Como a Reicon ganhou rastreabilidade para crescer com segurança com o SAP B1
  • Publicado em: 17 de julho de 2026
  • Atualizado em: 17 de julho de 2026

Como a Reicon ganhou rastreabilidade para crescer com segurança com o SAP B1

Entenda como a Reicon evoluiu sua gestão com SAP Business One, ampliando controle em importação, auditoria ponta a ponta e eficiência comercial com a G2.

Em operações que dependem de importação, controle fiscal, rastreabilidade de processos e agilidade comercial, a ausência de um ERP aderente não limita apenas a área administrativa. Ela compromete a capacidade da empresa de acompanhar etapas críticas, auditar informações e liberar as equipes para atividades mais estratégicas. 

Esse era um dos principais desafios da Reicon antes da implantação do SAP Business One. Segundo Bruna Freijo, analista de TI da Reicon, os sistemas anteriores não atendiam adequadamente às demandas de importação, o que gerava limitações importantes para a operação. Após o projeto, a empresa passou a contar com mais controle sobre processos críticos, maior capacidade de auditoria ponta a ponta e ganhos relevantes de eficiência, principalmente na área comercial.  

Mais do que substituir um sistema, o projeto marcou uma evolução na forma como a Reicon passou a organizar informações, acompanhar processos e sustentar decisões com dados mais confiáveis. 

O desafio da Reicon estava na aderência do sistema à operação 

Empresas que trabalham com importação lidam com uma camada adicional de complexidade operacional. Há custos internacionais, prazos logísticos, documentação, variação cambial, nacionalização de mercadorias, integração com estoque, financeiro, fiscal e faturamento. 

Quando o sistema de gestão não acompanha essa dinâmica, a operação passa a depender de controles paralelos, conferências manuais e informações fragmentadas. O resultado costuma aparecer em retrabalho, dificuldade de rastreamento e baixa visibilidade sobre o status real dos processos. 

No caso da Reicon, o principal desafio relatado antes do SAP Business One estava diretamente ligado à importação. Os sistemas anteriores não ofereciam os recursos necessários para esse fluxo, o que dificultava a consolidação das informações em um ambiente mais estruturado. 

Esse tipo de gargalo é comum em empresas que crescem com sistemas que funcionaram bem em uma fase anterior, mas que deixam de sustentar a complexidade do negócio quando a operação exige mais integração, controle e governança. 

Importação não pode ser tratada como um processo isolado 

A gestão de importação impacta diretamente compras, estoque, financeiro, fiscal, precificação, margem e atendimento ao cliente. Por isso, quando essas áreas não estão conectadas, a empresa perde previsibilidade. 

O financeiro pode trabalhar com uma visão parcial dos custos. O estoque pode não refletir corretamente a disponibilidade futura. O comercial pode ter dificuldade para consultar informações confiáveis sobre produtos, prazos e condições. A liderança, por sua vez, passa a tomar decisões com base em dados dispersos. 

Com o SAP Business One, a Reicon passou a contar com uma estrutura mais integrada para apoiar esse processo. O ERP permitiu maior organização das informações e mais aderência aos fluxos que antes não eram atendidos pelos sistemas utilizados. 

Esse é o ponto central: o ganho não veio apenas da implantação de uma nova tecnologia, mas da capacidade de conectar processos que antes estavam limitados por uma estrutura menos adequada à realidade operacional da empresa. 

Auditoria ponta a ponta elevou a maturidade da gestão 

Um dos pontos mais relevantes nos resultados alcançados pela Reicon é o ganho em auditoria. Após a implantação, a empresa passou a conseguir acompanhar “todo o processo, de tudo que precisa, de ponta a ponta”, segundo Bruna Freijo, analista de TI.  

No post, Bruna Freijo, Analista de TI da Reicon, destaca o impacto positivo da solução e a importância do acompanhamento da equipe G2 ao longo da jornada. Confira a publicação completa no LinkedIn da G2 

Esse é um sinal claro de maturidade operacional. Auditoria não deve ser vista apenas como uma conferência posterior ou uma obrigação burocrática. Em uma operação bem estruturada, auditoria significa rastreabilidade, controle de etapas, segurança das informações e capacidade de identificar onde cada processo começa, evolui e termina. 

Para empresas com processos de importação, esse controle é ainda mais relevante. Qualquer inconsistência documental, fiscal ou financeira pode gerar atrasos, custos adicionais e impactos sobre margem. Ter uma operação auditável permite identificar falhas com mais rapidez, reduzir riscos e aumentar a confiabilidade dos dados usados na gestão. 

Na prática, o SAP Business One ajudou a Reicon a transformar a auditoria em um recurso operacional contínuo, e não apenas em uma checagem pontual. 

Eficiência comercial também nasce de uma operação mais organizada 

Outro ponto importante é que os ganhos não ficaram restritos à gestão administrativa ou aos processos de importação. A Reicon também percebeu impacto direto na área comercial. 

Segundo o depoimento, a eficiência do time de vendas aumentou, especialmente porque a equipe passou a ter mais tempo para captar leads e atuar em atividades comerciais de maior valor.  

Esse é um aspecto que muitas empresas subestimam. A produtividade comercial não depende apenas de abordagem, relacionamento ou volume de prospecção. Ela também depende da qualidade da estrutura operacional que sustenta o trabalho do time de vendas. 

Quando o comercial precisa buscar informações em diferentes fontes, confirmar dados manualmente ou depender de validações constantes de outras áreas, parte relevante do tempo de venda é consumida por tarefas operacionais. Isso reduz a capacidade de prospecção, alonga ciclos comerciais e compromete a experiência do cliente

Com processos mais integrados, a equipe passa a atuar com mais foco em geração de oportunidades, relacionamento e conversão. O ERP, nesse contexto, deixa de ser apenas uma ferramenta administrativa e passa a apoiar diretamente a performance comercial. 

O SAP Business One como base para controle e previsibilidade 

O case da Reicon mostra que a implantação de um ERP robusto não deve ser interpretada apenas como modernização tecnológica. Em empresas com processos críticos, o ERP se torna uma base de governança, integração e previsibilidade. 

Ao estruturar melhor os fluxos de importação, ampliar a capacidade de auditoria e reduzir fricções operacionais que impactavam o comercial, o SAP Business One passou a apoiar a empresa em três dimensões essenciais: controle, eficiência e tomada de decisão. 

Esse movimento é especialmente importante para empresas em crescimento. Quanto mais a operação evolui, maior é o risco de processos descentralizados comprometerem a qualidade das informações. Sem um ERP aderente, a empresa pode até crescer em volume, mas tende a perder consistência operacional. 

Na Reicon, o projeto ajudou a construir uma estrutura mais confiável para acompanhar processos, organizar dados e dar mais segurança à gestão. 

Para empresas que enfrentam desafios semelhantes aos da Reicon, o primeiro passo é entender se o ERP atual ainda acompanha a complexidade real da operação. O SAP Business One foi desenvolvido para integrar áreas como financeiro, compras, estoque, vendas, produção, fiscal e compliance em uma única plataforma de gestão, reduzindo gargalos entre processos e ampliando a confiabilidade dos dados. Saiba mais sobre a solução SAP Business One da G2 Tecnologia. 

Como a G2 Tecnologia apoia empresas nesse tipo de evolução 

A G2 Tecnologia atua há 35 anos em tecnologia e gestão, com 19 anos como SAP Partner e projetos realizados em 16 países. Essa experiência permite apoiar empresas que precisam evoluir sua estrutura de gestão com mais integração, governança e previsibilidade. 

Em projetos com SAP Business One, SAP Cloud ERP, integração de sistemas e IA aplicada à gestão, a G2 trabalha para conectar tecnologia ao contexto real do negócio. A metodologia G2 by Inteli, a atuação dos TAMs e o acompanhamento consultivo ajudam empresas a transformar o ERP em uma base de eficiência operacional, e não apenas em um sistema de registro. 

O case Reicon evidencia esse papel. Quando o ERP é bem implantado, acompanhado e conectado às necessidades da operação, ele amplia controle, reduz fricções e cria condições para que as equipes atuem de forma mais estratégica. 

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Nos vemos na próxima! 

E para aprofundar sua visão sobre como garantir consistência, eficiência e governança operacional, explore também os outros artigos disponíveis em nosso blog. 

Karina Castelhano

Sobre o autor

Karina Castelhano

Karina Castelhano é Gerente de Marketing e Inteligência de Mercado da G2, com mais de 20 anos de experiência em marketing B2B para empresas de tecnologia, incluindo atuação em projetos e soluções voltadas ao ecossistema SAP. Especialista em estratégias de crescimento, posicionamento de marca, geração de demanda e análise de mercado, atua na construção de operações de marketing orientadas a dados e resultados, com foco em inovação, relacionamento e expansão sustentável dos negócios.

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