para as empresas coletarem dados, independentemente do departamento que o estiver utilizando.

Previsibilidade

O software de planejamento de recursos empresariais dá aos seus usuários e, especialmente aos gestores, as ferramentas de que precisam para criar previsões mais precisas. Uma vez que a informação dentro do SAP é baseada em métrica e indicadores extremamente confiáveis e amplamente utilizados no mercado, as empresas podem tomar decisões com estimativas mais realistas. Afinal, já é hora de abandonar a intuição dos gestores como critério para as decisões.

Colaboração

Devido à complexidade com a qual os processos se desenvolvem, não é mais possível que cada departamento funcione separado do outro. A colaboração entre setores é uma parte crucial e, muitas vezes necessária, do negócio.

Como os dados inseridos em sistemas SAP compartilham o mesmo banco de dados e se integram em tempo real, não há motivo para que os departamentos não possam trabalhar juntos. Além disso, o software também atinge quase todos os aspectos do cotidiano de uma empresa, incentivando naturalmente esforços colaborativos e intersetoriais.

Escalabilidade

O SAP é um sistema estruturado para permitir a adição de novos usuários e funções para reagir prontamente ao crescimento do negócio. Isso é o verdadeiro sentido da escalabilidade! Muitos outros softwares dizem ser escaláveis, mas seguem um processo burocrático para a inserção de novas ferramentas e cobrarão preços elevados para ampliar o número de usuários. Você acha que isso é realmente escalabilidade?

Informações integradas

Sua empresa não sofrerá mais com problemas de informações espalhadas por bancos de dados separados. Agora, todas as informações serão alojadas em um único local. Isso significa que você pode integrar plataformas como seu software de CRM com o sistema SAP, mantendo os dados consistentes e unificados.

Com isso, você conhecer seu cliente, acompanhar sua cadeia de suprimentos e verificar os resultados da equipe de vendas em uma única interface.

Redução de custos

Com uma fonte de informações em tempo real, o SAP reduz os custos administrativos e operacionais. Ele permite que os empresários gerenciem as operações de maneira proativa, evitem interrupções e atrasos, diminuam a taxa de retrabalhos e tome decisões estratégias com os melhores dados.

Com isso, apenas com a implementação de uma única solução, você verá um ROI gigantesco no futuro.

Processos simplificados

À medida que os negócios crescem, suas operações se tornam cada vez mais complexas. O SAP automatiza as operações comerciais de forma interdepartamental, fornecendo informações precisas e em tempo real a todos.

Assim, ele aumenta a eficiência e a produtividade:

  • ajudando os usuários a navegar processos complexos;
  • evitando a reentrada de dados;
  • melhorando a funcionalidade de ferramentas para gestão da cadeia de suprimentos, a otimização da linha de produção e para a logística das entregas.

Dessa forma, podemos ter incrementos de eficiência e simplificação de ponta a ponta no seu negócio.

Mobilidade

Uma vantagem de soluções SAP é ter acesso a um banco de dados centralizado de qualquer lugar que você trabalha: casa, escritório, onde quer que você esteja. Isso porque é possível acessar o sistema por meio de plataformas móveis, visto que muitas informações podem ser armazenadas na nuvem.

Acompanhamento de resultados

O SAP ajuda a tornar os relatórios mais fáceis e mais personalizáveis. Com recursos de otimizados, sua empresa pode obter dados complexos mais facilmente. Os usuários também podem executar seus próprios relatórios sem precisar recorrer sempre ao time de TI, economizando tempo para usuários utilizarem em outros projetos.

Produtividade

Economizar tempo e aumentar os níveis de produtividade. Parece bom demais para ser verdade, não é mesmo? Não com o SAP. Ao eliminar os processos redundantes, os usuários têm mais tempo para trabalhar em outros projetos e em tarefas urgentes. Eles também poderão trabalhar de forma mais simplificada, uma vez que a solução foi projetada para facilidade de uso.

Conformidade regulatória

Um benefício que, às vezes, passa despercebido é a utilidade do SAP para os processos de conformidade regulamentar e de integridade. Além de manter um registro fiel de todas as atividades da empresa para incrementar a transparência, o sistema é capaz de incorporar os parâmetros introduzidos pela regulamentação local.

Desse modo, sua empresa colhe todos os benefícios de ter uma política clara de compliance: credibilidade no mercado, maior atração de investimentos e a possibilidade de redução de multas estatais.

Flexibilidade

O SAP é um sistema robusto, flexível e altamente personalizável. Eles não são um bloco único e inseparável de serviços, eles podem ser adaptados às necessidades exclusivas de uma empresa.

Assim, eles também podem se adaptar às necessidades sempre que houver uma mudança no seu negócio, garantindo que você não terá de comprar uma nova solução sempre que a empresa crescer.

Serviço ao cliente otimizado

É mais fácil fornecer serviços ao cliente de alta qualidade usando uma solução tecnológica, especialmente quando você tem um sistema SAP implantado. O time de vendas e pode interagir melhor com os clientes e melhorar as relações com eles por meio de um acesso mais rápido e preciso à informação e ao histórico dos clientes.

Além disso, você também terá acesso a funcionalidades de automação de marketing e ao software do SAC, garantindo que a interação com seus clientes seja personalizada.

Segurança

Quando você instala um software na sua empresa, sabemos que uma das suas primeiras preocupações é com a segurança dos dados. Quando você possui uma solução de planejamento de recursos corporativos como o SAP, essa não é mais uma preocupação visto que, nesse software, você tem seus dados protegidos por poderosos firewalls.

Além disso, você pode fazer restrições internas de acesso às informações. Por exemplo, o gestor de informações pode deixar determinadas informações acessíveis somente aos diretores da empresa e negar o acesso aos colaboradores abaixo da pirâmide hierárquica.

Portanto, como você deve ter percebido, a gestão empresarial não é uma tarefa simples. Há diversas áreas e novas demandas aparecem constantemente. Por isso, as ferramentas tecnológicas mais robustas se tornaram uma necessidade para qualquer negócio, independentemente de seu tamanho. Felizmente, soluções como o SAP oferecem essas ferramentas unificadas em uma única plataforma adaptável a qualquer porte de empresa, altamente escaláveis, totalmente integradas e, ainda, com um preço muito competitivo.

Quer saber melhor a respeito de uma solução que traz tudo isso que falamos e, ainda, tem toda a segurança e versatilidade do SAP? Confira a nossa solução Business One!

Por que ter uma análise de dados obsoleta se você pode ter Big Data?

Com o acesso cada vez mais facilitado à internet e a disseminação das diversas tecnologias da informação, ter acesso aos dados dos usuários nesse meio — antes mesmo dos concorrentes —, se tornou um diferencial no mercado. Essas informações são valiosas para as empresas, que desejam se sobressair em um cenário cada vez mais dinâmico e competitivo.

Mas, afinal, como captar as ações diárias dos usuários? Com o Big Data! Como o próprio nome sugere, ele é um conceito de análise de dados em grande quantidade, com o intuito de otimizá-los — seja em questões como tempo, seja em termos de quantidade de avaliação. Basicamente é o procedimento que obtém e organiza dados com o intuito de adquirir informações relevantes para a empresa.

Porém, a aplicação do Big Data vai muito além da análise de dados do cliente! Ela se estende, por exemplo, ao uso de ferramentas para elevar a segurança da tecnologia da informação em empresas, prevê movimentos de mercado, reduz custos e possibilita melhores estratégias de marketing para o negócio.

Por isso, o Big Data tem se tornado crucial para qualquer tipo de organização — mesmo que ainda seja um pequeno negócio. Quer se tornar um expert no assunto? Então continue sua leitura e conheça tudo sobre esse sistema!

Por que o Big Data se tornou essencial para as empresas

O que é o Big Data?

Como já adiantamos, o Big Data é um conceito relacionado ao grande volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelos usuários. Apesar de aparentemente ser um termo novo, a gestão de dados já é feita desde a existência das tecnologias da informação.

Porém, com a grande quantidade de dispositivos conectados à internet, além das mídias sociais, surgiu a necessidade de um sistema que fosse capaz de processar todos essas informações — o Big Data.

Assim, o grande diferencial do Big Data é justamente o modo como ele trabalha: com o cruzamento de dados das mais diversas fontes, para que a empresa possa obter insights de maneira rápida e eficiente, se destacando no mercado competitivo. Isso permite que se atenda às exigências dos consumidores de maneira mais ágil, inovando nos produtos e superando expectativas.

Sobretudo, trabalhar com o Big Data não envolve somente uma única fonte de dados, mas todas as formas possíveis que a empresa possui de obter informações. Logo, o segredo para o bom uso desse sistema não está relacionado única e exclusivamente à coleta de dados, como também a todo o seu processo de análise e compilação desses, extraindo tudo o que pode ser útil para o negócio.

Então, por que o Big Data é tão importante para a minha empresa?

Agora que você já conhece o é esse conceito, fica fácil entender a sua importância para qualquer empresa. O Big Data possibilita captar informações de mercado por meio dos consumidores, extraindo todos os dados possíveis — satisfações, insatisfações e necessidades.

Com a quantidade imensurável de dados gerados por empresas, aparelhos e pessoas, a Era do Big Data ultrapassa somente a captura de dados, se desdobrando em outros sistemas, como o Big Data Analytics — um software que realiza o tratamento de informações, transformando-as em conhecimentos úteis para as organizações.

Antes do surgimento do Big Data, as empresas faziam a análise de dados por meio de fórmulas matemáticas e técnicas avançadas de estatística e probabilidade — elas eram executadas manualmente. O resultado era uma capacidade reduzida de variáveis, além da elevada incidência de erros, já que os procedimentos eram complexos e estavam sujeitos à imprecisão.

Portanto, com o advento dos softwares de alta velocidade e capacidade, os cálculos não são mais necessários, pois são realizados pelos processadores, de maneira mais eficiente. Além disso, as informações captadas podem ser analisadas e compiladas rapidamente, de modo que se tornam uma estratégia para as empresas, e não somente mais um relatório sem utilidade.

Soluções em Big Data trabalham com algoritmos altamente complexos, agregando dados das mais diversas origens, fazendo o seu cruzamento e gerando conclusões essenciais para a tomada de decisões na organização, além da elaboração de estratégias para ter um diferencial no mercado competitivo. Usar esse sistema é implementar modelos analíticos que oferecem resultados expressivos.

Google, Linkedin, McDonald’s e eBay são somente algumas das empresas que utilizam o Big Data. A rede de fast food mais importante do planeta, McDonald’s, utiliza esse sistema para fazer o gerenciamento de todos os seus restaurantes — são mais de 34 mil, espalhados por todo o mundo, que atendem cerca de 70 milhões de pessoas!

A empresa coleta, analisa e combina os dados múltiplos de todas as suas lanchonetes, com o intuito de padronizá-los e, assim, compreender quais as preferências e expectativas do seu público, além de verificar como cada nicho se comporta em relação aos seus produtos.

Isso permite que o McDonald’s trate cada unidade como única, desenvolvendo produtos específicos para cada público, sem deixar a sua essência de lado. Já foram criados sanduíches que são comercializados somente em uma região do país, além de propagandas únicas, que atendem cada nicho de maneira única.

Até mesmo a logística do drive-thru é alterada em cada país, considerando as informações obtidas com o Big Data, como design, tempo de espera e reação dos consumidores na retirada dos produtos.

Como a análise de dados do Big Data otimiza processos na empresa

Pronto, agora você já conhece os motivos para usar o Big Data em sua empresa! Mas, como fazer a análise de dados pode otimizar os processos? Isso é possível pois as informações obtidas são transformadas em insights, que são valiosos para que o gestor tenha um rumo na tomada de decisão da empresa.

O sistema coleta dados “soltos” — oriundos das ações dos clientes — e os transforma em informações, que são analisadas e convertidas em conhecimento. Esse, por sua vez, é utilizado para tomada de decisões assertivas no negócio. Assim, o Big Data permite que se trabalhe com mais rapidez em relação aos concorrentes, com uma performance superior.

O Big Data funciona baseado nos 5 Vs:

  • Volume: esse V é o que mais falamos até agora. Ele se refere à grande quantidade de volume de dados que é gerada com o uso do Big Data;
  • Variedade: ter uma grande quantidade de dados não é exatamente um diferencial competitivo se todos são oriundos da mesma fonte, concorda? Por isso, a variedade é outra característica do Big Data, já que, quanto mais dados obtidos, maior é a diversidade de informações;
  • Valor: imagine que você direcionou todos os seus recursos para gerar uma determinada informação, porém, ela não tem nenhuma utilidade para sua empresa. O valor do seu trabalho será praticamente nulo, e, somente despenderá custos, sem retorno financeiro. Por isso, é importante compreender quais dados são úteis e devem ser captados, de acordo com o contexto e as necessidades da empresa;
  • Velocidade: esse V é o maior desafio do Big Data, pois, pela variedade e quantidade de dados gerados, é necessário que todo o procedimento seja feito rapidamente, para que as informações sejam geradas em tempo hábil;
  • Veracidade: a veracidade está relacionada à captura de informações verdadeiras. Devido ao grande volume de dados gerados, eles podem acabar confundindo o gestor, que deve ter cuidado ao analisá-los.

Depois de conhecer os 5 Vs do Big Data, vamos explicar como a análise de dados é importante e auxilia na otimização de processos. Vamos lá!

Permite a gestão eficiente dos dados

Com o grande volume de dados gerados pelos usuários, é cada vez mais vital para a sobrevivência da organização encontrar uma maneira de analisar e dar significado a esse conteúdo. Isso pode ser feito com o Big Data!

Porém, somente implementar esse sistema não garante que a obtenção de dados será benéfica para a empresa. É importante ter organização, já que a quantidade de informações é grande e elas podem acabar se perdendo pelo caminho. Assim, o indicado é que se mantenha um banco de dados métrico e organizado, com um sistema que alie suporte de TI e acesso rápido as informações, para que ele possa trabalhar com sua total eficiência.

Propicia um rumo para determinação da estratégia de marketing

O Big Data não apenas transforma os dados em informações, mas permite que outras ações sejam desenvolvidas, como a determinação de estratégias de marketing. Esse sistema possui um elevado potencial na condução de impactos significativos nesse aspecto, já que trabalha com conteúdo referente às ações dos usuários na rede.

Essa técnica se torna ainda melhor quando aplicada ao marketing digital, pois a análise de dados é ainda mais útil nessa área. Mas para que o plano de ação seja mais efetivo, é crucial testar e identificar qual o momento mais propício para fazer esse investimento, com uma avaliação do consumo e do melhor ambiente para a campanha — tudo feito com o Big Data!

Auxilia no acompanhamento das tendências do mercado consumidor

Mais uma vez, a análise de dados do Big Data se estende a outra área: fazer o acompanhamento das tendências de mercado. Essa análise é uma vantagem competitiva extremamente importante para as empresas, pois elas podem dar destaque a determinados produtos ou serviços no momento certo.

Além disso, com esse sistema também é possível definir qual o melhor perfil do consumidor, sem recorrer a estimativas que idealizam o segmento de mercado ideal. Afinal, o Big Data permite que se trace um perfil detalhado dos clientes de cada tipo de produto ou serviço, auxiliando ainda na conquista de novos mercados e, consequentemente, no aumento das vendas.

Os tipos de análise do Big Data

Até agora falamos muito da análise de dados do Big Data, mas não especificamos como ela é realizada. Essa ação é possível por meio do Big Data Analytics — um software que auxilia o gestor a compreender o que os dados gerados podem fazer, já que os caminhos analíticos são infinitos. A análise de dados pode ser dividida em quatro faces, que descreveremos a seguir. Vamos lá!

1. Análise descritiva

Compreensão dos acontecimentos em tempo real — é a expressão que define o que é a análise descritiva. É nela que a mineração de dados da cadeia de Big Data é realizada. Esse tipo de análise não foca o futuro, mas sim realizar uma análise da atual situação na empresa. Dessa maneira, as decisões que precisam ser tomadas imediatamente possuem um embasamento, sendo tomadas com segurança.

Esse modelo é utilizado nos mais diversos tipos de empresa. Um exemplo dessa aplicação é a análise de crédito realizada pelas organizações financeiras. Nessa atividade, é feita uma avaliação das informações individuais — do cliente, grupo social ou empresa —, com o intuito de compreender quais são os riscos da concessão de crédito. Toda essa pesquisa é realizada com base em informações que foram recolhidas por um tempo e armazenadas no banco de dados da empresa.

Ou seja, a análise descritiva trabalha com o histórico de dados atuais e cruzamento de informações, com o intuito de gerar um panorama preciso e claro para a empresa num determinado momento. É um método de visualizar dados e entender o que eles significam para a situação presente da empresa, além de relacioná-los com situações passadas e possíveis padrões futuros.

2. Análise preditiva

Esse tipo de análise Big Data é considerado o mais conhecido e utilizado pelas empresas. A análise preditiva trabalha a análise de um determinado cenário e traça as possíveis mudanças e tendências que possam vir a afetar o planejamento estratégico da empresa.

Fazer esse tipo de análise é uma via de mão dupla para a organização: enquanto é necessário lidar com um grande volume de dados imprevisíveis — oriundos dos mais diversos equipamentos digitais — a tecnologia se torna uma excelente companheira no momento da tomada de decisão, pois auxilia na previsão de acontecimentos futuros, baseada no histórico de mercado empresarial.

E não é só isso: quanto mais a tecnologia avança, maior é a capacidade de ferramentas como o Big Data de realizar uma mineração de dados eficiente, com total segurança. Dessa maneira, a análise preditiva consolida padrões e analisa qual a probabilidade de determinado resultado vir a ocorrer futuramente — estendendo sua ação além de uma simples análise de dados e captação de informações.

A principal ideia desse tipo de análise é auxiliar os gestores na tomada de decisões correta, já que eles deixam de se basear unicamente em sua intuição, passando a considerar um histórico concreto, com um prognóstico sólido para cada ação a ser tomada.

3. Análise prescritiva

A análise prescritiva possui a mesma lógica da preditiva, porém, possui objetivos diferentes. A primeira se relaciona com as possíveis ações num futuro, de acordo com as decisões que foram tomadas. Já a segunda, como já explicamos, identifica tendências futuras, também se baseando nas decisões que foram tomadas.

Para efeito de comparação: enquanto a análise prescritiva tem o intuito de trazer um panorama de quais produtos seriam mais desejados pelos clientes e seus impactos no montante de vendas da empresa, a análise preditiva estaria focada nas tendências do seu mercado consumidor.

Usar esse tipo de análise é a melhor maneira de saber qual será a escolha mais efetiva para a empresa em determinada situação. Além disso, ela possibilita ainda que se determine padrões e os filtre de acordo com o nicho de mercado, obtendo um público-alvo fiel para cada situação.

4. Análise diagnóstica

O foco da análise diagnóstica está na relação entre as causas e consequências que são detectadas na empresa, dentro de um determinado nicho. Ou seja, ela busca compreender as possibilidades da empresa, porém, sem detalhar os dados — como ocorre na análise descritiva.

Para que você compreenda melhor, vamos dar um exemplo: imagine uma empresa que execute determinada ação de marketing. Fazer esse tipo de análise é o caminho mais curto e ágil para que os impactos dessa atividade sejam avaliados, além de definir qual será o seu alcance após a realização.

A análise diagnóstica funciona como um relatório expandido. Quando feita em um grande volume de dados, ela permite ainda compreender quais foram os resultados de determinada decisão, servindo também para mudanças de estratégias que foram ineficazes ou reforçar aquelas que obtiveram resultados positivos.

Logo, a análise diagnóstica funciona por meio da coleta de dados de um determinado assunto específico, cruzando as informações para compreender como e quais os fatores influenciaram o resultado atual. A melhor maneira de utilizá-la é em conjunto com a análise preditiva, pois serve também como base para projeções futuras.

Os benefícios de analisar dados com uso de Big Data

Agora que você já conhece tudo sobre o Big Data, já está convencido a implementá-lo na sua empresa, não é? Se a sua resposta ainda for não, vamos citar aqui 4 benefícios desse sistema para que você não tenha mais dúvidas!

1. Custos reduzidos

Todo o sistema Big Data, com seus diversos tipos de análises, possibilita uma vantagem substancial à empresa: redução de custos. Muitas empresas implementam esse sistema para que ele atue em conjunto com outros tipos de tecnologias já utilizadas, incrementando sua atuação.

Como tem a capacidade de fazer a análise de dados de maneira rápida e eficiente, o Big Data auxilia também na prevenção de fraudes, de acordo com a análise do perfil de cada cliente — como já especificamos antes. Além disso, ajuda na previsão de flutuações mercadológicas e econômicas, tornando a tomada de decisões mais assertiva e o planejamento de investimentos mais seguro.

2. Tomada de decisões mais eficiente

Esse é um benefício que destacamos ao longo de todo o texto: ao fazer a análise de dados e cruzamento de informações, o Big Data traz como resultado um embasamento concreto para a tomada de decisões, inclusive em situações futuras.

E quando falamos em tomada de decisões, não estamos tratando somente de atitudes futuras, mas também aquelas que devem ser resolvidas no presente. O Big Data possibilita que se desenvolva produtos específicos para determinado público-alvo, de acordo com suas necessidades atuais, fidelizando clientes.

Muitas empresas utilizam esse sistema exatamente com o intuito de melhorar sua tomada de decisão presente, para posteriormente focar a análise de seus dados e previsões futuras de mercado.

3. Rápida análise de dados

Esse é outro tema que estamos focando desde o início do texto: a capacidade que o Big Data tem de fazer uma análise de dados rapidamente — mesmo que o volume seja grande. A verificação das informações é eficiente, resultando em uma resposta em tempo significativamente menor, especialmente quando comparada a outros tipos de análises.

E não para por aí: o Big Data realiza também a análise de dados não estruturados, já que é capaz de interpretar qualquer tipo de dados, mesmo que eles estejam desordenados. Isso possibilita verificar informações oriundas de diferentes fontes, aumentando a sua produtividade e estendendo a área de atuação da empresa.

4. Insights

Por fim, a análise de dados do Big Data resulta em insights que são utilizados pela empresa para basear suas decisões — sejam elas futuras, sejam elas presentes. Esses insights são obtidos nas mais diversas áreas da empresa, resultando em uma atuação conjunta com todos os setores, para que se atinja o objetivo esperado de maneira geral.

Para se ter ideia da importância desse software nas empresas, o Big Data se tornou crucial para a transformação digital dos negócios, em especial no varejo. Como as vendas dependem de um conhecimento profundo sobre cada nicho de mercado, é necessário trabalhar com um sistema que tenha capacidade de fazer a análise de dados e gerar informações que cumpram esse papel.

Ao fazer a transformação do volume de dados em inteligência, a empresa pode direcionar suas ações de marketing, já que tem total consciência das necessidades e preferência do seu público-alvo. Além disso, pode ainda agregar valor aos seus programas de fidelidade, com o entendimento do comportamento de compra do consumidor, e fazer também o acompanhamento das ações de marketing em tempo real, maximizando o ROI.

Como você viu até aqui, o Big Data não é somente uma tendência tecnológica — ele já se tornou uma opção crucial para a sobrevivência das empresas no mercado competitivo. É uma ferramenta que busca otimizar tarefas, analisando o comportamento dos clientes e desenvolvendo bases concretas para a tomada de decisões organizacional.

Gostou de conhecer mais sobre o Big Data? Se interessou por essa ferramenta? Então, entre já em contato conosco e saiba como implementá-la na sua empresa!

5 sistemas tecnológicos que auxiliam a gestão da empresa

Gerir uma empresa não é uma tarefa simples. Afinal, você precisa cruzar diversas informações para poder tomar decisões. Você já pensou em utilizar sistemas tecnológicos para te auxiliar nesta tarefa?

Pois saiba que, atualmente, há uma infinidade de soluções apropriadas para a sua empresa, independentemente do tamanho ou segmento de atuação. Nesta postagem, vamos apresentar 5 delas e mostrar como podem te ajudar! Boa leitura!

O que são sistemas tecnológicos?

Sistemas tecnológicos são ferramentas que possibilitam a organização de informações e automação de atividades de um empreendimento, trazendo mais agilidade aos processos e confiabilidade às informações. Independentemente do tamanho de sua empresa, sempre haverá um sistema capaz de suprir as suas necessidades de forma gratuita ou com preços moderados.

O que vai definir se uma ferramenta é adequada (ou não) à sua empresa é o nível das suas necessidades. Conheça 5 sistemas tecnológicos que são amplamente utilizados e como eles ajudam na gestão do seu negócio:

1. ERP (Enterprise Resource Planning)

Os sistemas de planejamento de recursos empresariais são uma excelente opção para gerenciar a sua empresa. Por meio deles, você conseguirá reunir todas as informações referentes ao empreendimento em um único sistema, desde o controle financeiro até dados de produção e de desempenho de vendas.

Além de unificar as informações, o ERP também gera relatórios e gráficos sobre elas, facilitando a compreensão e gerando insights que poderão trazer diferenciais competitivos para o negócio. Apesar de serem ferramentas de funcionamento complexo, são muito simples de serem utilizadas. Se você possui uma pequena empresa e não possui muitos recursos financeiros, existem algumas opções gratuitas.

Inclusive, é possível integrar uma grande quantidade de módulos para trazer mais funcionalidades, caso você precise. Existem ainda algumas opções de ERP com gerenciamento na nuvem, permitindo que você acesse todas as informações sobre a empresa de qualquer lugar do mundo, utilizando um smartphone, tablet ou computador.

2. CRM (Costumer Relationship Management)

Como o próprio nome diz, um sistema CRM é uma ferramenta para a gestão de relacionamento com seus clientes. Nela, ficam armazenadas todas as informações relacionadas ao seu cliente, como contato, últimas compras, valor de ticket médio, tempo de relacionamento e interações com a empresa.

Por meio dela, é possível traçar um perfil exato de seus clientes, trabalhar estratégias de retenção e reativação de clientes e avaliar qual a rentabilidade dele para o negócio. Essa ferramenta é tão essencial para a gestão de um empreendimento, que alguns sistemas ERP a possuem integrada às suas funcionalidades.

Umas das maiores vantagens de se utilizar um sistema de CRM é a possibilidade de sua equipe de vendas ganhar em produtividade ao direcionar seus esforços diretamente para o ato de vender e não desperdiçar o tempo preparando as informações para iniciar uma venda.

Algumas ferramentas também disponibilizam diversos treinamentos dentro delas, o que reduz o tempo de aprendizado sobre seu funcionamento e aumenta a eficiência de seus usuários. Acima de tudo, o CRM é uma ferramenta direcionada para aumentar a satisfação de seu cliente junto à sua empresa, então, é essencial utilizá-la com sabedoria.

3. Assinatura eletrônica

Imagine conseguir reduzir os níveis burocráticos do seu negócio, aumentar a eficiência e ainda aumentar a satisfação de seus clientes! Por meio de sistemas de assinatura eletrônica, é possível eliminar o constante vai e vem de documentos entre a empresa e o seu cliente.

Nesse sistema, ocorre a autenticação eletrônica de documentações importantes, como contratos de compra ou de prestação de serviços, com o mesmo valor jurídico de uma assinatura à caneta. Além de proporcionar agilidade aos processos, sua empresa economizará recursos como impressão e visitas desnecessárias aos clientes.

4. Cloud computing

Contar com um servidor de arquivos interno geralmente representa um custo alto, uma vez que, além da aquisição dos equipamentos necessários, você precisará manter um profissional especializado para realizar manutenções. Como opção, a contratação de serviços de cloud computing (armazenamento na nuvem) é uma excelente alternativa, pois não demanda uma estrutura complexa, assim como pode ser acessada de qualquer lugar e por meio de qualquer aparelho.

Atualmente, existem opções como o Dropbox e o Google Drive, que possuem um alto nível de segurança, então, você não precisa se preocupar com a possibilidade de perder seus arquivos ou com o roubo de informações, uma vez que somente pessoas autorizadas terão acesso ao seu cloud . Além de armazenar seus arquivos com segurança, eles oferecem um sistema de versionamento de arquivos, que possibilita a recuperação de arquivos alterados ou sobrescritos acidentalmente.

Essas duas alternativas que citamos são gratuitas até um certo volume de dados. Após alcançar o limite, você deverá pagar para utilizar o serviço. Contudo, existem diversos planos para cada necessidade, de modo que você poderá contratar somente o que precisa.

5. Gerenciamento de projetos

Se você está trabalhando em um projeto com sua equipe, um sistema de gerenciamento de projetos é exatamente o que você precisa. Por meio desses sistemas, é possível integrar todas as informações referentes ao desenvolvimento do projeto, verificar prazos, identificar os responsáveis por cada tarefa e acompanhar cada evolução.

Assim como os demais sistemas tecnológicos que apresentamos aqui, existem algumas opções gratuitas disponíveis, como o Trello e o Artia. Mas, se você precisa de um sistema mais completo, você poderá contratar outros sistemas capazes de suprir perfeitamente as suas necessidades.

Como vimos, existem diversos sistemas tecnológicos para te auxiliar nas tarefas de gestão de sua empresa, seja qual for a sua necessidade. A utilização desses sistemas permite maior agilidade nos processos, redução de custos (mesmo se você optar por sistemas pagos) e maior confiabilidade nas informações que embasarão a tomada de decisões.

Ao adotar qualquer um desses sistemas, é fundamental que todos os envolvidos compreendam a importância de utilizá-los e se comprometam a alimentá-los com informações precisas. Caso contrário, você terá um excelente sistema, mas com informações imprecisas ou incorretas, comprometendo a segurança na tomada de decisões e na predição de cenários.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre os sistemas tecnológicos e como eles podem auxiliar seu negócio, aproveite a visita ao nosso blog e veja nosso guia completo para investir em cloud em sua empresa!

Problemas na área fiscal e contábil e suas soluções

Fazer a análise dos números em uma empresa é uma ótima maneira de verificar como anda a sua saúde financeira. A área fiscal e contábil é o coração de uma organização e qualquer erro pode resultar em sérias consequências. Por isso, é extremamente importante ficar atento às falhas desse setor.

Em outras palavras: é preciso administrar com olhar clínico, entendendo os números relacionados aos processos contábeis, para interpretá-los corretamente e evitar decisões erradas que podem custar caro para a empresa. Sem conhecimento, os erros se tornam inevitáveis e, consequentemente, toda a organização acaba pagando.

Portanto, é extremamente crucial entender quais são os problemas do campo fiscal e contábil em uma empresa. Dessa maneira, é possível reconhecê-los e evitar que eles voltem a ocorrer. Quer saber quais são eles? Então vamos lá!

Principais erros na área fiscal e contábil da empresa

1. Falta de organização

A desorganização é uma das principais causas relacionadas aos erros fiscais e contábeis. Ela é responsável pelos pagamentos em duplicidade, juros resultantes de pagamentos atrasados, divergências de valores, omissão de lançamentos e o não cumprimento de leis trabalhistas e fiscais.

Apesar de parecer um erro inofensivo, a falta de organização pode levar a sérios problemas na empresa, sendo responsável até mesmo por perdas no fluxo de caixa. Por isso, é extremamente importante que todos os arquivos estejam organizados — independentemente se são notas, documentos fiscais ou pagamentos.

Tudo o que é declarado pela empresa deve ter uma comprovação — a cópia arquivada. Para facilitar esse procedimento, os documentos podem ser armazenados em nuvem, na sua versão digital, o que evita o acúmulo de papéis, além de facilitar o procedimento de busca pelos arquivos quando necessário.

Além de todo o procedimento para arquivar os documentos, também é indicado que o gerente responsável escolha uma data para fazer a atualização de registros e organização do setor fiscal, com o intuito de evitar possíveis problemas burocráticos, que podem resultar em multas com valores elevados.

2. Problemas na emissão de notas fiscais

Falhas na emissão de notas fiscais é outro problema na área fiscal e contábil que pode gerar muitas dores de cabeça para a empresa, com notificações e multas por parte da fiscalização. Portanto, toda a atenção nesse ponto ainda se torna pouco!

Na maior parte das vezes, os erros ligados à emissão de notas fiscais estão no preenchimento de alguns campos, como PIS, ISS e COFINS. Essas falhas podem resultar no pagamento extra ou no não pagamento de impostos, o que prejudica a empresa. Afinal, a sonegação de impostos é uma prática grave, que pode gerar multas, penhores ou notificações pelos órgãos de fiscalização.

Para evitar que esses erros aconteçam, uma dica é implementar na empresa a automatização do processo de emissão das notas fiscais. Assim, por meio de um software de gestão contábil, esse tipo de falha é eliminado, além de agregar valor à organização, que possui um diferencial no mercado.

3. Tarefas acumuladas

Esse é um problema da área fiscal e contábil muito comum em pequenas empresas, já que o número de funcionários é reduzido, mas a quantidade de tarefas que devem ser executadas é elevada. Apesar de não parecer uma dificuldade a ser enfrentada, esse hábito pode resultar em consequências que interferem no andamento de todo o negócio.

Isso porque muitas questões devem ser solucionadas pelo gestor, o que leva à sobrecarga de tarefas para ele. Assim, esse profissional acaba deixando algumas obrigações importantes de lado — como manter o setor contábil atualizado. Esse tipo de ação também leva à tomada de decisões incorretas, pela falta de tempo para realizar a gestão de dados na empresa.

4. Atraso nos pagamentos

Esse tipo de problema da área fiscal e contábil está diretamente relacionado ao que citamos anteriormente: com o acúmulo de tarefas, algumas obrigações são esquecidas, como os pagamentos — que podem ser os mais diversos possíveis, como contas de luz e telefone, fornecedores, encargos e até mesmo impostos.

Com a grande quantidade de pagamentos que uma empresa deve fazer mensalmente, o atraso dessa obrigação é mais comum do que se imagina. Porém, o não pagamento de contas gera uma grande quantidade de multas e encargos, levando a uma série de dificuldades para a organização, como desfalques no orçamento, falta de insumos, indisposições e processos jurídicos.

Para evitar o atraso nos pagamentos, é recomendado o uso de ferramentas que auxiliam esse tipo de processo, por meio de lembretes. Mas esse é um assunto para o próximo tópico!

Sistemas e softwares que ajudam a otimizar processos e evitar erros

Como já adiantamos, vamos mostrar agora alguns sistemas e softwares que auxiliam na otimização dos processos e reduzem significativamente a ocorrência das falhas que citamos anteriormente.

Uma empresa deve ter sua área fiscal e contábil sempre atualizada, se adaptando à evolução tecnológica, com o intuito de manter seu funcionamento adequado quanto às necessidades do mercado e de seus clientes. E não é só isso: a tecnologia também auxilia na melhoria de processos, que se tornam mais eficientes e ágeis.

Para tanto, é possível utilizar desde procedimentos mais simples, como a digitalização de documentos para armazenagem e lembretes para pagamentos, até métodos mais complexos, como o uso de serviços eletrônicos que possuem recursos para facilitar o acesso aos dados e mudanças no negócio.

E não para por aí: existem sistemas que facilitam ainda mais os seus processos da área fiscal e contábil, pelo seu método de funcionamento. Um exemplo é o Enterprise Resources Planning (ERP) — um software que visa à melhoria do desempenho, maximização de resultados e otimização de procedimentos.

O ERP é um software que permite a operacionalização das atividades, já que é um sistema com diversas ferramentas. Ele possibilita o compartilhamento de informações em tempo real nos mais diversos setores da empresa, além da uniformização dos processos, facilitando a coordenação das atividades, como pagamentos e emissão de notas fiscais.

Além disso, existem ainda outros tipos de programas próprios para a área contábil, que auxiliam na redução dos custos de tributos e impostos na empresa, como também permitem que ela se mantenha em dia com os órgãos ficais. Essas ferramentas garantem mais agilidade e segurança para a gestão, com a emissão de arquivos eletrônicos e relatórios integrados, evitando falhas primárias, como a falta de preenchimento de alguns campos.

Percebeu como é importante compreender quais são os problemas na área fiscal e contábil? Tendo conhecimento dessas falhas, é possível evitá-las com ou até mesmo solucioná-las com o uso de softwares e sistemas desse setor!

Quer saber mais sobre o assunto e se manter sempre atualizado? Então assine já a nossa newsletter e não perca nenhuma novidade!

Visão financeira unificada de Clientes e Fornecedores (mesma entidade)

Olá pessoal,

 

Um dos nossos clientes me questionou há alguns dias sobre o saldo financeiro final entre um cadastro de clientes e o cadastro de um fornecedor que no final é a mesma empresa, mas que em alguns momentos compram seus produtos, ou seja, é cliente e em outros momentos é um fornecedor, entregando alguns produtos.

A partir da PL06 da versão 9.2 o SAP Business One traz a opção de vincular um cadastro de cliente a um cadastro de fornecedor e dessa maneira consigo ver tanto o saldo de contas a receber quanto o de contas a pagar unificado.

Espero que gostem.

Abraços e ótima semana.