Como fazer importação? Confira 8 dicas

Importar produtos tem sido uma tendência entre es micro e pequenas empresas, pois é uma ótima maneira de fazer sua empresa crescer, e o principal motivo são os baixos preços das mercadorias no exterior, contudo, é preciso saber como fazer a importação de produtos.

Em nosso País existe uma série de documentações e licenças obrigatórias para as empresas que querem importar e conhecê-las é essencial para evitar dores de cabeça e a apreensão das mercadorias na alfândega.

No post de hoje, traremos algumas dicas sobre quais são essas documentações que você precisará para importar. Boa leitura!

Quais tipos de empresa podem realizar importações?

Apesar de nosso País possuir uma grande quantidade de regras e muita burocracia, não existem limitações para a constituição jurídica de uma empresa que quer importar. Micro e pequenas empresas, e até MEIs, podem realizar importações, contanto que sigam a legislação e observem suas obrigações.

Quais as modalidades de importação?

Existem três tipos de importação que podem ser realizadas atualmente em nosso País:

Pessoa Física

Nessa modalidade, qualquer pessoa física pode realizar importações sem a necessidade de cadastros e licenças, contanto que não exceda o montante de US$ 50,00. Caso esse limite seja excedido, poderá ocorrer a incidência de Imposto de Importação (II).

Vale ressaltar que a isenção de tributação ocorrerá apenas se o exportador também for pessoa física.

Pessoa Jurídica até US$ 3 mil

Quando se realiza a importação por meio de um CNPJ no valor de até US$ 3.000, é preciso realizar o cadastro no SISCOMEX. Contudo, a importação poderá ser simplificada por meio do Importa Fácil dos Correios, onde eles se responsabilizam pelo desembaraço aduaneiro e emitem a Declaração Simplificada de Importação (DSI).

Pessoa Jurídica acima de US$ 3 mil

Para importações acima de US$ 3.000, é preciso tirar uma gama maior de documentações e tirar mais licenças. Para te auxiliar, é preciso seguir o passo a passo abaixo de nossas dicas.

1. Tenha uma empresa legalizada

O primeiro passo é possuir uma empresa totalmente legalizada para poder fazer as importações. Se você já tem uma empresa, tenha a certeza de que não existem pendências legais ou junto ao fisco.

Na documentação da empresa deverá constar a atividade de importação e exportação de produtos, pois é somente assim que você poderá tirar as demais licenças e registro necessários.

2. Tire o RADAR

Para importar é preciso que a empresa esteja habilitada no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (RADAR), que consiste em uma senha para operar o Sistema Integrado de Comércio Exterior (SICOMEX).

O SISCOMEX é uma ferramenta digital por onde o Governo controla o comércio exterior brasileiro, tanto de importação quanto de exportação, e proporciona um fluxo único de informações, reduzindo controles paralelos das operações a demanda de documentações.

Para retirar a habilitação RADAR/SISCOMEX o representante legal da empresa deverá comparecer a uma unidade da Receita Federal.

3. Procure por bons fornecedores estrangeiros

É preciso investigar todas as informações relativas a um fornecedor antes de realizar uma compra a fim de garantir que os produtos possuem qualidade e estão de acordo com as normas de segurança brasileiras.

Atualmente, existem diversas empresas que possuem representantes no Brasil, contudo, a importação é feita diretamente do fabricante internacional para o importador brasileiro. Nesses casos, o representante se encarrega, apenas, das negociações.

Outra forma de conhecer novos fornecedores e conhecer suas qualidades é a participação em feiras de negócios no Brasil ou internacionais.

4. Faça um pedido de cotação

Após definir um fornecedor, é preciso realizar um pedido de cotação e solicitar a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que consiste em um código de oito dígitos e que serve para identificar, no próprio SISCOMEX, quais as alíquotas incidentes de sua importação.

5. Monte uma planilha de custos

Essa planilha de custos servirá para auxiliar o importador a avaliar a viabilidade da importação, verificando se, com a adição de todas as taxas e alíquotas, o valor mínimo de venda ainda estará competitivo no mercado interno.

Além dos custos de compra e alíquotas é preciso adicionar outros valores como:

  • Custos de frete internacional;
  • Seguro;
  • Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • PIS/PASEP;
  • COFINS;
  • Despesas Bancárias;
  • Taxas portuárias e de armazenagem;
  • ICMS;
  • Taxas aduaneiras e;
  • Frete interno.

Para calcular o preço mínimo de venda, é preciso somar todos esses custos e dividir pela quantidade total de produtos adquiridos, adicionando-se a margem de lucro desejada.

6. Negocie com o fornecedor

No momento da negociação, é preciso deixar bem claro todos os termos referentes à importação do produto, como a modalidade de pagamento e prazo de entrega.

Todas essas informações deverão estar contidas na INCONTERMS, um documento que formaliza todas essas condições e que poderá ser solicitado pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) a qualquer momento.

7. Veja se o produto precisa de uma licença de importação

Antes de finalizar a compra, certifique-se se o produto importado precisa, ou não, de uma licença de importação (LI). Por meio do Simulador de Tratamento Administrativo de Importação do sistema do Siscomex é possível saber se a importação precisa de uma LI e, ainda, aponta qual o órgão responsável pela liberação.

Caso seja necessária, a LI deverá ser emitida pelo órgão brasileiro responsável pela liberação que analisará o tipo de produto importado.

8. Utilize a tecnologia a seu favor

A adoção da tecnologia é altamente recomendável para qualquer empresa, já para as que querem fazer a importação de produtos, ela é obrigatória!

Atualmente, existem diversos tipos de software de gestão de empresas (ERP) que podem atender às necessidades de sua empresa, contudo, é preciso que eles sejam passíveis de integração com as mais diversas ferramentas de monitoramento e gestão de importação para garantir a seguridade dos processos.

Apesar de ser um tanto burocrático, o processo de importação é fácil de se fazer, tudo o que você precisa é conhecer as normas de importação de nosso País, seguir nossas dicas e ir atrás de todas as licenças necessárias.

Caso você não se sinta seguro para tomar a frente de todas essas operações, existe a opção de contratar uma empresa especializada na importação e exportação de produtos, contudo, elas costumam cobrar uma porcentagem em cima de cada transação.

Agora que você já sabe como fazer a importação de produtos, deixe suas dúvidas e opiniões em nossos comentários e interaja com a gente!

Como fazer exportação: descubra já!

Exportar os produtos da sua empresa se apresenta como uma grande opção, principalmente em momentos de instabilidade econômica interna, como a que estamos vivenciando hoje em nosso País. Contudo, é preciso saber como fazer exportação dentro da lei, ou essa solução pode virar um problema.

Exigências legais e fiscais, taxas e impostos são assuntos que o empresário deverá conhecer, profundamente, para conseguir exportar seus produtos sem encontrar obstáculos e evitar a prejuízos.

Está interessado em exportar seus produtos? Então esta postagem foi feita para você! Descubra mais sobre as vantagens ao trabalhar com a exportação de produtos e veja algumas dicas!

Quais as vantagens de exportar produtos?

Exportar produtos, como dissemos, é uma excelente alternativa para momentos de instabilidade econômica interna, pois possibilita a empresa a crescer de maneira estruturada, mas somente isso não pode ser considerado motivo o suficiente para tomar essa decisão.

Vamos conhecer mais algumas vantagens?

Diversificação de mercado

Sem dúvida, uma empresa que trabalha com exportação possui uma diversificação de mercado muito mais ampla, aumentando a sua carteira de clientes de forma exponencial e, consequentemente, encontrando mais e melhores oportunidades de negócio.

A diversificação permite, ainda, eliminar a sazonalidade da venda de produtos, tornando-a independente do clima e de temporadas do mercado interno.

Aumento de produção

Para suprir as demandas internas e externas, as empresas aumentam a sua produtividade, tanto em volume, quanto em qualidade. Esse aumento se reflete no volume de capital recebido pela empresa, permitindo novos investimentos na expansão da estrutura e atualização de maquinários.

Ao aumentar o volume de produção, a empresa passa a realizar compras de volume, o que proporciona negociações com descontos maiores, reduzindo o custo unitário da produção e tornando os preços de venda mais competitivos.

Redução da carga tributária

Ao exportar, a empresa passa a se beneficiar de uma série de mecanismos que auxiliam na redução de tributos inerentes ao mercado interno, são os incentivos fiscais. Esses incentivos possuem a finalidade de reduzir a carga tributária das empresas exportadoras para que consigam praticar preços mais competitivos no mercado exterior.

Esses são apenas algumas das vantagens que se obtém ao trabalhar com exportação, mas antes de começar, é preciso saber o que você precisa para exportar.

Quem pode exportar?

Pela legislação brasileira não existem restrições no que diz respeito a quem pode exportar. Tanto as pessoas físicas quanto as jurídicas precisam se inscrever no REI (Registro de Exportadores e Importadores).

Após a realização da inscrição, é possível realizar e processar suas operações de exportação no SISCOMEX, que é a ferramenta responsável pelas as informações relativas à exportação e importação em nosso País.

Como fazer exportação de produtos?

Antes de qualquer coisa, é preciso que a empresa esteja em dia com todas as suas obrigações junto ao Governo e à justiça, então, é preciso “arrumara casa”. A regularização das atividades de sua empresa é essencial mesmo que você não pretenda exportar, mas se pretende, ela é imperativa.

Com todas as obrigações em dia, o próximo passo é tirar o RADAR (Registro de Habilitação no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros), que permite à Receita Federal rastrear as atividades da empresa no comércio internacional.

Além de obrigatório para todas as empresas que pretendem exportar, é por meio do RADAR que a empresa pode habilitar os operadores que irão operar a plataforma do SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior).

O SISCOMEX é a ferramenta que integra, em um único ambiente, o registro, acompanhamento e controle das operações de comércio exterior de todas as empresas, de maneira totalmente segura e automatizada.

Após os registros, é preciso que a empresa planeje de forma detalhada como serão as estratégias e processos de importação a serem adotados. Nessa etapa, contar com um analista de comércio exterior é muito interessante, pois ele possui toda a expertise necessária para fazer com que as exportações sejam um sucesso.

Infelizmente, é comum que empresas iniciem suas exportações e pouco tempo depois desistam por falta de um planejamento ou por não estruturar as atividades corretamente.

Para quem exportar?

Outra grande dificuldade da exportação é encontrar o parceiro comercial ideal. Não pense que essa é uma dificuldade apenas das empresas brasileiras, pois ela é apontada por empresas do mundo todo como a maior barreira na exportação de produtos.

Atualmente, existem algumas plataformas que facilitam a conexão entre exportadores e importadores de diversos países, como a Vitrine do Exportador, uma ferramenta que tem por objetivo a divulgação de empresas nacionais, no mercado internacional.

O que eu preciso saber para exportar?

Agora que você já compreende um pouco mais sobre o processo de exportação, vamos a algumas dicas essenciais para que você possa exportar sem problemas.

1. Conheça o perfil de seus clientes

Assim como para o mercado interno, conhecer o perfil de seu público e entender as suas necessidades é parte fundamental do processo de exportação. Para isso, é preciso realizar pesquisas de mercado de maneira constante e compreender a cultura do local para onde se pretende exportar.

2. Conheça a legislação específica do local

Cada País possui sua própria legislação em relação aos diversos segmentos de mercado e conhecê-las é essencial para evitar que suas mercadorias fiquem presas nas aduanas ou que sejam devolvidas por algum tipo de inconformidade legal.

3. Invista em embalagens resistentes

O processo de transporte das mercadorias é longo e está sujeito a diversos tipos de manipulação e a utilização de uma embalagem resistente é essencial para garantir a integridade física de seus produtos.

É importante observar, ainda, se a utilização de determinadas cores não é considerada negativa no País de destino, evitando constrangimentos ou perdas.

4. Faça seguro de suas remessas

O transporte de mercadorias está sujeito a diversos imprevistos que poderão ocorrer como acidentes, desastres naturais e extravios, por isso, a adoção de um seguro é essencial, pois previne que sua empresa fique no prejuízo caso alguma coisa aconteça.

5. Invista em tecnologia

Possuir um sistema completo e que permita rastrear de forma rápida e simples o status de uma negociação ou do transporte da mercadoria é essencial. A tecnologia é uma grande aliada de todos os exportadores e não deve, em hipótese alguma, ser deixada de lado ou negligenciada.

Por meio dela é possível garantir a segurança e a qualidade das transações realizadas entre o exportador e o importador.

Além dessas dicas e informações existem diversos outros fatores que precisam ser levados em conta antes de iniciar a exportação de produtos.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre como fazer exportação dos produtos de sua empresa, siga nossas redes sociais e fique por dentro de mais informações essenciais como esta!

O que é a indústria 4.0 e como ela afeta a sua empresa?

O conceito de indústria 4.0 tem se difundido cada vez mais. Afinal, com a chegada da transformação digital, fica impossível que as indústrias não modifiquem seus processos para incorporar as inovações tecnológicas.

No entanto, como a evolução tem se dado a passos largos, uma verdadeira revolução industrial ocorreu, gerando o que chamamos de Indústria 4.0. Por isso, preparamos um post especial para que você entenda todo esse processo:

O que é a indústria 4.0

A indústria 4.0 é um processo de revolução das práticas industriais que busca trazer máquinas totalmente conectadas via web para que todos os sensores integrados a ela compartilhem dados constantemente para otimizar e melhorar a produção. Essa tecnologia pode aproveitar todas as informações dos sensores dos componentes existentes, atuando como um hub para a coleta de dados. Isso permite manutenção preditiva e otimização da máquina. Além disso, os dados também podem ser analisados ​​para melhorar o design de futuras máquinas.

Essa conectividade constante vai remodelar muitos dos processos industriais mais antigos. Por exemplo, a integração será levado ao limite máximo: assim que um lote de produtos for produzido, haverá o envio automático de uma mensagem para o departamento logístico que poderá organizá-lo para o estoque ou para o transporte. No estoque, os sensores podem controlar o prazo de validade de cada produto e, durante o transporte, eles ajudaram a avisar a empresa e os clientes a respeito do status de entrega.

A indústria 4.0 também pode facilitar a personalização em massa: uma das grandes novidades trazidas por esse modelo é o uso de impressora 3D para fabricar vários produtos. Assim, o cliente pode ordenar um produto de acordo com as suas especificidades e a impressora dará conta de produzi-lo. As possibilidades são infinitas e vão desde da personalização de roupas até a personalização de carros e próteses com impressoras 3D.

Desse modo, a Quarta Revolução Industrial, revolucionará a indústria de produção e produção, integrando a Internet das Coisas (IoT) , a integração de dados, a computação em nuvem e outros avanços tecnológicos no coração dos sistemas de produção e fabricação.

Dois conceitos são fundamentais para entender o processo: 1) a computação em nuvem e 2) o IoT. A computação em nuvem está conectada à internet e permite o acesso remoto a serviços, aplicativos e dados armazenados. A IoT usa a nuvem e automatiza processos em objetos sincronizados com a Internet, como automóveis habilitados para Internet e sistemas de iluminação. A Indústria 4.0 usa a computação em nuvem e a IoT para levar processos que estão sendo gerenciados internamente por pessoas e máquinas e movê-los para a nuvem. Aqui, poderão ser gerenciados de qualquer lugar do mundo.

A Quarta Revolução Industrial desafiou o modo tradicional de fabricação e sistemas de produção em fábricas que atualmente funcionam com sistemas centralizados e off-line que não estão interligados. Essas fábricas podem em breve evoluir para fábricas inteligentes com a capacidade de gerenciar problemas e processos internos sem muita interferência humana.

Pilares da quarta revolução industrial

A primeira revolução industrial introduziu, pela primeira vez, o uso de máquinas que não utilizavam a mão de obra humana ou animal para realizar trabalhos. Pela primeira vez, os processos físicos e químicos eram utilizados para colocar máquinas para trabalhar e produzir em massa. Com o tempo, essa revolução foi modificando completamente a infraestrutura e trouxe os trens a vapor, que trouxeram uma rapidez enorme para a distribuição da produção.

A segunda revolução industrial é tipicamente vista como o período em que a eletricidade e os equipamentos elétricos começaram a ser introduzidos dentro da fábrica. Isso permitiu uma redução da poluição nas cidades e um ambiente industrial mais salubre. Além disso, ela é caracterizada por revoluções conceituais, pois, a partir da primeira revolução, alguns teóricos passaram a refletir sobre os modos de otimizar a produção das fábricas. Com isso, surge também a linha de montagem sequencial, em que cada operário fica responsável por um etapa da fabricação.

A terceira revolução industrial teve tudo a ver com o surgimento de computadores, redes de computadores (WAN, LAN, MAN), o aumento do uso da robótica na fabricação, a introdução da conectividade e, obviamente, o nascimento da Internet. A grande novidade que essa fase trouxe foi a possibilidade do compartilhamento ultrarrápido de informações. Assim, empresas multinacionais puderam movimentar seus capitais com muito mais facilidade e muitos processos físicos foram transportados para o mundo digital.

Na quarta revolução industrial, passamos de “apenas” à Internet e do modelo cliente-servidor para a mobilidade onipresente, a ponte de ambientes digitais e físicos, a convergência de TI e todas as tecnologias mencionadas a seguir (Internet of Things, Big Data, cloud, etc.) permitem à indústria 4.0 um ambiente de automação e de otimização de maneiras totalmente novas que levam a amplas oportunidades para inovar e levar a indústria a um próximo nível:

Big data

Com a internet, as empresas estão tendo acesso a uma quantidade maciça de dados, mas a questão permanece: o que essas empresas estão fazendo com isso? O Big Data em informações úteis que podem ser convertidas em conhecimento. Isso pode ser usado para identificar tendências, padrões e relações entre insumos, processos e saídas, possibilitando melhorias em várias plataformas de fabricação.

Realidade aumentada

Esse conceito foi popularmente difundido mundialmente por meio de jogos e aplicativos como o Pokémon Go. A realidade aumentada permite que imagens aumentadas sejam colocadas em frente ao mundo real. Outras empresas introduziram essa tecnologia em seus negócios e aplicativos como a IKEA, a qual permite que os clientes vejam como os móveis vão se parecer em uma sala existente em sua casa usando dados com base em tamanho e cor.

Os fabricantes poderiam usar essa tecnologia para mostrar aos clientes quais seriam seus produtos sem criar uma cópia física. Dessa forma, eles são capazes de demonstrar como seria um produto ou como funcionaria sem a despesa de um teste físico.

Simulação

A simulação é o que o termo mesmo indica: uma forma de imitação de uma situação, processo ou ambiente. Muitas empresas em todo o mundo em todas as áreas estão começando a utilizar realidades virtuais dentro de seus próprios negócios, incluindo o setor médico. Alguns planos de saúde simulam como será a temporada de epidemias de verão em determinado ano a fim de programar seu orçamento.

Os fabricantes podem utilizar a simulação para fins de treinamento, mostrando aos trabalhadores o risco de trabalhar em um chão de fábrica sem EPIs, sem ter que estar em um ambiente físico perigoso, por exemplo.

Internet das Coisas

A Internet das coisas envolve a conexão da internet com os itens do dia a dia para que eles possam enviar, receber e processar dados. Isso pode levar a uma diminuição no tempo de produção, gerenciamento de risco e economizará recursos valiosos de fabricantes, como tempo e dinheiro.

Computação em nuvem

É o uso de uma rede de servidores remotos para armazenar, gerenciar e processar dados. Isso pode ser muito benéfico para as as fábricas, que podem trazer seu próprio conhecimento e experiência para todas as situações de vendas, além de introduzir processos de desenvolvimento de novos produtos mais rápidos, liberando novos produtos para o mercado em períodos de tempo mais curtos.

Cibersegurança

Ao utilizar a Internet de Coisas e a computação em nuvem dentro de sua empresa pode oferecer uma série de benefícios, todos precisam ser protegidos. A maioria dos fabricantes quer proteger seus dados mais valiosos, incluindo propriedade intelectual, dados sobre clientes e seus produtos.

As possibilidades são amplas: segurança para proteger sistemas contra ataques cibernéticos, redes para apoiar as operações distribuídas dos sistemas, técnicas de jogo para promover a interação e visualização do usuário, além de engenharia de software e inteligência artificial para construir capacidade autônoma nos sistemas para operações inteligentes.

Integração de sistemas

Esta tecnologia permite que diferentes sistemas de computador sejam ligados entre si, permitindo a comunicação real e a transmissão de dados entre sistemas, pois o software pode atuar como um todo coordenado. Isso é ideal para todas as empresas de fabricação, já que as máquinas de toda a fábrica podem ser conectadas juntas em toda a linha de produção, garantindo que tudo funcione de forma suave e eficiente.

Fabricação aditiva

Os dados de design digital 3D são usados ​​para construir um componente em camadas, depositando materiais. Os fabricantes de aviões, por exemplo, podem considerar o uso de impressão 3D para peças mais leves que não tenham sido preenchidas com excesso de material. Isso pode ser benéfico à medida que as peças mais leves fazem para um avião mais leve, usando menos combustível, mas viajando a velocidades mais altas.

Sistemas Autônomos

A tecnologia autônoma permite máquinas e robôs a atuarem e se comportarem de forma autônoma depois de serem programados para fazê-lo. Essa tecnologia permite que os sistemas pensem, atuem e reajam de forma autônoma, o que também permite que as decisões sejam feitas remotamente. Isso pode contribuir para a competitividade, a produtividade e, obviamente, a rentabilidade de uma empresa.

Indústria 4.0 e suas aplicações

É impossível resumir todas as aplicações que a Indústria 4.0 traz para o mundo dos negócios. Por isso, vamos trazer duas grandes inovações que só foram possível após a quarta revolução industrial:

A Internet dos Serviços (IoS)

É fácil ver que, no mundo de hoje, todos nós estamos interconectados por meio da internet — seja em nossas casas seja na rua com nossos smartphones. Assim, a indústria pode se aproveitar desse fato para criar produtos, com otelefones inteligentes, tablets, laptops, TVs superconectados entre si. Com isso, o consumidor não busca mais comprar um produto apenas, mas uma experiência.

Desse modo, se antes a preocupação de um fabricante de TV era produzir aquela com a melhor imagem, hoje em dia, ele precisa se preocupar com uma televisão que também oferece serviços, como a integração com o Netflix, o Youtube etc. Isso muda também a forma como o chão de fábrica é organizado. Os equipamentos precisam conversar entre si para otimizar a produção.

Smart Factory

As fábricas inteligentes são uma característica chave da Industry 4.0. Uma fábrica inteligente provavelmente adotará um robô computadorizado que será capaz de gerir a planta de operações sozinho. É um sistema capaz de lidar tanto com o mundo físico quanto com o virtual. Tais sistemas são chamados de “sistemas de fundo” (back end) e, de certa forma, operam atrás da cena.

Com isso, surgem 5 princípios essenciais à transformação digital provocada pela Indústria 4.0:

  • Interoperabilidade : objetos, máquinas e pessoas precisam ser capazes de se comunicar por meio da Internet das Coisas e da Internet das Pessoas. Esse é um fator essencial que de fato torna uma fábrica inteligente
  • Virtualização : os sistemas responsáveis pela automação da fábrica devem ter a capacidade de criar e representar uma cópia virtual do mundo real. Esses sistemas também devem ser capazes de supervisionar os objetos presentes no ambiente da fábrica. Em outras palavras, é necessário ter uma cópia virtual de tudo o que ocorre fisicamente
  • Descentralização: é a capacidade dos sistemas de automação para trabalhar de forma independente. Isso dá espaço para produtos personalizados e resolução de problemas. Isso também cria um ambiente mais flexível para a produção. Em casos de falha, a questão é delegada em um nível superior. No entanto, mesmo com essas tecnologias implementadas, a necessidade de garantia de qualidade continua sendo uma necessidade em todo o processo
  • Capacidade em tempo real: É preciso coletar dados em tempo real para tornar uma fábrica inteligente e ser possível de armazená-los ou analisá-los para tomar decisões eficientes de acordo com novas descobertas. Isso não está limitado apenas às pesquisas de mercado, mas também a processos internos, como algum defeito de uma máquina na linha de produção. Objetos inteligentes devem ter a capacidade de detectar falhas e delegar novamente tarefas para outras máquinas. Isso também contribui muito para a flexibilizar e otimizar a produção.
  • Orientação de serviço: a produção deve ser orientada para o cliente. Pessoas e objetos/dispositivos inteligentes devem se conectar eficientemente por meio da Internet dos Serviços para criar produtos de acordo com as especificações do cliente. É aqui que a Internet dos serviços se torna essencial.
  • Modularidade: em um mercado dinâmico, a capacidade de uma Fábrica Inteligente de se adaptar a um novo mercado é essencial. Em um caso típico, provavelmente levaria uma semana para que uma empresa média estudasse o mercado e mudasse sua produção de acordo. Por outro lado, as fábricas inteligentes devem ser capazes de se adaptar rapidamente e suavemente às mudanças sazonais e às tendências do mercado.

Como a indústria 4.0 afeta o mercado

Nós mencionamos alguns benefícios, mas vejamos um pouco mais algumas das principais vantagens. O objetivo essencial da Indústria 4.0 é tornar as indústrias de manufatura e as atividades relacionadas — como a logística — mais rápidas, mais eficientes e mais centradas no cliente, ao mesmo tempo que vão além da automação e otimização e detectam novas oportunidades de negócios. Por isso, vamos resumir alguns dos principais benefícios do Indústria 4.0:

Aumento da produtividade por meio da otimização e automação

A otimização de processos e o aumento de produtividade são os primeiros benefícios que os fabricantes veem. É também um dos primeiros objetivos dos projetos de Indústria 4.0. Em outras palavras: ela atua economizando custos, aumentando a lucratividade, reduzindo o desperdício, automatizando para evitar erros e atrasos, acelerando a produção para trabalhar mais em tempo real. Tudo isso para superar a enorme competitividade global na qual a velocidade é crucial para todos.

Conforme uma pesquisa feita nos EUA, os sinais de que os investimentos são feitos nessas áreas são claros. Mais uma vez, não é uma coincidência que, do ponto de vista das despesas, o caso de uso número um em que os fabricantes investem seus orçamentos Internet de Coisas (IOT) são operações de fabricação (um enorme US $ 102,5 bilhões em um total de US $ 178 bilhões em todos os casos de uso de fabricação em 2016) . A Industry 4.0 oferece várias soluções para otimizar, desde a utilização otimizada de ativos e processos de produção mais suaves até uma melhor logística e gerenciamento de inventário.

Dados em tempo real para uma cadeia de suprimentos em tempo real em uma economia em tempo real

Muitos dos benefícios da melhoria da produtividade são mais sobre os objetivos internos e a otimização de processos. No entanto, ao mesmo tempo, vários pontos também se encaixam numa perspectiva de maior centralização do cliente.

A Indústria 4.0 é sobre todo o ciclo de vida de produtos e fabricação, obviamente, não se mantém sozinho. Se você olhar para toda a cadeia de valor e o ecossistema dentro dos quais as operações de manufatura residem, há muitos interessados ​​envolvidos. Eles são todos os clientes. E os clientes também querem uma maior produtividade, independentemente de onde eles se localizam na cadeia de suprimentos.

Se o cliente final quiser bons produtos rapidamente e aumentou as expectativas em relação à experiência, qualidade, serviço e produtos do cliente que são fornecidos no tempo exato que desejam, isso afeta toda a cadeia de suprimentos, até a fabricação e além. A velocidade não é apenas uma vantagem competitiva, também é uma questão de alinhamento, custos e criação de valor para atender às expectativas de clientes.

Como saber se minha empresa está preparada

Não ignore o inevitável

Novas tecnologias estão se desenvolvendo rapidamente. Embora possa ser tentador ter uma abordagem de “esperar e ver” para as próximas mudanças, os executivos e empresários precisam permanecer vigilantes. Monitorar as tecnologias emergentes, observar o que os concorrentes estão fazendo e começar a pensar sobre como você implementará essas novas tecnologias.

Teste antes de comprar.

Em um ambiente que muda rapidamente, pode ser difícil decidir quais tecnologias e tendências transformarão sua empresa positivamente e o que poderia acabar com um complemento caro e ineficaz. O planejamento e o teste são fundamentais. Não compre o hype; compre a solução que vai funcionar para você.

Crie um plano para a reciclagem de funcionários atuais e para o recrutamento para as habilidades que você não pode treinar.

A Indústria 4.0 exigirá novas habilidades e os fabricantes precisarão atrair e treinar o talento certo. Os programas de treinamento existentes podem precisar ser expandidos para incluir novas tecnologias que são introduzidas no mercado. Os fabricantes também precisam recrutar novos funcionários para a Indústria 4.0, que podem diferir de como eles fizeram isso no passado. Em vez de se concentrar em diplomas e certificados, as empresas devem se certificar que os novos empregados tenham as habilidades corretas.

Implementar, testar, revisar e repetir.

Manter-se à frente da competição durante a Indústria 4.0 exigirá uma constante iteração e flexibilidade. Não se trata de comprar software e, em seguida, ver o novo sistema jogar. Para competir na Indústria 4.0, os fabricantes devem ser flexíveis e ágeis diante da mudança.

Preparando a empresa para a indústria 4.0

Uma parte chave da Indústria 4.0 é a capacidade de adquirir e processar dados de sensores e dispositivos inteligentes incorporados em máquinas ou processos. Esses dados são convertidos em informações úteis para diversas aplicações, como diagnósticos preditivos, otimização de processos e integração máquina-máquina.

Por isso, além de cuidar do treinamento e dos recursos humanos, é preciso preparar uma infraestrutura adequada para a Indústria 4.0, como:

  • Instalação de sensores nas máquinas e a adoção de um sistema integrado para reunir e processar todas as informações
  • Drivers conectados a sensores externos de dados críticos, como temperatura, velocidade, fluxo, posição, torque e corrente
  • Codificadores digitais para que as informações inseridas nos sistemas digitais possam gerir automaticamente as máquinas
  • Suporte para todos os principais protocolos de Ethernet industriais para aumentar a compatibilidade entre aparelhos e permitir uma comunicação fácil e ágil na fábrica
  • Um sistema de nuvem capaz de transmitir, em tempo real, as informações do chão de fábrica e da logística para os gestores em seus dispositivos móveis etc.

Como você deve ter percebido, a indústria 4.0 é um conceito bem complexo e que é assunto para muita conversa. Mas, essencialmente, o que você precisa entender é que um novo modelo de produção veio para ficar, e a automação e a robotização por meio de sistemas integrados em nuvem é uma necessidade para quem deseja mais produtividade.

Por isso, não deixe de procurar um consultor para entender como implementar a Indústria 4.0 na sua empresa. Não se esqueça de que não há modelo pronto e você deverá adaptar o conceito à realidade da sua empresa.

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Conheça 8 benefícios das soluções SAP para as empresas

Você utiliza as soluções SAP na sua empresa? Caso a sua resposta tenha sido negativa, nós acreditamos que tenha chegado o momento de você rever as suas atitudes, no que se refere ao uso de ERPs.

O SAP, sigla em inglês para  Sistema Integrado de Gestão Empresarial, é um sistema de gestão para empresas, desenvolvido por uma empresa da Alemanha e integra todos os setores de uma organização. A ideia é oferecer às empresas uma visão de negócio completa, permitindo que os empresários acompanhem tudo o que se passa em seus estabelecimentos, mesmo não estando presentes de forma física no local.

É comum que muitos empreendedores até conheçam o sistema SAP, mas não o implantam por pensarem que se trata de algo muito caro ou com uma plataforma muito difícil de se lidar. Isso não é verdade! Além de ter um valor que condiz com aquilo que oferece, o SAP também proporciona muitos benefícios para as empresas.

O nosso assunto de hoje é justamente este: os benefícios que as soluções SAP podem proporcionar para a sua empresa. Quer saber detalhadamente quais são eles? Então continue a leitura e fique bem informado sobre o assunto agora mesmo.

1. Melhorias na comunicação

De acordo com a professora e pesquisadora de relações-públicas, Cleuza Gimenes Cesca, em seu livro Comunicação dirigida escrita na empresa, a maior parte dos problemas que existem em uma organização são decorrentes da falta de comunicação e integração entre os setores ou departamentos.

Tento implantado o sistema SAP, as empresas eliminam boa parte dos problemas causados pela falta de comunicação, uma vez que o sistema atua de forma integrada e permite o registro de informações de tudo aquilo que está sendo ou que foi realizado.

Dessa forma, todos os colaboradores terão acesso às informações necessárias para fazer o seu trabalho, não deixando de fazer uma tarefa importante por esquecimento ou por não saber que aquilo era necessário.

2 . Escalabilidade

As soluções SAP são sistemas facilmente escaláveis. Isso quer dizer que é fácil adicionar novas funcionalidades no sistema, se assim for necessário. Sempre que for preciso, o programa permite que sejam inseridos novos departamentos, por exemplo. Isso ajuda a sempre acompanhar o crescimento da empresa.

Assim, se a sua empresa tinha antes uma parte do sistema para controlar o financeiro e outra para o departamento de recursos humanos, mas sentir a necessidade de ter um gerenciamento no setor de logística, a título de exemplo, isso pode ser adicionada de forma prática e rápida.

3 . Agilidade

Vivemos em uma época em que tudo acontece muito rápido e precisamos ser ágeis e multitarefa para dar conta de toda a demanda necessária. O sistema SAP, dentro desse contexto, pode ser um grande aliado para você.

O programa é extremamente ágil e possibilita a realização de buscas muito rapidamente, tornando o dia a dia muito mais otimizado. Isso tudo contribui muito para o aumento da produtividade dos funcionários, que poderão até mesmo atuar em menor número em cada setor, uma vez que muitas tarefas poderão ser automatizadas.

4. Aumento da competitividade

O cenário empresarial local é extremamente competitivo, de modo que, quem não pensa de maneira estratégica, logo é passado para trás e ultrapassado pela forte concorrência, que só aumenta em praticamente todos os setores.

Um sistema SAP também contribui para que a sua empresa seja mais competitiva, pois com os processos internos mais organizados e acontecendo de maneira correta, você poderá dedicar mais tempo para ações estratégicas e não apenas operacionais.

5. Simplicidade

Não é necessário ser nenhum gênio da informática para saber lidar com um sistema SAP. Qualquer pessoa com conhecimentos mínimos no setor, que saiba realizar atividades básicas em um computador, como acessar à internet e redigir textos, por exemplo, pode operar o programa com maestria.

O layout e os comandos do programa são bastante intuitivos, de modo que todos os trabalhadores da empresa poderão manipular as informações do programa, sem que sejam cometidos erros. Além disso, o programa também pode ser acessado por smartphones e tablets, fazendo com que as informações sejam acessadas e atualizadas em qualquer local, com mobilidade.

6. Diminuição de custos

Ao contratar soluções SAP, você não pode pensar que está gastando dinheiro, mas sim fazendo um investimento na sua empresa, que ocasionará uma diminuição significativa nos custos que você possui para manter o seu negócio em pleno funcionamento.

O sistema, por permitir que tudo seja feito de maneira automatizada, fará com que muitos gastos possam ser revistos e, até mesmo, extintos da sua organização, que terá um saldo muito mais positivo ao final do mês, operando sempre no azul.

7. Controle de dados

Controlar o acesso de dados sempre foi uma tarefa um tanto quanto complicada para as empresas, pois nem todas as informações devem ser disponibilizadas a todos os colaboradores da organização.

Com as soluções SAP, você poderá definir quais informações poderão ser de acesso de cada colaborador, que faz login no sistema com usuário e senha. Assim, informações mais sigilosas como as que dizem respeito às finanças da organização e o fluxo de caixa podem ficar disponíveis apenas para os responsáveis por essa área e os gestores da empresa, por exemplo.

8. Inteligência estratégica

A inteligência estratégica ou inteligência competitiva, segundo o pesquisador Larry Kahamer, é um programa implantado nas empresas que visa a coleta e análise de dados sobre a organização, que podem ser comparados com informações colhidas das concorrentes.

A ideia da inteligência estratégica de mercado é utilizar desses dados para melhorar a cultura organizacional, desenvolver mais as estratégias que envolvem o cumprimento das diretrizes organizacionais como a missão, a visão e os valores da empresa e assim se destacar no mercado.

Os dados disponibilizados pelos sistemas SAP são muito importantes e podem ser muito úteis para as empresas que desejam implantar um programa de inteligência competitiva e se destacar ainda mais.

Viu quantos benefícios as soluções SAP podem proporcionar para a sua empresa? Então você está esperando o quê? Entre em contato conosco e solicite agora mesmo um orçamento para implantar essa tecnologia na sua empresa. Temos certeza de que você terá muitos ganhos e benefícios.

 

O poder de delegar: como adotar uma postura descentralizadora

A rotina do empreendedor e dos gestores de empresas, de um modo geral, é desafiadora. Há uma série de compromissos para cumprir, telefonemas a dar, reuniões a realizar, decisões a tomar, etc.

Com isso, a jornada de trabalho se torna muito curta para dar conta de todos os eventos programados para o dia, ou mesmo para a semana. Os líderes acabam não se dando conta de algo muito importante: o poder de delegar.

Somado à diversidade de tarefas e a escassez de tempo, muitos líderes modernos ainda enfrentam outro desafio: a mania de centralização. Não tem como negar. A maioria dos gestores de empresas ainda acredita que devem ser os responsáveis pela execução exitosa das tarefas e que podem dar conta de tudo sozinhos.

O problema é que essa crença, muitas vezes, acaba limitando o desempenho do próprio gestor ou sacrificando a sua vida pessoal, pois o líder acaba passando mais horas no trabalho para tentar realizar todas as tarefas.

Ocorre que nem todas as atividades que devem ser desempenhadas na empresa precisam ser feitas pelo gestor. Em outras palavras, o trabalho em equipe pode se mostrar mais eficaz e a delegação de tarefas pode ser uma boa estratégia para alcançar o sucesso e a eficiência operacional.

Mas, se você costuma enfrentar problemas com a sobrecarga de trabalho e adotar uma postura mais centralizadora, esse post pode te ajudar a ampliar a visão e entender os benefícios da delegação.

Aqui, daremos 6 dicas de como delegar funções de maneira segura e prática, sem prejudicar a qualidade dos trabalhos internos. Quer saber como fazer isso? Então, é só prosseguir na leitura. Confira!

1. Estabeleça prioridades

Como já foi mencionado, a rotina do líder moderno é bastante intensa e há uma série de atividades a realizar e compromissos a cumprir. Porém, nem todos eles gozam do mesmo grau de complexidade e importância.

Sendo assim, é preciso definir os eventos mais salutares, que demandam a execução pessoal pelo gestor e que não seriam realizados com a mesma proficiência se fossem feitos por terceiros.

É preciso estabelecer prioridades e organizar as tarefas segundo o seu grau de relevância e complexidade, para a regularidade e eficiência dos trabalhos da organização.

O gestor deve reservar para si as tarefas que necessitam de decisões estratégicas ou que exijam conhecimento técnico mais aprimorado e sobre o qual ele tem domínio.

A partir disso, sabendo-se claramente quais tarefas dependem exclusivamente do líder e quais podem ser eficazmente desempenhadas por outro colaborador, é hora de partir para os próximos passos.

2. Escolha criteriosamente os colaboradores delegatários

Para ser exitosa, a delegação exige que o agente responsável pelo cumprimento da tarefa possa desempenhá-la de forma bem sucedida, com o mesmo grau de zelo e profissionalismo com que o líder faria.

Para tanto, na hora de delegar, é preciso que o gestor conheça a sua equipe e tenha ciência das habilidades e capacidade técnica dos seus colaboradores.

Muitas vezes, o colaborador possui mais conhecimento em determinada área do que outro colega, contudo, tem mais habilidade prática e poder de direção. Tudo isso deve ser analisado. Nessa hora, é preciso que o líder tenha sensibilidade para escolher qual a melhor opção e quem seria a pessoa mais indicada para executar aquela tarefa.

Aqui, é importante deixar claro que, quando se fala que o colaborador responsável pela execução da atividade deve ter o mesmo grau de zelo do seu líder, não quer dizer que o gestor deve exigir que a tarefa seja desempenhada da mesma forma que ele faria. Não se pode exigir perfeição.

É preciso lembrar que as pessoas são diferentes e que cada um pode adotar seus próprios métodos, desde que estes sejam hábeis a conduzir ao mesmo resultado final.

Então, o importante aqui é o resultado, a qualidade técnica do processo quando finalizado.

3. Seja claro sobre o que espera

Para obter os resultados que você almeja com a delegação de funções, é importante ser claro sobre o que é esperado do colaborador, como ele deve realizar as tarefas, que proveito a empresa precisa obter com ela.

Nessa etapa, é preciso perceber que a clareza é a chave para uma descentralização de funções bem sucedida. Muitas vezes, o que pode parecer óbvio para uma pessoa, pode passar despercebido por outra. Por isso, a dica é falar expressamente sobre os processos e sobre os resultados almejados.

4. Estabeleça prazos

Outro ponto essencial quando se fala em delegar funções é estabelecer prazos para o desempenho delas.

Isso tem até um pouco a ver com a necessidade de clareza, mencionada anteriormente.

Para que o gestor possa contar com a ajuda dos seus colaboradores, sem prejuízo da higidez e normalidade dos processos internos, é preciso que haja certa previsibilidade com relação aos prazos.

A estipulação de um tempo para a realização da atividade vai trazer mais segurança e certeza para ambas as partes, evitando pressões ou prejuízos ao trabalho.

5. Acompanhe o desempenho

Delegar tarefas é um ato que pode ser realizado de maneira eventual (naqueles dias em que a rotina está muito abarrotada) ou permanente (descentralização duradoura da atividade).

A duração da delegação vai depender da situação e estrutura interna de cada organização.

Mas aqui vale a dica de já ir capacitando os seus colaboradores para assumirem novas funções dentro da empresa, atividades de maior complexidade e importância. Isso, além de ampliar a autonomia do pessoal, também promove mais inovação e proatividade na sua equipe.

Para que os processos sejam bem executados, é essencial que haja um acompanhamento por parte do gestor. Verificar se o subordinado está se saindo bem, se compreendeu as orientações passadas, se está enfrentando alguma dificuldade no processo, ou se está com alguma dúvida.

Acompanhar o desempenho da equipe evita surpresas indesejadas e contribui para o êxito e normalidade dos trabalhos.

6. Demonstre gratidão e recompense os méritos

A melhor forma de estimular uma postura positiva da sua equipe é demonstrando gratidão pelo trabalho realizado e recompensando o mérito do seu pessoal.

Se o colaborador deu o seu melhor, trabalhou com afinco e até mesmo superou as suas expectativas, por que não dizer isso a ele e ser grato pelo resultado alcançado?

O reconhecimento pelo líder é um importante estímulo para o colaborador, contribuindo decisivamente para a motivação e dedicação ao trabalho, o que elevará, consequentemente, a sua produtividade.

Por mais talentoso e exímio que um gestor possa ser, é preciso ter sempre em mente que o talento pode até vencer alguns jogos, mas somente o trabalho em equipe ganha campeonatos.

E então? Gostou do nosso artigo sobre como adotar uma postura mais descentralizadora dentro da empresa e conseguiu entender um pouco mais sobre o poder de delegar funções? Tem mais alguma dúvida ou conhece alguma outra forma de promover uma delegação eficiente? Deixe seu comentário!

Como lidar com a falta de mão de obra adequada?

Encontrar mão de obra adequada, no Brasil, tem sido uma missão quase impossível. Apesar de todo o crescimento econômico que o país teve desde a década de 70, o desenvolvimento profissional do brasileiro não seguiu o mesmo ritmo.

Mas, então, como conseguir a mão de obra ideal para sua empresa? Se você está com essa dúvida, veio para o lugar certo!

No post de hoje, falaremos um pouco mais sobre essa questão que afeta a maior parte das companhias brasileiras e, também, daremos algumas sugestões para lidar com ela. Boa leitura!

A escassez de mão de obra adequada

Apesar do período de recessão pelo qual passamos nos últimos anos, o Brasil apresentou um grande crescimento econômico desde a década de 70, o que proporcionou às empresas a possibilidade de expansão de suas atividades.

Nesse contexto, começaram a surgir cada vez mais cargos que exigem profissionais adequados. Contudo, o desenvolvimento profissional dos brasileiros não acompanhou o mesmo ritmo das empresas, o que acabou gerando o “apagão de mão de obra qualificada”.

Mas de quem é a culpa por esse apagão? Bem, não existe um único culpado nesta história, mas sim alguns fatores que, com certeza, reforçaram tal quadro.

O primeiro deles é, sem dúvidas, a defasagem da educação nas escolas brasileiras. Atualmente, nossas instituições possuem um ensino muito fraco e que não proporciona ao aluno o desenvolvimento de seu pensamento crítico e raciocínio lógico.

Já houve casos em que alunos universitários apresentaram analfabetismo funcional. Ou seja: apesar de saberem ler e escrever, são incapazes de realizar uma análise de texto e executar operações matemáticas simples.

O segundo fator que podemos citar é a falta de especialização. É importante compreender que, independentemente de qual seja o cargo, um profissional que possui algum tipo de capacitação, seja tecnólogo ou bacharelado, consegue produzir mais, com mais qualidade e em menos tempo.

Infelizmente, a busca por cursos de capacitação não é algo comum ao brasileiro. Afinal, uma grande parte da força de trabalho atual não possui nem a formação no ensino fundamental.

Claro que cursos de capacitação não significam que uma pessoa vai desenvolver um trabalho melhor do que outra que não o tem apenas devido a um certificado. Existem muitas outras nuances que permeiam esse quadro.

Mas a culpa é só do colaborador? Não! Muitas empresas subutilizam a força de trabalho que já possuem e acabam direcionando o profissional certo para a função errada, gerando insatisfação e perda nos níveis de produtividade.

As formas de contornar esse problema

Como resolver a questão da mão de obra inadequada? Veja algumas dicas para lidar com essa situação em sua companhia:

1. Direcionando o perfil para a vaga certa

Um dos maiores problemas em uma empresa é colocar profissionais sem o perfil adequado em determinadas funções. Uma pessoa comunicativa e dinâmica não terá seu potencial 100% explorado em uma linha de produção, onde o serviço é totalmente mecânico.

Para ilustrar, vamos imaginar um publicitário, com um perfil totalmente dinâmico, trabalhando em uma máquina na qual ele precisa apertar um botão por repetidas vezes. Com certeza, ele seria um profissional subutilizado e que, em pouco tempo, sairia da empresa por insatisfação.

O contrário também pode acontecer, principalmente quando promovem um funcionário antigo para um cargo de liderança. Ou, então, quando o tiram do setor em que possuía um ótimo desempenho sem que ele possua o perfil adequado àquela vaga.

Em ambas as situações, o resultado é a insatisfação com a vida profissional e a perda da motivação no trabalho. Isso gera um alto grau de rotatividade na companhia, ou seja, um aumento de gastos com rescisões e novos processos de contratação, além da perda de todo o conhecimento acumulado pelo colaborador.

2. Fazendo a retenção de talentos

Você se lembra do nosso publicitário na linha de produção? E se a empresa tivesse percebido seu talento e o colocado no setor de marketing? Com certeza, a história seria outra, não é mesmo?

Pois é, a organização perdeu uma ótima oportunidade por não fazer uma boa retenção de talentos e não saber reconhecê-lo, não sabendo tirar o máximo da situação. Ao identificar os talentos de sua empresa, procure direcioná-los para as funções que demandam o seu perfil. Mantenha-os motivados e satisfeitos com o trabalho e você colherá bons frutos no futuro.

3. Oferecendo treinamento

Há um excelente colaborador na equipe, que possui o perfil exato para uma vaga, mas ele não domina nenhum conhecimento teórico sobre as atividades que vai exercer. O que você faz?

A maioria dos empresários prefere contratar uma pessoa de fora para ocupar o cargo, o que gera mais custos com todo o processo de seleção e contratação. Contudo, oferecer um curso ou treinamento para o funcionário já contratado pode ser uma opção melhor.

Apostar no capital humano que a empresa já possui e fazer uma boa gestão de pessoas é, sem dúvidas, o melhor investimento para driblar a escassez de mão de obra, além de motivar a equipe por meio de seu desenvolvimento profissional.

4. Criando uma política de benefícios

Ao oferecer benefícios atraentes ao seu público interno, você consegue fazer a retenção de talentos dentro da empresa, diminuindo a rotatividade de colaboradores.

Uma política de benefícios eficiente deverá levar em conta o momento atual da vida do funcionário. Ou seja: um trabalhador de 20 anos possui uma necessidade diferente de um com 40. Portanto, crie faixas de benefícios.

Para os mais novos, por exemplo, ofertar cursos é mais interessante. Já para os que possuem famílias formadas, a assistência médica e o auxílio creche podem ser as melhores opções. Tudo depende da percepção da empresa e das reais necessidades de cada colaborador.

Como vimos, a deficiência de mão de obra qualificada é uma realidade em nosso país que demorará a ser totalmente solucionada. Cabe às empresas o investimento no capital humano, a fim de minimizar esse tipo de problema, ao passo que os colaboradores devem buscar por qualificação e certificação fora do ambiente organizacional.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a deficiência de mão de obra adequada nas empresas, curta nossa página no Facebook e fique por dentro de muitos outros conteúdos essenciais como este!

Como saber qual é a qualidade em recursos humanos da minha empresa?

O sucesso de uma empresa está intimamente ligado ao bom relacionamento de todas as suas áreas, inclusive aquelas que não estão diretamente relacionadas as vendas, como o setor de recursos humanos, que possui grande relevância dentro da organização.

O departamento de RH é um dos principais em qualquer empresa, pois, ao contrário do que muitos acreditam, ele não tem a função somente de selecionar candidatos para cargos específicos, mas vai muito além disso, com funções relevantes para o funcionamento correto da empresa — como coordenar a gestão comportamental e emocional dos funcionários, analisar recursos e oferecer soluções satisfatórias, entre outras.

Por isso, é tão importante para uma empresa compreender qual a sua qualidade em recursos humanos! Quer saber como fazer isso e garantir o sucesso do seu negócio? Então vamos lá!

Qual a importância do RH para uma empresa?

Como já dissemos, a área de recursos humanos é crucial em uma empresa, pois ela coordena a adequação dos funcionários à suas funções, e também a satisfação destes. Com a globalização e o desenvolvimento de sistemas tecnológicos, ficou cada vez mais fácil disseminar informações, o que elevou também as exigências por qualidade, até mesmo no ambiente de trabalho.

Nesse contexto, percebeu-se como a qualidade em recursos humanos é crucial, já que ela garante a satisfação dos funcionários e, consequentemente, resultados positivos para a organização. É esse setor que responde pela gestão eficiente dos profissionais, sempre de acordo com os objetivos e valores da empresa.

Assim, a gestão de recursos humanos é o setor da empresa que desenvolve as políticas de convivência entre os profissionais e colaboradores, transformando o ambiente de trabalho em um local agradável para todos. Ele também participa ativamente pela criação de iniciativas que demonstrem a importância de cada funcionário para a empresa.

O sucesso de um negócio está fortemente relacionado com o esforço de cada colaborador para cumprir suas funções de forma eficiente. Uma organização que se interessa pelos seus funcionários, toma atitudes para mantê-los entusiasmados e envolvidos com o trabalho, tendo como resultado uma maior produtividade e melhor controle financeiro.

Com todas essas funções, já deu para perceber como a qualidade em recursos humanos se torna crucial para uma empresa, não é? Quer saber como fazer essa análise? Então continue sua leitura!

Como verificar qual a qualidade em recursos humanos em minha empresa?

Agora que você já conhece a importância do RH para uma organização e como ele é crucial para o sucesso de qualquer negócio, vamos mostrar algumas dicas de como verificar a qualidade desse setor e permitir que ele contribua para resultados positivos nas atividades da empresa. Vamos lá!

1. Funcionários integrados

Como já falamos aqui, uma das principais funções do RH em uma empresa é garantir a satisfação dos funcionários. Porém, essa tarefa vai muito além de compreender as suas necessidades, é preciso promover a integração dos colaboradores.

Imagine que você acabou de admitir em sua organização um funcionário extremamente competente, um talento para a empresa. Mas o setor de recursos humanos não fez a integração deste profissional de maneira adequada à equipe. Apesar de, à primeira vista não parecer um fato crucial, ele acaba trazendo problemas posteriores.

O colaborador vai ter que aprender como a equipe trabalha, quais as funções de cada membro e como eles desenvolvem suas tarefas diariamente. Essa pesquisa vai demandar um certo tempo, que poderia ser utilizado pelo profissional para exercer seu trabalho.

Portanto, o ideal é que se tenha um período determinado para a integração dos funcionários — em torno de três meses. Para garantir que isso será feito pelo RH, pode-se investir em treinamentos constantes, mostrando a importância dessa atitude para a empresa.

Vale ressaltar: os funcionários da área de recursos humanos devem estar bem preparados para desempenhar suas funções e, consequentemente, permitir que outros profissionais também atuem com eficiência.

2. Suporte eficiente aos colaboradores

Mais uma vez, a qualidade em recursos humanos de uma empresa está relacionada com a satisfação dos seus colaboradores. É fundamental que esse setor se mantenha atualizado sobre as atividades desenvolvidas em todas as áreas da empresa, controlando-a de uma maneira global.

Isso é importante, pois alguns problemas em qualquer departamento podem resultar em efeito dominó, podendo chegar a uma paralisação geral. Mas, quando se tem um controle total, é possível verificar as falhas no momento em que elas estão ocorrendo, ou até mesmo antes, atuando com correções preventivas. Esse papel é essência para o RH e permite que a organização continue a operar da forma esperada.

3. Necessidade de um padrão

Assim como o RH deve sempre buscar maneiras de atender as necessidades dos funcionários, criando um ambiente apto para que eles desenvolvam suas funções, ele também deve garantir que estas estão sendo cumpridas de maneira adequada e de forma correta. E para isso deve ser utilizado um padrão de avaliação!

Esse padrão auxilia os profissionais desse setor na análise de outros colaboradores, sem se deixar influenciar por outros aspectos. Além disso, é possível fazer uma comparação igualitárias, já que a avaliação foi a mesma para todos. A qualidade em recursos humanos não existe sem um padrão de avaliação.

4. Criatividade

O setor de recursos humanos possui inúmeras funções em uma empresa que necessitam de funcionários criativos, como treinamentos, campanhas relacionadas a parte social, processos motivacionais, entre outras atividades voltadas para o bem-estar dos funcionários.

Todas essas tarefas permitem um maior entrosamento dos funcionários, não somente dentro da mesma equipe, mas também com outros departamentos. Essa integração resulta em mais comunicação entre os colaboradores, que podem utilizar as informações para melhorar os seus serviços, reduzindo retrabalhos e erros.

5. Relação com a produtividade da empresa

Quer saber qual a qualidade em recursos humanos da sua empresa? Então se pergunte: qual a relação desse setor com a sua produtividade? A resposta dirá muito sobre a eficiência desse departamento. Como tem acesso as diferentes áreas da organização, o RH tem o papel de dar coesão ao desenvolvimento delas, participando ativamente da atuação e elaboração das tarefas.

Isso envolve a implantação de programas de otimização de processos, gestão do tempo e de qualificação das tarefas, para verificar corretamente como as atividades estão sendo desenvolvidas, analisando se o planejamento foi adequado e propondo mudanças com o intuito de melhoria contínua.

Percebeu como a qualidade em recursos humanos é crucial para o sucesso de uma empresa? Portanto, não deixe de dar a atenção merecida a esse departamento, já que ele trata da satisfação dos funcionários e qualidade das atividades desenvolvidas, que são o índice de resultados positivos na organização!

Gostou das nossas dicas para verificar a qualidade em recursos humanos em uma empresa? Quer ficar por dentro de todas as novidades no assunto? Então nos siga nas redes sociais! Estamos no Twitter, Facebook, G+, Pinterest e Linkedin!

Gestão empresarial: por que fazer padronização de processos?

Com a alta competitividade dos mercados atualmente, a administração e a gestão empresarial ganharam um lugar de muito destaque. Afinal, para vencer outros negócios, é essencial garantir a padronização de processos dentro da empresa. Dessa forma, a empresa atinge uma maior eficiência com custos menores — o que traz preços mais competitivos e maior satisfação dos clientes.

Assim, a gestão empresarial é o processo pelo qual uma empresa induz seus funcionários a produzirem os maiores resultados com o mínimo de esforço usando os recursos disponíveis para eles. Por isso, é essencial conhecer as melhores práticas atuais e fazer seu negócio atingir patamares ainda maiores:

A importância da gestão empresarial

Você já se perguntou o que torna uma gestão bem-sucedida? Um gerenciamento efetivo é aquele que, de fato, orienta o funcionário para um caminho de trabalho eficiente e produtivo.

Assim, um bom gerente não pedirá aos funcionários que façam algo que ele mesmo não possa fazer. Na verdade, uma gestão eficaz envolve a direção e organização de pessoas ou recursos sob a influência, para garantir uma melhor coordenação, produtividade e o melhor resultado positivo possível em qualquer campo.

Quando uma empresa começa suas operações, metas específicas são configuradas, o que só pode ser alcançado se todas as partes da organização funcionarem de forma conjunta e eficiente. O gerenciamento adequado garante que cada parte da empresa trabalhe para alcançar um objetivo comum sem desordem.

A gerência planeja, executa e equilibra os recursos de uma empresa de forma a que a produção de trabalho seja máxima para atingir os objetivos da organização rapidamente, mantendo a qualidade do trabalho. Na ausência de gerenciamento adequado, diferentes seções continuam a atingir alvos individuais. No entanto, um objetivo comum pode não ser alcançado, o que levará a atrasos, perdas e produção de baixa qualidade.

Quando os recursos de uma empresa são efetivamente gerenciados, o desperdício é reduzido, diminuindo assim os custos gerais e alcançando o estado de “otimização de recursos”. Isso significa que a empresa está obtendo lucros, não só a partir da produção, mas também de uma melhor utilização da entrada.

A utilização adequada dos recursos e o desperdício reduzido impedem tanto o emprego quanto a exploração dos recursos. A gerência pode identificar recursos que são escassos e encontrar alternativas para o mesmo, reduzindo assim o custo novamente.

O gerenciamento controla a divisão efetiva do trabalho, especialização e alocação de recursos. Isso cria um fluxo uniforme de trabalho e especifíca limites de responsabilidades, autoridade e direitos, que não se sobrepõem. Essa estrutura é necessária, pois esclarece a cada funcionário sua posição e campo de influência na organização.

Em tal cenário, todo funcionário conheceria seus direitos básicos, deveres, superiores e subordinados imediatos, além do conhecimento das oportunidades que o esperavam, à medida que sua relação com a empresa cresce.

A empresa deve ser mantida de forma que os fatores externos do mercado não prejudiquem o seu funcionamento. Isso requer mudanças efetivas que precisam ser feitas na empresa, sem prejudicar a sua posição ou seus demais trabalhadores. Sem uma gestão adequada, isso não será possível.

O gerenciamento proporcionará maior estabilidade e adaptabilidade à empresa, ajudando a sobreviver às condições de mercado e a crescer com o tempo. Além disso, os trabalhadores não ficariam apreensivos com a perda de seu emprego, o que, por sua vez, os ajudaria a trabalhar com a paz mental.

O gerenciamento adequado ajuda a criar uma estrutura organizacional eficiente, a estabelecer metas que estão sendo testadas, ainda que viáveis ​​e otimizar a utilização dos recursos. Esse cenário aumenta os lucros, maximizando a produtividade e reduzindo os custos. Trabalhadores felizes trabalham com mais zelo e entusiasmo. Isso aumenta a qualidade e a quantidade de produção, o que ajuda no crescimento da empresa, superando a concorrência e emergindo vitorioso!

Os sistemas de gestão empresarial como facilitadores da gestão

Dentro da disciplina de gerenciamento de negócios, o termo “Sistema de Gerenciamento de Negócios” é usado para descrever as ferramentas de alto nível para planejamento estratégico e implementação. Este termo fornece uma descrição das bases para iniciar atividades comerciais, tomar decisões críticas, introduzir soluções empresariais e empregar táticas comerciais.

O Sistema de Gestão Empresarial (sigla “BMS”, também conhecido como BM System) é um conjunto de ferramentas para planejamento estratégico e implementação tática de políticas, práticas, diretrizes, processos e procedimentos que são utilizados no desenvolvimento, implantação e execução de planos de negócios e estratégias e todas as atividades de gerenciamento associadas.

O Sistema de Gerenciamento Empresarial fornece uma base para a implementação bem-sucedida de decisões comerciais estratégicas e táticas sobre atividades, processos, procedimentos e tarefas atuais com a finalidade de cumprir as metas e objetivos existentes de uma organização lucrativa e satisfazer as necessidades e expectativas dos clientes.

A principal ideia do BMS é fornecer aos funcionários de gerenciamento ferramentas para planejar, monitorar e controlar atividades de gestão e medir o desempenho do negócio e implementar processos de melhoria contínua dentro de uma organização. A ideia do sistema de gerenciamento de negócios identifica os princípios da existência da organização bem-sucedida e está intimamente vinculada aos critérios de sucesso comercial.

Existem algumas vantagens de usar sistemas para gerir as atividades de uma empresa:

Eficiência do processo

Em cada dia útil, existem muitos processos que são realizados — faturamento, gerenciamento de projetos, gerenciamento de recursos, consolidação, gerenciamento de ativos e muitos outros também. Quando esses processos são automatizados, eles se tornam muito mais eficientes, precisos e transparentes. A produtividade do empregado é melhorada, enquanto o tempo que muitas vezes é desperdiçado no gerenciamento manual de processos é usado para ser realmente necessário.

Visibilidade aprimorada

A visibilidade em tempo real torna o processo de tomada de decisão muito mais informado também. Os sistemas automatizados destinam-se a oferecer uma maneira de rastrear informações com facilidade, com uma fuga de dados clara que garante a integridade dos dados. Isso, por sua vez, torna os funcionários mais informados, permitindo-lhes tomar decisões precisas em uma taxa mais rápida.

Economia de tempo e custo

Junto com os aumentos de produtividade vem outras economias de tempo — particularmente em relação à TI. Com um sistema integrado que é facilmente configurado e instalado, não há necessidade de aquisição, instalação e manutenção adicionais de vários softwares (e muitas vezes menos efetivos). Os custos também são reduzidos quando o tempo e os orçamentos de TI são mais bem utilizados para operações importantes e não desperdiçadas em ferramentas ineficazes, dispendiosas e demoradas.

Benefícios da padronização de processos

Qualquer empresa decente trabalha sobre, ou, pelo menos, fala, processos, modelos, relatórios padrão e outras formas de harmonização. Muitas vezes, a discussão é provocada por uma observação individual de um problema: confusão, propensão ao erro ou ineficiência em algum lugar nas operações da empresa.

A Padronização de processos visa unificar os procedimentos em organizações que usam práticas diferentes para fazer o mesmo processo.
Desta forma, é possível alcançar o que se denomina componentização, que não é mais do que a reutilização de um processo já estabelecido como componente (ou subprocesso) de outro processo, às vezes em outra área ou departamento da empresa.

Por que as pessoas realmente querem processos padronizados? A razão mais comum é provavelmente o desejo de segurança. Se houver uma maneira padronizada de trabalhar, é menos provável que cometa erros, menos probabilidades de ser culpado por eles e mais provável de poder controlar aqueles que seguem o processo. Além de ser mais fácil de gerenciar, um processo padronizado também é mais fácil de automatizar. Por outro lado, quanto mais complexo e mais personalizável for a atividade, mais difícil é padronizar.

Por exemplo, se você for ao McDonald’s, você sabe exatamente o que conseguirá. Se houver algum desvio do processo padrão, você notará imediatamente — e ficará desapontado. O processo de atendimento ao cliente no McDonald’s é cuidadosamente pensado e altamente padronizado e define a marca McDonald’s pelo menos tanto quanto seu logotipo, suas cores, suas refeições e o bom Ronald McDonald.

Um dos principais papéis da padronização no local de trabalho é que ele cria procedimentos de rotina que os gerentes e funcionários podem seguir para completar tarefas e responsabilidades. A padronização de etapas em processos, como atender o telefone, concluir transações de vendas ou fechar a loja para a noite ajuda a reduzir a chance de alguém omitir ou superar os aspectos do processo.

Uma vez que os funcionários não terão que parar e considerar a melhor maneira de completar as tarefas atribuídas, isso mantém o trabalho circulando para manter a produtividade e a eficiência. Também ajuda a garantir uniformidade para que produtos e serviços finais sejam consistentes.

Outra maneira que a padronização funciona para aumentar a produtividade e a eficiência é que ele fornece um padrão para resultados mensuráveis. Uma vez que os padrões foram definidos para desempenho baixo, médio e alto, os funcionários podem ser avaliados quanto à sua adesão a esses padrões. Identificar um desempenho baixo consistente pode não ser necessariamente causa de penalidades, mas você pode direcionar treinamento adicional e recursos do empregado para ajudar a aumentar a produtividade. Documentar medições em relação a padrões proibidos pode ajudá-lo a definir metas para melhorias.

Os benefícios de ter um processo padrão são que a organização pode ter mais certeza sobre a obtenção de um resultado consistente do processo. O método pode ser lançado para novos funcionários, continuando assim a consistência da produção. Além disso, o departamento de auditoria interna ou os órgãos reguladores externos são mais propensos a estarem satisfeitos com o processo padrão do que um que poderia ser completado de várias maneiras. E uma vez que um processo padrão é implementado, pode ser um salto para futuras mudanças.

Ao mapear processos padrão e transformá-los em manuais operacionais, uma organização pode alcançar duas coisas: uma base sólida para fazer algumas melhorias e um manual de trabalho que deve ser atualizado quando outras mudanças são feitas. Se os padrões forem seguidos, o aumento da produtividade, a melhoria da qualidade e custos reduzidos também podem ser esperados.

TI e a padronização de processos

A tecnologia da informação é integral e vital em todos os planos de negócios. Ele desempenha um papel fundamental para garantir a manutenção e expansão dos objetivos e estratégias de uma organização. Facilita a comunicação entre uma organização, gerenciamento de inventário, gerenciamento de sistemas de informação, gerenciamento de relacionamento com clientes e melhoria da competitividade através da qualidade do produto. Empresas multinacionais lidam com grandes quantidades de dados, portanto, a TI desempenha um papel importante no gerenciamento de dados.

Portanto, o uso de tecnologia de informação padronizada em grandes corporações têm vários benefícios para empresas individuais, indivíduos e usuários.

A padronização de processos de TI oferece um conjunto de ferramentas empresariais poderosas para grandes corporações. As ferramentas facilitam o ajuste fino da gestão de riscos e o desempenho do negócio através de meios de operação mais suficientes e sustentáveis. As empresas podem demonstrar a qualidade do serviço ao cliente e impulsionar a incorporação das melhores práticas nas organizações.

A padronização promove uma cultura de desempenho contínuo dentro de uma organização. Estabelece escalas e aumenta a capacidade para a conclusão eficiente da tarefa. Os padrões de TI permitem que uma organização execute serviços, produtos e desenvolvimento.

Em segundo lugar, a padronização de TI descentraliza o processo de tomada de decisão desde o executivo e todos os usuários críticos fazem uma contribuição necessária com o objetivo de aprimorar o desempenho da corporação. O fluxo de comunicação e informação é aprimorado entre os funcionários, clientes, fornecedores, executivos da corporação e órgãos reguladores de TI.

A padronização de TI em organizações expande a visão e o foco de uma organização. Ele determina a tecnologia a ser implementada em uma corporação, orientando a indústria, aos consumidores, aos usuários e à administração, de modo a obter benefícios ótimos dos padrões. Todos os aspectos relevantes da indústria, como características técnicas e essenciais do ambiente corporativo, são cuidadosamente explorados para garantir que as regras atuem como fatores de sucesso.

Finalmente, a padronização de TI fornece maneiras naturais de resolver problemas para grandes corporações. Os padrões atuam como um ponto de referência em relação às possíveis soluções.

As regras fornecem diretrizes para a excelência técnica; realizar testes e implementação anteriores, e apresentar documentação curta, clara e facilmente compreensível. Além disso, os especialistas envolvidos na definição dos padrões podem ser consultados no caso de dificuldades encontradas durante a implementação das normas.

A padronização, portanto, expande a rede em operações corporativas. Além de promove cronogramas, justiça e abertura nas atividades. Todos os indivíduos envolvidos contribuem de acordo com o meio de comunicação primário.

Ferramentas de sistemas de gestão

Os sistemas de planejamento de recursos empresariais podem ajudá-lo a tomar decisões válidas fornecendo informações precisas e atualizadas e realizando funções analíticas. Você deve garantir que o sistema de gerenciamento que você escolher pode trabalhar com os formatos de informações disponíveis em sua empresa e possui os recursos que você precisa. Sistemas ERP adequados podem estruturar os dados básicos disponíveis das operações e registros da empresa em relatórios para apresentar orientação para suas decisões.

Quando você baseia as suas decisões nos dados disponíveis dos sistemas gerenciais, eles refletem informações que vem das operações de sua empresa. Os sistemas de planejamento de recursos empresariais tomam dados gerados pelo nível de trabalho e organizam-no em formatos úteis.

Os ERP geralmente contêm números de vendas, despesas, investimentos e dados da força de trabalho. Se você precisa saber o quanto o lucro que sua empresa fez todos os anos nos últimos cinco anos para tomar uma decisão, os sistemas de informações de gerenciamento podem fornecer relatórios precisos que lhe dão essa informação.

CRM

software de CRM é projetado para ajudar as empresas a atingir os objetivos gerais do gerenciamento de relacionamento com o cliente. O software de CRM de hoje é altamente escalável e personalizável, permitindo que as empresas obtenham informações sobre o cliente que sejam acionáveis ​​com um mecanismo analítico de back-end, visualizem oportunidades de negócios com análises preditivas, agilizem as operações e personalizem o serviço ao cliente com base no histórico conhecido do cliente e nas interações anteriores com sua empresa.

CRM também é usado para gerenciar relacionamentos de negócios para empresas (B2B). As informações rastreadas em um sistema de CRM incluem contatos, clientes, ganhos por contrato e leads de vendas e muito mais.

SRM

software de gerenciamento de recursos de armazenamento (SRM) fornece informações históricas quase em tempo real para a infraestrutura de armazenamento quanto à disponibilidade, capacidade e desempenho, gerenciamento de dispositivos, determinação de problemas, planejamento de configuração e gerenciamento de mudanças.

O software SRM identifica o uso, disponibilidade e desempenho de armazenamento por aplicativo, unidade de negócios ou usuário, fornecendo dados que podem ser usados ​​para rastreamento e reabastecimento de consumo de TI em ambientes homogêneos e heterogêneos. O provisionamento de armazenamento e os recursos de gerenciamento de fluxo de trabalho também são fornecidos para automatizar tarefas operacionais. A entrega é na forma de conjuntos de produtos completos, bem como soluções focadas que abordam uma área específica, como gerenciamento de rede de área de armazenamento (SAN) ou analítica.

SCM

Supply Chain Management (SCM), ou gerenciamento da cadeia de suprimentos é a racionalização ativa das atividades do lado da oferta de um negócio para maximizar o valor do cliente e obter uma vantagem competitiva no mercado. O SCM representa um esforço dos fornecedores para desenvolver e implementar cadeias de suprimentos tão eficientes e econômicas quanto possível. As cadeias de fornecimento abrangem tudo, desde a produção até o desenvolvimento de produtos, até os sistemas de informação necessários para dirigir essas empresas.

Normalmente, o SCM tenta controlar ou ligar de forma centralizada a produção, o envio e a distribuição de um produto. Ao gerenciar a cadeia de suprimentos, as empresas podem reduzir os custos excedentes e entregar produtos para o consumidor mais rapidamente.

Sistema de gestão de pessoas

Um Sistema de gestão de pessoas é uma forma de software de RH que combina uma série de sistemas e processos para garantir o fácil gerenciamento de funcionários e dados de uma empresa. O software de recursos humanos é usado pelas empresas para combinar uma série de funções de RH necessárias, como armazenar dados dos funcionários, gerenciar folhas de pagamento, processos de recrutamento, administração de benefícios e acompanhar os registros de atendimento.

Ele garante que todos os processos de Recursos Humanos sejam gerenciáveis ​​e de fácil acesso. Incorpora os recursos humanos como uma disciplina e, em particular, suas atividades e processos básicos de RH no campo da tecnologia da informação, enquanto que a programação de sistemas de processamento de dados evoluiu para rotinas padronizadas e pacotes de Enterprise Resource Planning (ERP).

Sistemas de gestão financeira

A gestão financeira de uma organização desempenha um papel crítico no sucesso financeiro de uma empresa. Portanto, uma organização deve considerar o gerenciamento financeiro como um componente chave da administração geral da organização. Os sistemas de gestão financeira incluem os objetivos táticos e estratégicos relacionados aos recursos financeiros do negócio. Alguns dos papéis específicos incluídos nos sistemas de gestão financeira incluem contabilidade, contas a pagar e recebíveis, oportunidades de investimento e risco.

Todas as empresas querem aumentar a produtividade e a eficiência, reduzindo erros e acidentes, mas isso é especialmente importante para pequenas empresas que operam com orçamentos mais apertados e equipes menores. A padronização pode ser uma maneira efetiva de aumentar a produtividade e eficiência, pois define expectativas, formaliza processos e cria responsabilidade. Nem todos os funcionários podem receber a padronização, pois pode reduzir as oportunidades de criatividade e de tomada de decisão individual.

Acredite ou não, os processos padronizados são a espinha dorsal do desempenho da sua empresa. Ele fornece uma linha de base para rastrear e medir o desempenho, informando se você está utilizando todos os recursos disponíveis e permitindo que você maximize as receitas.

Por isso, padronização de processos também colocará a estrutura para que sua equipe execute trabalho de alta qualidade de forma eficiente e forneça uma infraestrutura escalável para o crescimento futuro de sua prática.

Agora que você entende sobre a gestão empresarial e a padronização de processos, já pode entrar em contato com a gente e ver quais são as melhores soluções que oferecemos. Basta acessar nossa página!

Crescimento da empresa: como conseguir de maneira estruturada

Trabalhar o crescimento da empresa é uma tarefa essencial para todos os empresários que buscam ganhar mais espaço no mercado. Engana-se que pensa que uma gestão focada no crescimento é apenas para grandes empresas.

Os pequenos e microempresário também devem implantar uma gestão focada no crescimento se quiserem aumentar as suas vendas.

Mas como conseguir um crescimento de maneira estruturada? A fim de responder esta pergunta, fizemos esta postagem. Aqui abordaremos algumas práticas para auxiliar a sua empresa a crescer de forma estruturada.

A importância de um crescimento estruturado

Não é raro encontrar empresários afirmando que a sua empresa está crescendo de maneira muito rápida e que estão preocupados com a sustentabilidade de suas atividades.

Ao crescer de maneira muito rápida e desordenada, em vez de aumento nos lucros, a empresa poderá experimentar, apenas, um aumento nos seus custos, principalmente quando o custo variável da empresa é muito alto.

Mas não pense que crescer e expandir a sua empresa é algo ruim. Por meio dele é possível atingir novos mercados e agregar valor aos seus produtos, contudo, este crescimento deverá ser devidamente planejado.

Para tanto, o empresário deverá considerar uma diversidade de fatores, como seu ponto de equilíbrio financeiro, melhorias em seu controle financeiro e fluxo de caixa, avaliar todos os investimentos necessários e, é claro, a situação atual de seu ramo de atuação.

Ao avaliar todos esses dados, o empresário terá segurança o suficiente para avaliar a viabilidade do crescimento pretendido e estabelecer metas de médio e longo prazo.

Veja algumas ações que ajudarão a sua empresa a alcançar um crescimento sustentável:

1. Tenha um plano de negócios

Muitos empresários ainda não compreenderam a importância e o poder de um plano de negócios bem estruturado.

A primeira coisa que todo empresário deve fazer, antes de abrir uma empresa, é elaborar um plano de negócios completo e o mais detalhado o possível. É por meio dele que você conseguirá identificar todas as variáveis que envolvem o seu negócio.

Com um ele em mãos, você terá um panorama de como está o mercado, quem são os seus clientes, fornecedores, parceiros, valores praticados no mercado e a cesta de produtos ou serviços que a sua empresa possui.

Este plano não é uma ferramenta para conhecer apenas o mercado e seus concorrentes. Ela também é parte essencial para o autoconhecimento da empresa.

2. Conheça o perfil seus clientes

Foi-se o tempo em que saber o perfil de um público era conhecer seu sexo, idade e classe social. Atualmente, existem diversos modelos de classificação e análise de perfil de um público.

Fatores comportamentais e sociais são informações obrigatórias na composição de perfil, ou seja, além de saber quem eles são, o empresário deverá compreender o que seus clientes pensam, gostam, como compram e quais são os seus valores.

Para um crescimento estruturado, você deverá compreender, exatamente, o perfil de seu público, a fim de avaliar se eles possuem interesse por seu produto ou serviço e se estão dispostos a pagar por eles.

Essa compreensão irá indicar a viabilidade, por exemplo, da abertura de uma nova filial ou a criação de um e-commerce, por exemplo.

3. Crie um diferencial

Você fez tudo certo até aqui, contudo, sua empresa é só mais uma oferecendo um mesmo produto ou serviço que milhares de outras empresas. E agora?

Para garantir um crescimento sustentável para a sua empresa, você precisa desenvolver um diferencial competitivo que faça os clientes optarem por sua empresa em detrimento dos seus concorrentes.

Ao definir este diferencial, você conseguirá agregar valor ao seu produto ou serviço e fidelizar os seus clientes, sendo este um dos principais fatores para garantir um crescimento sustentável, afinal, ele gera um faturamento recorrente e permite realizar a previsão de lucros com maior segurança.

Ao falar em diferencial, devemos sempre nos lembrar de uma coisa muito importante: atendimento de qualidade, atendimento personalizado e um excelente trabalho de pós-venda não são diferenciais, são obrigação para todas as empresas que buscam crescer.

O diferencial de uma empresa deverá explicitar seus valores, posicionamento de mercado e/ou emprego de técnicas ou tecnologias exclusivas em seus produtos ou serviços.

4. Tenha um controle financeiro rígido

Você sabe exatamente qual é o custo que a sua empresa possui todo mês? Pois este é o primeiro passo para se alcançar um controle financeiro de qualidade.

Ao saber qual é o seu custo, você poderá avaliar qual será o valor mínimo de arrecadação (vendas) que a sua empresa precisa ter para poder pagar as contas em dia e gerar lucros.

Além desse levantamento, realizar o controle do fluxo de caixa de sua empresa é essencial. Registre tudo o que entra e tudo o que sai para não ter uma desagradável surpresa no final do mês.

Principalmente nas micro e pequenas empresas, o lucro costuma escorrer por meio de gastos nãos registrados e que, no final do mês, o empresário não sabe para onde foi.

Mais um fator importante é realizar a separação total do que é dinheiro do empresário e o que é dinheiro da empresa.

Muitos não os separam e utilizam dinheiro de uma fonte para pagar outra, gerando prejuízos em um dos dois lados e, possivelmente, até problemas com o fisco, caso ele avalie que está ocorrendo a sonegação de impostos.

Para evitar complicações, o empresário deve definir um pró-labore e não cair na tentação de pegar um valor a mais do que o estabelecido.

Caso ocorra algum grande imprevisto e você precise de mais dinheiro, recorra a soluções que não envolvam a retirada de mais capital de dentro da empresa.

Se você observar as ações aqui apontadas, sem dúvidas, alcançar um crescimento sustentável para a sua empresa será muito mais fácil do que você imagina.

Lembre-se sempre que a gestão de uma empresa é coisa séria, independentemente de seu tamanho ou ramo de atuação, e que deve ser encarada de maneira totalmente profissional.

Agora que você já sabe mais sobre a importância de trabalhar o crescimento da empresa de maneira estruturada, aproveite para assinar nosso newsletter e fique por dentro de mais conteúdo como este!

Saiba como ser eficiente na tomada de decisão de sua empresa

Independentemente do tamanho de sua empresa, a tomada de decisão é algo que faz parte de seu cotidiano — sejam elas menores ou complexas  e que influencia nos resultados de sua firma.

Mas como tomar a decisão correta ante as diversas atividades de sua empresa? Se essa é a sua dúvida, então leia esta postagem.

Aqui, abordaremos os tipos existentes, os perfis dos decisores e algumas ferramentas que, com certeza, te auxiliarão neste processo, tornando-o mais assertivo. Boa leitura!

Quais são os tipos de decisão?

Atualmente, podemos identificar cinco tipos de decisão que uma empresa deve tomar em seu dia a dia, sendo elas:

  • programadas: são as decisões de rotina de sua empresa e que possuem uma metodologia definida para que qualquer pessoa pode seguir;
  • não programadas: aqui estão todas as decisões cotidianas que não se enquadram na definição anterior.
  • estratégicas: são todas as decisões que impactam diretamente na estratégia e nos objetivos da firma a longo prazo;
  • táticas: são aquelas que visam o alcance de objetivos de médio prazo e que direcionam os resultados de longo prazo;
  • operacionais: também chamadas de administrativas, visam os resultados à curto prazo, mas que estão diretamente ligadas aos resultados de longo prazo da empresa.

Todas as decisões de uma empresa podem ser enquadradas em uma dessas definições, portanto, identificar qual grupo ela pertence é essencial para se determinar quais serão os resultados esperados.

Agora que você conhece os tipos de decisão, vamos compreender um pouco mais sobre os perfis de decisores e como cada um se adéqua às variedades existentes.

Quais são os tipos de decisores?

Em uma matéria no portal da revista EXAME, a consultoria Hogan Assessments elencou os 8 perfis mais comuns dos tomadores de decisão nas empresas. Vamos conhecê-los.

1. Auditor

É o tipo de decisor que se apoia em dados numéricos para a tomada de decisão. Esse é um excelente resolvedor de situações pragmáticas e de curto prazo, contudo, não é o mais indicado para as de muito tempo.

2. Cirurgião

Este tipo de profissional é excelente na tomada de decisões rápidas e de fácil implementação, principalmente quando se precisa de uma resposta urgente e com agilidade.

Contudo, por não se basear em dados concretos e análises, possui pouco sucesso em decisões de longo prazo.

3. Jogador de cassino

Capaz de tomar decisões de forma rápida e intuitiva, geralmente é levado pelo impulso, mesmo quando não há informações o suficiente. Este perfil busca por resultados imediatos.

Assim como os dois primeiros, não é o perfil ideal para as decisões de longo prazo, pois baseia-se apenas em sua intuição.

5. Operador da bolsa

Este perfil indica profissionais que baseiam suas decisões em resoluções calculadas e cuidadosas, buscando resultados concretos e imediatos. Porém, não se arriscam muito e evitam as que não conseguem quantificar, incluindo as de longo prazo.

6. Investidor

Este perfil também se baseia em dados para tomar as melhores decisões, agindo de podo um pouco mais lento do que os outros perfis. Ele não pensa duas vezes antes de abrir mão de resultados imediatos ante aos de longo prazo, o que o torna pouco eficiente nas urgentes.

7. Tributarista

Utilizando dados concretos para se defender de possíveis ameaças específicas, este é o perfil deste decisor. É excelente na tomada de decisão de longo prazo, mas quando é preciso escolher uma alternativa rápida, ou mais criativa, ele não possui muito sucesso.

8. Político

Os profissionais que possuem este perfil são capazes de tomar decisões rápidas, sempre com uma visão global da situação, visando vantagens competitivas ao longo prazo. Apesar de tomar fazer escolhas rápidas, uma situação que demanda um imediatismo é o seu ponto fraco.

Sua principal característica é optar por qualidade nas decisões em detrimento ao pragmatismo.

Procure se identificar com algum desses perfis e descubra qual o seu modo de fazê-lo em sua empresa. Muito além de apenas um perfil, eles são fatores que influenciarão na tomada de decisão de seu empreendimento e nos resultados obtidos com ela.

Quais ferramentas eu posso utilizar?

Apesar de alguns perfis não se basearem em dados para tomar uma decisão, esse não é o ideal. Conhecer a fundo a sua empresa, o mercado e o perfil de seus clientes é essencial para qualquer decisor que busca o sucesso.

Mas quais são as ferramentas que eu devo utilizar para extrair os dados que eu preciso? Vamos ver algumas abaixo.

1. Análise interna

Ante de mais nada, você deverá conhecer como está a sua empresa no momento. Esta é uma análise um pouco demorada, mas fazê-la com certa periodicidade te dará informações consistente e atualizadas sobre a sua firma.

2. Análise externa

Uma vez que você conhece a realidade de sua empresa, você deve olhar para o mercado e levantar todas as informações pertinentes ao seu empreendimento. É nessa análise que você descobrirá se aumentou o número de concorrentes e se o mercado está em crescimento ou retração.

3. Levantamento de público

O perfil dos públicos de uma empresa está em constante evolução, logo, é fundamental que a firma esteja atualizada sobre qual é este perfil e conhecer a fundo quais são os desejos e necessidades deles.

Por meio da análise de públicos é possível verificar tendências e oportunidades de mercado ainda não exploradas, auxiliando, principalmente, na decisão de investimento em melhorias ou mudanças em seus produtos ou serviços.

4. Matriz e análise SWOT

Agora que você já reuniu as informações que você precisava, está na hora de inseri-las na matriz SWOT e analisar quais são os pontos forte e fracos de sua empresa, além de oportunidades e ameaças de mercado.

O resultado da análise da matriz SWOT é o básico para a tomada de decisão de uma empresa.

5. Benchmarking

Apesar de ser uma análise comparativa, por meio do benchmarking é possível verificar o que seus concorrentes estão fazendo e está funcionando e, então, importar essas práticas para sua empresa, adequando-as à sua realidade.

Independentemente da situação, sua empresa deverá compor um planejamento estratégico para basear a decisão, garantindo que os resultados sejam devidamente alcançados.

Agora que você já sabe como agir na tomada de decisão, aproveite sua visita ao nosso blog e veja este artigo sobre como fazer o seu controle patrimonial.