Não é novidade que, constantemente, o cenário fiscal brasileiro passa por alterações. Desta vez, a NFCOM está no centro dessas mudanças, na qual o modelo 62 substituirá o modelo 21 a partir de 1° de novembro de 2025.
Tal mudança, que vem sendo implementada gradualmente, tem o intuito de modernizar e simplificar o processo de emissão e gestão de documentos fiscais. Por sua vez, esse novo processo traz uma série de impactos para as organizações do setor.
Isso é, a partir da implementação do novo modelo, as empresas precisarão se adaptar a fim de garantir a conformidade e aproveitar ganhos como redução de custos operacionais, segurança e otimização da fiscalização por órgãos complementares.
Quanto a isso, compreender tais impactos é essencial para assegurar que a empresa esteja a par dos desafios e oportunidades que o novo formato da NFCOM pode apresentar.
Para explorar mais sobre este tema, preparamos esse texto exclusivo. Confira os tópicos que serão abordados:
- O que muda, na prática, com o novo modelo da NFCOM?
- Como a NFCOM pode impactar as organizações?
- Como um ERP pode ajudar?
Vamos começar!
O que muda, na prática, com o novo modelo da NFCOM?

Na prática, a mudança prevê a substituição das notas modelos 21 e 22, utilizadas, respectivamente, para comunicação e telecomunicação, para a 62, quando houver a realização de serviços como provimento de banda larga e telefonia fixa.
A partir de novembro, as empresas de telecom precisarão, obrigatoriamente, adotar o novo modelo da Nota Fiscal Fatura de Serviços de Comunicação Eletrônica – o NFCOM.
Essa mudança para o modelo 62 irá trazer diversas vantagens, principalmente, para a simplificação e automatização do processo de emissão das notas, que nos modelos anteriores precisavam ser feitas de forma manual.
Dessa forma, mais do que facilitar a rotina das organizações, essa alteração também traz à tona a necessidade de as empresas abandonarem práticas ineficientes de gestão.
Como a NFCOM pode impactar as organizações?

O novo modelo da NFCOM irá trazer impactos positivos e organizações. Para conhecer mais a fundo, vamos começar falando dos ganhos:
Automação e redução de custos
Com a digitalização dos documentos, são eliminados custos como impressão, armazenamento físico, entre outros. Além disso, com a automatização, é reduzida a necessidade de intervenção manual, o que diminui erros e favorece a otimização de tempo para a equipe.
Melhoria com os órgãos fiscais
A transmissão eletrônica das informações será enviada em tempo real para a Secretaria da Fazenda (SEFAZ), garantindo maior transparência e conformidade. Isso reduz, drasticamente, a probabilidade de multas por erros e inconsistências no preenchimento de documentos.
Segurança
Com a validação eletrônica, os dados conferem maior segurança aos processos. Na prática, a NFCOM se torna menos suscetível a fraudes e falsificações, protegendo tanto a empresa quanto cliente.
Otimização
Por ser um formato digital, é simplificado o armazenamento de documentos fiscais. Isso promove acesso mais rápido, facilitando a consulta e ganho de tempo.
São diversos pontos positivos. Mas, e os obstáculos?
Adaptação e treinamento
Considerando a brevidade que o novo modelo se aproxima, a transição exige que a equipe fiscal e de TI sejam treinadas para utilizar o novo formato e entender as novas regras.
Conectividade
Como o sistema depende da comunicação online, problemas de conexão com a internet ou instabilidades com os servidores do governo podem atrasar a emissão de notas fiscais, podendo impactar a operação da empresa.
Readequação de processos internos
A mudança da NFCOM não se limita apenas à tecnologia, mas exige uma reavaliação completa dos processos internos de emissão e gestão de documentos. Dessa forma, as organizações precisam redesenhar seus fluxos de trabalho para se adaptarem ao novo ambiente digital.
Investimento em tecnologia
Essa, sem dúvidas, é considerada a principal barreira para as empresas que têm a necessidade de adquirir ou atualizar sistemas de gestão que sejam compatíveis com o novo modelo.
Ou seja, embora a NFCOM traga ganhos e desafios na mesma proporção, proporciona benefícios a longo prazo, como maior eficiência, redução de custos e segurança para as organizações.
Como um ERP pode ajudar?

Como mencionado anteriormente, a tecnologia é considerada o calcanhar de Aquiles para diversas organizações. E, em se tratando da migração para o novo modelo, o apoio de um ERP robusto trará muito mais segurança e agilidade neste processo.
Considerando que todas as empresas serão obrigadas a se adequarem a este novo modelo, ter um sistema de gestão como aliado nesta transição será fundamental para garantir maior eficiência nas operações, uma vez que o sistema tem a capacidade de armazenamento de dados e registros, facilitando consultas e conformidade com o Fisco.
Além disso, ao eliminar dores na execução e gaps que gerem riscos de conformidade, as empresas passam a ter uma gestão 360° de toda sua cadeia operacional, obtendo insights em tempo real que informem seu desempenho e ajustes que deverão ser feitos.
Ao escolher o melhor software para ajudar na adaptação da NFCom, é importante dar preferência pela solução que melhor se adequar ao perfil da empresa, suas metas e necessidades, além de ter sua eficácia comprovada no mercado.
E, se contar, ainda, com a ajuda de uma consultoria especializada no segmento, a qual tenha ampla experiência no setor de telecomunicações para conduzir o negócio no melhor caminho a ser seguido, o sucesso durante o processo será ainda maior.
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Conclusão
A mudança da NFCOM vem totalmente ao encontro do momento da revolução tecnológica que o mercado vive, se mostrando como uma tendência que, certamente, veio para ficar.
Além de ser uma obrigatoriedade legal, as empresas devem enxergar essa mudança como um passo importante em prol da automatização e digitalização de suas operações, elevando sua eficiência e mitigando riscos que possam prejudicar sua continuidade.
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