Diário: o 1º dia de trabalho de uma nova empresária

Nesta semana me encontrei com 2 empresárias que usaram a mesma palavra pra falar da realização e sucesso dos seus negócios: SONHO.

Aos desanimados que já não se lembram mais da sensação, transcrevo o significado segundo o dicionário Michaelis:

Ideia com a qual nos orgulhamos; ideia que alimentamos; pensamento dominante que seguimos com interesse ou paixão.

Vou contar a história da Aline Leal Scheffer que usou a palavra “sonho” para definir o que estava acontecendo com ela nesta 2ª feira, ela realizava o seu sonho. A foto acima é deste dia, dia da inauguração do seu 1º negócio.

Aline é formada em processamento de dados, ocupou posições no mercado como bid manager e gerente de pré-vendas, por 4 e 5 anos respectivamente, e ontem teve seu 1o. dia de trabalho como proprietária de uma clínica de dermopigmentação.

Quis perguntar então como foi a experiência.

G: Qual o total de dias para que finalmente pudesse estar aí na sua nova mesa de trabalho?
A: Quase 60 dias de muito esforço e dedicação!

G: O que te fez investir em tempos de crise?
A: Resolvi apostar na beleza e estética, mercado que segundo estudos, é um dos mais crescentes mesmo em tempo de crise.

G: Que critérios utilizou pra escolher a franquia e o que te fez optar por esta entre tantas opções?
A: Paixão pelo tipo de negócio e segmento, nível de investimento e rentabilidade que considero razoável para o segmento, além do tipo de suporte da franquia e tempo de retorno.

G: Acha importante eleger um conselheiro? Procurou conselhos de quem?
A: Sempre julgo importante contar com pessoas confiáveis com diferentes tipos de visões, amigos e empresários.

G: Como foi o seu 1º dia como empresária?
A: O 1º. dia como empresária foi curioso e cheio de dúvidas, mas ao mesmo tempo de muito trabalho e com muitas ações de marketing com foco em trazer o cliente para “dentro de casa”.

G: Acredita que seu principal desafio no novo negócio será…
A: Superar metas e inovar sempre.

Pois é, todos cansados da crise, muito melhor sonho e paixão.

Até breve!

PS: Sobre a outra empresária sonhadora? Me contou um monte de novas ideias hoje, não desiste nunca! Um pouco da nossa parceria está aqui.

Por que fazer controle de estoque? 5 dicas que vão ajudar seus resultados decolarem

O controle de estoque é uma atividade essencial para a empresa que deseja investir bem o seu capital de giro em mercadorias. É por meio dele que boas decisões de compra são tomadas, é feita uma melhor organização do layout, previsão de demanda, dentre outras atividades.

A seguir, vamos oferecer algumas dicas que podem ajudar a aprimorar os resultados de sua empresa por meio desse controle. Confira!

1. Controle rigoroso de todas as movimentações

O primeiro passo para se realizar um controle de estoque eficaz e conseguir obter melhores resultados, é controlar todas as entradas e saídas que são realizadas dentro do estoque. Essa medida serve também para os casos de trocas e devoluções que são realizadas.

Isso ajuda a controlar melhor tudo o que entra e sai, reduzindo índices de extravios, perdas, ou até mesmo fraudes.

2. Inventário de materiais

Outra medida importante acerca do controle de estoques é a prática periódica do inventário de materiais. Ele ajuda a controlar e verificar os níveis de estoque comparados ao que é apontado no controle e também a identificar quais são as principais causas de extravios, avarias, perdas e obsolescência que ocorrem ainda dentro do estoque.

Assim, o gestor possui uma base de informações bem sólida para criar planos de ação que ajudem a evitar essas ocorrências, melhorando os resultados e diminuindo os custos e desperdícios.

3. Previsão de demanda

A previsão de demanda — que é baseada no histórico de resultados passados e aliada a informações da equipe de vendas — ajuda a compreender melhor o comportamento dos consumidores e do mercado em determinadas épocas do ano.

Dessa forma é possível repassar as informações ao setor de compras, que passa a investir melhor o capital de giro na compra dos materiais, realizando aquisições de mercadorias que realmente terão saída e diminuindo o índice de itens que ficam parados no estoque.

4. Padronização de itens e locações

Para que o controle de estoque seja eficiente, os inventários sejam realizados com maior produtividade e os produtos sejam encontrados com maior facilidade, o ideal é realizar a padronização dos itens, suas descrições e suas localizações dentro do estoque. Também é interessante utilizar e padronizar uma identificação visual em cada locação, criando etiquetas que informem qual o item em questão.

5. Utilização de tecnologia

A tecnologia tem se mostrado forte aliada dos negócios nos últimos tempos. Atualmente, com seu desenvolvimento, é possível contar com ferramentas e softwares que auxiliam gestão, automatizam o processo e contribuem consideravelmente para o aumento da produtividade e para a garantia de assertividade e segurança nas informações e nos processos.

É sempre bom lembrar que o estoque nada mais é do que o dinheiro da empresa que foi empregado na compra de mercadorias que serão vendidas. Portanto, estoque parado é sinônimo de dinheiro mal investido e dificilmente trará retorno para a empresa — perdas de estoque também são perdas de capital e estoque cheio não é garantia de vendas. Por isso, é importante fazer e acompanhar uma gestão de estoque mais detalhada.

Gostou do nosso artigo de hoje? Utilize os comentários e compartilhe conosco quais são suas opiniões sobre o assunto. Aproveite o espaço para contribuir com outras dicas que também ache importante para o controle de estoque!

A galinha, os ovos de ouro e a cesta

Como apresentar ao cliente um serviço de alto valor?

Você pode estar se perguntando o que tem a ver o serviço com a galinha?

Para acalmar sua ansiedade: não é bem nela que está o segredo.

Uma interessante pesquisa divulgada na Revista Havard Business Review, em março/15, revelou que quanto mais oferecemos serviços com colaboração multidisciplinar, mais benefícios financeiros obtemos, ao invés de ofertar como serviços separados.

Como assim? Simples.

Aumentamos a vantagem competitiva quando ofertamos serviços recheados de disciplinas em um mesmo compromisso com o cliente, o que resulta em maior receita média anual gerada pelo cliente.  Veja o gráfico:

grafico texto viviam

Isto ocorre porque mesclamos especialidades para prestar o serviço, aumentamos a proposta de valor, criamos valor agregado para o cliente que paga por isto, além de dificultar a realização de comparações com propostas concorrentes. Detalhe: o cliente pagará mais satisfeito. Atuando assim, deixamos de lado o modelo tradicional de venda cruzada com serviços separados.

Voltando à galinha… O segredo não é ter a galinha, os ovos de ouro  ou a cesta, por incrível que pareça. O segredo está em saber unir a bela produção da galinha com o jeito do dono rechear a cesta com os preciosos ovos e na capacidade de apresentá-la como serviço ao cliente. Ofertar todos os ovos na mesma cesta aumentará o brilho, torná-la-á mais atraente e o cliente notará o algo a mais, o tal valor agregado. Mero Consumo ou Status? Isto não importa.

E você? Possui estoque repleto de produtos? Conta com diferentes especialistas e talentos?

Já pensou em transformar a sua proposta em oferta de serviço de alto valor?

Se livre de comparações, aprenda com criatividade e tire o máximo de proveito da colaboração multidisciplinar como serviço.

Pense nisto.

Autora: Viviam Regina Posterli (CIO Grupo Skill)

A arapuca do alinhamento

Ao identificarmos falhas na execução de uma estratégia, a primeira coisa que vem à mente é a necessidade de alinhamento. Nem nos importamos ou consideramos quantas vezes já alinhamos ou realinhamos o mesmo tópico.

Outro imediatismo é reforçar processos, comprar software, buscar ferramentas, etc. Tudo isso é útil, claro que é, mas achar que estamos resolvendo o problema da deficiência na execução da estratégia é enganar-se.

É preciso coordenação contínua.

Se não tomarmos cuidado, vamos acabar centralizando o nosso foco estritamente em melhoria do alinhamento e contribuindo para que os nossos gestores acabem desenvolvendo respostas cada vez mais refinadas para a pergunta errada.

Agindo assim, conduziremos os nossos gestores a se preocuparem com métricas, solicitarem intermináveis reuniões e criamos a temida microgestão, sem interação ou colaboração da equipe. Lembrando que a colaboração da equipe é o único fator que possibilita a coordenação. Nada mais é do que uma tremenda arapuca dada pelo excesso de alinhamento.

A intenção é boa, mas, nesse sentido, a organização tende a estagnar ou até dar um passo para frente e logo dois para trás. Não basta a boa intenção ou relevar falha de execução, é necessário energia, identificar e resolver o problema “de frente”.

Se sua estratégia anda emperrada, cobre monitoramento diário, incentive a troca de ideias entre colegas para enriquecer o controle periódico, busque coordenação combinada (pessoas, processos e tecnologia). Só assim ela vai acontecer e sair do papel.

A perfeita execução nada mais é do que a capacidade de aproveitar oportunidades alinhadas à estratégia traçada, realizando coordenação contínua e conjunta com as demais áreas da organização.

Saia desta arapuca investindo esforços em coordenação contínua e evitando o excesso de alinhamento. Cobre resultados.

Autora: Viviam Regina Posterli (CIO Grupo Skill)

A pior crise não é a econômica…

…nem sequer está por vir. Ela existe, há um bom tempo, dentro de diversas organizações.

Sim, refiro-me à crise interna, também devastadora se não identificada a tempo.

Há quase um ano, adotei um discurso, desafio talvez, de impregnar em toda a nossa empresa o sentido da interdependência entre as áreas, comandos e funcionários.

Hoje vejo que não foi à toa. Mediante fase pessimista que estamos vivendo em nosso país, não é preciso ser guru para entender que para prosperar não bastaria competência e criatividade, se não houvesse, acima de tudo, União dentro da organização.

Ocorre que, facilmente, notamos em organizações momentos de instabilidade interna que se observarmos com cuidado, além de serem sustentados por competições, cegueiras, vaidades e entre outras sensações destrutivas, ainda infestam velozmente toda a empresa. O raro é encontrar com a mesma facilidade climas saudáveis, de colaboração mútua e união.

Isto ocorre por falha, mas não exclusiva, do comando. Os líderes tendem a estimular a formação de grupos, seja por identificação de competência, pessoalidade, conhecimento técnico e assim vai. Com isto, cria-se uma divisão entre “nós” e “eles”. Defendo que a falha não é exclusiva do comando porque ocorre por instinto do ser humano. Quando estamos em grupos tendemos a discriminar, comparar, apontar e nos distanciar.

Conhecendo esse perigo ou identificando tal momento, a organização e os seus líderes precisam estimular e valorizar, cada vez mais, os feitos para todos e por todos. Assim, “plantarão” por toda a empresa os benefícios do estado de interdependência, quando a existência de um depende da do outro. Como para toda sementinha, serão necessários cuidados até germinar.

Ao superar uma crise interna, nos fortalecemos, tornamos a empresa inteligente, criamos vantagem competitiva e nos habilitamos a ultrapassar qualquer obstáculo ou crise.

O importante é que o alicerce seja único, a União.

Fonte: Havard Business Review Brasil On Point – Liderando Pessoas.
Autora: Viviam Regina Posterli (CIO Grupo Skill)

Contratar um ERP em nuvem vale a pena? Veja 5 vantagens que podem fazer você mudar seu pensamento!

Em algumas implantações que participei fica nítido como ainda temos clientes com um certo receio de contratar um ERP em nuvem pois tem medo que seus dados caiam em mãos erradas já que o servidor não fica dentro de sua empresa, ou que o fornecedor da nuvem possa não ser tão comprometido com o seu negócio e em algum momento pode deixar o serviço fora do ar, mas dentre tudo isso, será que tudo que pensam realmente é verdade?

Terei alguma redução de custos?

Acredito que a principal vantagem desse tipo de contratação seja a redução de custos para a empresa, e nesses tempos de crise, quem não quer reduzir os seus custos operacionais?

Toda a operação do ERP fica hospedada em servidores dedicados que são atualizados periodicamente para manter sempre o mesmo nível de excelência nos serviços, isso significa que o cliente não precisa se preocupar em comprar um bom servidor para hospedar o seu ERP e daqui 2 ou 3 anos ter que trocar por um novo ou atualizá-lo, já que toda essa manutenção e atualização das máquinas e sistemas é de responsabilidade do fornecedor da nuvem onde o ERP estará hospedado.

Outra grande redução de custos fica por conta da mão de obra de TI, como não tenho servidores para hospedar essas aplicações, não preciso de mão de obra especializada nesse serviço dentro da minha empresa.

Posso acessar de qualquer lugar?

Como todo o ERP estará em nuvem, posso acessá-lo de qualquer lugar.

Consigo acessar o meu ERP para ver meu estoque, saber quais ordens de produção entraram em fabricação hoje, quais pedidos de venda foram atendidos, qual o custo do setor de compras no dia de ontem e assim por diante.

É seguro manter o ERP na nuvem? 

Pesquisas mostram que o risco de ter os seus dados roubados dentro da empresa é muito maior do que eles estando fora, e principalmente, hospedados em um bom provedor que oferece esse serviço, onde existe alta tecnologia em segurança de dados e o custo dessa segurança é rateada entre todos os clientes, minimizando mais uma vez o seu custo com o ERP e a segurança dos dados.

E os dados das minhas filiais e de minhas outras empresas?

Como o ERP estará em nuvem, podemos colocar todas as suas empresas dentro do mesmo ambiente e então você terá acesso a todas as filiais/empresas de onde estiver.

Isto facilita a gestão e tomada de decisão, uma vez que você não precisará ficar acessando diversos servidores ou sistemas, ganhando em agilidade na análise.

Escalabilidade

No final de tudo isso, de que adianta algo que foi comprado e não cresce como a sua empresa?

Quando você contratar o ERP em nuvem, sua empresa pode ter 5 funcionários, e em pouco tempo ela passa a ter 15, 20, 50, 100 funcionários e agora?

O modelo de contratação em nuvem é o mais indicado para essa situação já que a única coisa que você precisa se preocupar é em adquirir novas licenças de uso do software e não em gastar mais dinheiro em equipamentos e atualização de sistemas, responsabilidade essa que é do fornecedor do ERP e do fornecedor da nuvem.

Em crise moral, fui a apresentação do Partido Novo

Numa crise pessoal é comum as pessoas procurarem uma reunião espiritual numa igreja, centro espírita, retiro, vai da crença de cada um. Sendo a nossa uma crise moral, política e econômica, eu achei que esta reunião era mais apropriada para a ocasião.

Eu nunca vi um partido político nascer, quando o convite à reunião de apresentação do Partido Novo me chegou, achei a oportunidade imperdível. Fui.

Antes de chegar ao que importa, quero fazer umas notas técnicas rápidas só pra contextualizar o ambiente do evento. Do convite ao espaço, tudo me pareceu muito moderno, usaram uma plataforma digital para controle dos participantes que emite até voucher com QR Code. A divulgação foi principalmente por mídia social. O logo do partido e a cor laranja vibrante passavam mesmo a ideia de que são diferentes, até as camisetas dos voluntários, participantes da organização, me lembravam algumas das minhas camisetas de corrida.

Começaram pontualmente com um número suficientes de pessoas presentes, ao final já não haviam lugares livres.

O orador começou explicando o básico, o que o motivou a se juntar ao grupo que criou o partido, a que se propunha aquela reunião e logo foi entrando em pontos mais importantes como a ideologia partidária.

Eu não quero falar de escolha partidária, nem dos nomes de sempre da política brasileira, e, só pontuando, não me filiei a este partido, meu objetivo era ouví-los, mas me agradou logo de início perceber que aquele que falava não era mesmo um político de carreira, sabia a teoria que precisava saber sobre o assunto, mas era alguém como meu vizinho, com quem discuto política, era um profissional bem sucedido da área financeira. E assim era todo o grupo, estavam lá devido a esta crise moral, explicando que o que os reuniu foi a indignação. Sabem que conquistar qualquer cargo político por aqui é um plano a longo prazo, mas decidiram seguir em frente para que os filhos usufruam dos resultados no futuro.

Gostei de muitas das ideias que ouvi pra não dizer que gostei de absolutamente todas, como a não utilização do fundo partidário (utilizarão só para campanhas contra o próprio fundo que de início são R$100mil/mês para o Novo e que nós pagamos a todos os partidos, ninguém dá dinheiro pra minha empresa e pra sua?), mercado de livre comércio, diminuição do Estado, equipe exclusivamente técnica na gestão do partido, até o fato de não terem uma opinião formada sobre aborto e drogas não me pareceu um drama porque desde o início se declaram focados e preocupados com a economia, saúde, educação e segurança, básico do básico. Foi um alívio me sentir menos louca encontrando pessoas com as mesmas opiniões que eu, o triste é que dificilmente vou vê-los chegar ao poder mas espero que meus filhos vejam, me comovi com aquele grupo, queria esse futuro agora pra mim e para os meus.

Agora o que a crise, seja ela qual for, nos traz de positivo?

Este partido, com este perfil, formado por estas pessoas e estas ideias jamais existiria se não fosse pela crise moral e econômica. Boa sorte Partido Novo! Que surjam outros assim!

Esta semana teve o CEO Summit da Endeavor, tentei ouvir on line e o que consegui ouvir, gostei muito, eles não se esquivaram de falar sobre a crise econômica. Um dos pontos altos foi a frase dita por Jorge Gerdau “Animal de barriga cheia não caça”. Boa! Se na sua empresa só tem gente choramingando, esperando milagre, mude isso já porque tem quem crie oportunidade na crise sim, tem gente ganhando musculatura, estarão mais fortes ainda na bonança. Aqui na G2 posso sem dúvida dizer que nosso acerto foi a oferta nuvem, meu cliente paga uma mensalidade e tem todos os serviços, softwares e estrutura que precisa por um custo acessível.

A empresária de uma startup que nasceu em um momento de crise no Vale do Silício, apontou como ponto positivo os bons profissionais que ficam disponíveis no mercado. Verdade! Corre meu amigo(a), tem gente talentosa por aí pedindo salários menos inflacionados, eu sinto isso na minha área aqui na G2.

Então dizer que não há crise, não dá, não pode, não tapemos o sol com a peneira, perde-se tempo com isso, então enquanto estamos nela até o pescoço, repense seu negócio, suas estratégias, seu público, seus produtos e mantenha-se vivo, esta crise vai (tem que!) passar.

Indicadores, metas e gestão à vista

Por: Gilberto Vieira Filho

Atualmente muito se fala em meritocracia. Acredito que este seja o caminho a ser seguido por todas as empresas – pequenas, médias ou grandes – e de qualquer setor. Definir metas a serem alcançadas e indicadores para sua avaliação que tornem a empresa mais competitiva e com melhor qualidade dos produtos ou serviços e que reconheça os colaboradores que fazem a diferença, resultam numa oferta melhor para o cliente final e, em resumo, é uma política de ganha-ganha-ganha muito saudável, pois ganha a empresa, ganha o colaborador e, principalmente, ganha o cliente.

Encontramos farta leitura sobre o assunto, sobre como implantar a metodologia, sobre quais indicadores devemos acompanhar, sobre como definir metas, sobre como mensurar os resultados etc., mas notei uma característica em comum nos casos onde a meritocracia foi implementada com sucesso e deu bons resultados: a maioria das empresas era de grande porte (IBM, SAP, Sonda IT, …) e contratou consultores e/ou consultorias especializadas para definição e implantação e, posteriormente, contou com time(s) especializado(s) para acompanhamento e monitoração.

Quando entramos no universo das PMEs , mais especificamente das pequenas empresas, encontramos certa dificuldade em implantar esta política por inúmeros fatores – Quem vai ser responsável por colocar a meritocracia “no ar”? Como definir os indicadores? Quais indicadores são realmente relevantes? Como definir as metas? Como criar uma política de bonificação? Quais áreas da empresa devo acompanhar? O que faço com resultados negativos?– para estas e outras questões o melhor seria contratarmos uma consultoria especializada mas nem sempre contamos com orçamento para isto, ou então o diretor (geralmente um dos sócios) não tem tempo para se dedicar a este estudo, simplesmente porque está vendendo, administrando, pagando contas, resolvendo questões da empresa, ou seja, está atarefado com as questões do dia-a-dia da sua empresa e o resultado final é que acaba não conseguindo colocar em prática o tão desejado painel de “indicadores & metas” para aplicar em sua empresa a tão eficiente meritocracia.

Aqui na G2 Tecnologia não foi diferente.Passamos algum tempo estudando o assunto, mas pelas dificuldades acima apontadas nunca conseguíamos colocar o projeto completo em ação. Foi quando decidimos seguir um ditado que meu avô repetia sempre “o ótimo é inimigo do bom”. A primeira parte do estudo já havíamos concluído, que consistia em coletar números nos setores da G2.Cito alguns:quantidade de clientes, de chamados, de chamados resolvidos, de chamados pendentes, de consultores com mais atendimentos, de projetos em dia, de projetos atrasados, de horas de consultoria, de SLAs atendidos, de SLAs violados, de leads, de contratos assinados, de contratos perdidos, de produtos & serviços vendidos, de pesquisas de satisfação etc. – estes números serviriam como base para a análise de resultados.Resolvemos então criar um painel dinâmico onde, de forma simples e objetiva, apresentaríamos os resultados coletados.Instalamos um monitor num local de grande circulação que fica exibindo diariamente nossa apresentação chamada de “Gestão à Vista” .

Na primeira semana de exibição do “Gestão à Vista”, a nossa surpresa foi que o simples fato dos números estarem disponíveis para a apreciação de toda a empresa fez com que todos se preocupassem com a melhora dos macro-indicadores (quantidade de chamados em aberto, por exemplo) e com que todos os colaboradores conversassem, em frente ao monitor, sobre como melhorar, porque a avaliação foi negativa, o que estaria acontecendo com tal projeto, etc. Neste primeiro momento observamos que conseguimos criar a primeira “meta”: melhorar todos os números e respostas sempre para a maior pontuação ou avaliação positiva. Exemplificando: Ficou decidido pelo pessoal responsável pelo suporte que os atendimentos com avaliação pelo usuário como ruim ou regular não deveriam mais constar no “Gestão à Vista” e que fariam o possível para conseguir a nota máxima (ótimo) em todos os chamados. Pouco a pouco os resultados foram aparecendo e as avaliações foram melhorando e, de forma natural, passamos a buscar como objetivo um ótimo atendimento para nossos clientes e não mais o “simples” bom atendimento.

A melhora na nossa prestação de serviços foi expressiva e hoje contamos com feedbacks positivos por parte de nossos clientes. Claro que não foram simplesmente os números apresentados que melhoraram a performance da G2 Tecnologia, mas a assimilação por parte dos colaboradores e as ações que estes colocaram em prática é que foram imprescindíveis neste processo. A lição que ficou para nosso time foi de que colocar em prática de forma simples e imediata o que está ao nosso alcance já é um primeiro e importante passo para um dia chegarmos ao objetivo. Outro aspecto positivo foi que hoje consigo, com certa regularidade, conversar com cada colaborador de cada área sobre o que o painel está nos dizendo e quais providências/ações devemos tomar. Sinto que estamos muito mais próximos e tudo isto com um cafezinho na mão e de pé (vide Blog da Glaucia Vieira) o que torna a conversa rápida e produtiva.

Vovô tinha razão “O ótimo é inimigo do bom”.

P.S.: Por falar em Metas, não deixe de ler nosso eBook 6 dicas para estabelecer metas de vendas para seu time.

Reconhecimento Profissional

“…ninguém suporta sustentar pessoas que querem ser reconhecidas o tempo todo em suas irrelevâncias.”

Luiz Felipe Pondé (A Era do Ressentimento)


Acordei sem nenhum dispositivo móvel ao meu alcance pra me acompanhar no café da manhã solitário às 7h de sábado, então peguei o Pondé já lido na prateleira para uma revisão rápida.

O capítulo da frase acima se chama “Reconhecimento”, foi o que escolhi pra reler. Achei oportuno para minha própria reflexão e decidi usar como tema para este post: como praticar o reconhecimento profissional dos meus colaboradores de forma justa, regrada e não necessariamente utilizando-me de recursos financeiros extras, mas mesmo assim satisfazendo essa necessidade de “consumo de bens de reconhecimento” dos meus colaboradores?

Voltando à frase que destaquei, concordo plenamente que acho muito irritante quando noto ou me alertam sobre um colaborador emburrado porque não se sente reconhecido na empresa. Muitas vezes é bem verdade que ele nem é merecedor de uma recompensa porque, antes de mais nada, há uma relação de trabalho, portanto direitos e deveres de ambos os lados sendo cumpridos. Também é muito comum que ele faça uma atividade extraordinariamente bem só que antes deste feito, já ter me aprontado umas outras 10 mal feitas me causando problemas que ele logo se esquece. Fica insustentável esta obrigação extra de satisfazer o ego deste tipo de colaborador.

Para estes casos, não vejo solução. É questão de percepção do colaborador, se este sente-se injustiçado na empresa por falta de reconhecimento do seu esforço sendo que na verdade este suposto esforço é a condição para que ele mantenha sua importância e relevância na empresa, o que o empresário poderá fazer para deixá-lo mais feliz sem ser injusto com outros que realmente se destacam e alcançam melhores resultados?

E quanto a recompensa aos verdadeiros merecedores do reconhecimento profissional?

É claro que o reconhecimento financeiro é muito bem vindo, mas quais as alternativas quando falta dinheiro no caixa pra isso? Ah, e não se engane, segundo estatísticas, só 19% dos seus funcionários estão satisfeitos com o trabalho em tempos de crise (que animador, eu sei…).

Nós temos apostado em investir no diálogo.

Cada um é um indivíduo diferente, com valores diferentes, sendo assim, o diálogo tem que ser 1 a 1, assim é possível descobrir o que é importante para cada um deles. Alguns exemplos das nossas apostas e propostas:

  • Home office: se o colaborador rende bem e sei que pode se comprometer com o trabalho mesmo não estando dentro da empresa, começamos a negociar esta modalidade para algumas ocasiões
  • Flexibilidade na emendas de feriados: combinando com antecedência, geralmente os que pedem por isto tem sempre saldo positivo em banco de horas, nenhum ônus pra empresa, dá pra negociar facilmente
  • Flexibilidade no horário de trabalho: nós estamos em São Paulo, não precisa explicar muito sobre o trânsito em horários de rush, mas também há situações diversas como com uma pequena alteração no horário de entrada/saída e o colaborador conseguirá levar ou buscar o filho na escola ou chegar com mais tranquilidade na faculdade e por aí vai
  • Participação em resultados: se ainda assim perceber que para o colaborador é muito importante a recompensa financeira, em tempos de crise, vale a pena participá-lo nos resultados, se ele te ajuda a aumentar a receita, ele ganha e a empresa também
  • Liberação para acompanhamento das atividades dos filhos: se seu colaborador entende as urgências da empresa e está sempre comprometido com prazos e metas, não é uma obrigação da empresa, não há estatuto pra isso, mas não é simples recompensá-lo negociando uma saída no meio do expediente, que seja, para participar da reunião ou festa na escola do filho? Fácil! Só o RH fica um pouco enlouquecido na administração destas exceções, devo confessar
  • Participação na gestão: se o colaborador está do lado da empresa, vai se sentir reconhecido sim quando você chamá-lo para opinar em um projeto ou qualquer outro plano da empresa

E pra fechar, meritocracia sempre e elogio em alto e bom som.

SAP Business One 9.1 – Parâmetros Gratuito e Só Imposto, o que muda nessa nova versão?

O SAP Business One vem passando por algumas mudanças em suas últimas versões e duas delas são de grande impacto no uso do dia-a-dia de qualquer empresa que utilize esse produto.

Até a versão 9.0 existia a possibilidade de utilizar o parâmetro “Só Imposto” nos documentos de marketing quando precisávamos emitir um documento fiscal que não deveria gerar títulos no financeiro, porém, não funcionava tão bem assim pois se o documento tivesse impostos como IPI ou ICMS-ST que são calculados por fora do preço esse valor aparecia no financeiro, exigindo então uma manobra contábil para fechar esse título aberto.

Na versão 9.1 isso foi resolvido com o parâmetro chamado “Gratuito” que fica no cadastro das Utilizações, mas e como fica o parâmetro “Só Imposto”?

Abaixo seguem duas explicações sobre estes parâmetros, primeiro sobre o parâmetro “Só Imposto”, em como ele funciona até a versão 9.0 e como passa a funcionar na versão 9.1, e a outra matéria explica detalhadamente como funciona o parâmetro “Gratuito” na versão 9.1 e quais ações vocês deverão tomar para que o parâmetro passe a funcionar corretamente.

SAP Business One 9.1 – Modificações no funcionamento do “Só imposto” – Entendendo as mudanças.

SAP Business One 9.1 – Gratuito (parceiro de negócios) – Entendendo as novas funcionalidades.

Fonte: SAP Community Network