Tecnologia

Vídeo: Ordem de Produção no SAP Business One

Olá pessoal,

Vamos abordar neste vídeo o módulo de Produção do SAP Business One.

Perceba como é fácil e muito útil para sua empresa trabalhar com as Ordens de Produção:

Vantagens: 

  • Relaciona todos os componentes e etapas necessárias para a fabricação.
  • Inicia o processo de fabricação do produto.
  • Permite visualizar a necessidade de requisições dos materiais.
  • Controle de estoque.
  • Tempo de produção.
  • Custo da produção.

 

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Quais números o empreendedor deve monitorar em sua empresa?

Há muitos números na minha empresa para os quais olhamos o tempo todo. Alguns são essenciais e básicos, como os que se referem diretamente à Receitas e Despesas, e justamente estes, em tempos revoltos, tem se comportado de forma bastante irregular por aqui.

O bom de ser uma PME é que criamos e colocamos em prática novas estratégias com mais agilidade, se algum número deixa de corresponder às expectativas, logo inventamos algo para alcançar o resultado esperado fazendo outra coisa, falando com outro mercado, vendendo de outra forma. Mas tudo é questão de monitorar constantemente resultados para se tomar a ação certa, no tempo certo, caso contrário, pode ser tarde demais.

Temos clientes de todos os segmentos e fui perguntar a 2 deles, daqueles bem exigentes que nos fazem extrair do Sistema de Gestão que implantamos o seu máximo:

Para quais dados, relatórios, números você tem olhado no seu negócio?

“Eu olho sempre para indicadores que consigam me mostrar o equilíbrio do negócio: PESSOAS, Clientes, Resultados, e Processos.

Os que mais observo são:
  • Pessoas (valores éticos, morais, sociais, entre outros e clima organizacional)
  • Custos para produzir determinada receita (margens)
  • Consumo x Cliente
  • Resultado operacional
  • Experiência do meu cliente com meu negócio (satisfação).”

Executivo de um dos restaurantes mais conhecidos de São Paulo

Este restaurante, além de comida e bebida, vende também experiência. Independente de crise, o executivo que gerencia a casa não deixou de preocupar com um índice que faz do seu restaurante ser o que ele é, uma experiência especial para seu cliente.

  • Valor faturado on-line, por produto, cliente, tipo de serviço, com o líquido e a margem líquida de cada venda
  • Quanto em estoque eu tenho agora que poderia ser faturado hoje, em função de pedidos de venda já recebidos
  • Quais clientes que estão atrasados nas faturas, em quantos dias e em quais valores
  • Qual  meu saldo bancário neste momento em cada banco, qual o valor que está aplicado e qual não está
  • Fluxo de caixa detalhado e confiável, contendo as Despesas Recorrentes já lançadas de forma automática em meses futuros, as datas renegociadas de Recebimento dos Clientes em Atraso, os Pedidos de Vendas Fechados e Não Entregues com as datas e  valores previstas de recebimento do cliente e as datas previstas de Pagamentos aos Fornecedores destes respectivos pedidos
  • Para cada Invoice de Compra do Fornecedor Estrangeiro, conseguimos ver a taxa do dólar no desembaraço, a taxa do dólar no faturamento ao cliente daqueles produtos contidos na invoice, para assim tomarmos a decisão HOJE, se antecipamos o pagamento ao fornecedor estrangeiro em função da taxa do dólar HOJE, ou se compramos hedge cambial

Pedro M. Bicego
Sócio Diretor da 2S

Este é um cliente que sabe mais do SAP-B1 do que nós. O seu negócio é complexo então ele aprendeu a extrair o máximo de informação possível para monitoramento de resultados.

Como a variação cambial afeta diretamente seu negócio, olha a lista de números e visões precisam ser monitorados diariamente. Sem Sistema de Gestão seria impossível e mesmo assim, o negócio exige que olhe a operação no detalhe, transação por transação.

Resumindo, com crise ou sem crise, não é permitido aos empresários basearem-se somente em suas próprias experiências ou intuições. As empresas se profissionalizaram e importam-se cada vez mais com as pessoas – funcionários, colaboradores e clientes – e com a saúde financeira e estabilidade de seus negócios para garantir alguma segurança em suas transformações e inovações.

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Vídeo: Fluxo de Caixa no SAP Business One

Olá,

Hoje o assunto é muito interessante, vamos falar de Fluxo de Caixa.

Você sabe efetivamente se a saúde financeira da sua empresa está boa? Como mensurar?

Uma das ferramentas mais utilizadas pelas empresas é sem a menor dúvida, o Fluxo de Caixa. Com ele você consegue enxergar e entender por onde o dinheiro está entrando na empresa e por qual meio e finalidade o dinheiro está saindo.

No vídeo abaixo demonstro como usar essa ferramenta no SAP Business One e como tirar todo proveito que ele oferece.

Abraços e até a próxima.

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Entenda como a tecnologia pode ajudar no fluxo de caixa

Quer que a sua empresa cresça? Então, cuide da saúde dela! A saúde da empresa se manifesta por meio do equilíbrio financeiro, que só se alcança com uma boa gestão do fluxo de caixa — com ele são controladas todas as entradas e saídas de valores. Examinando os registros do fluxo de caixa, conseguimos identificar descompassos entre o ritmo de entrada e o ritmo de saída dos recursos financeiros e tomar ações para evitar o endividamento do negócio.

De acordo com uma pesquisa do Sebrae Nacional, o índice médio de mortalidade de empresas nos primeiros dois anos é de 26,9% e uma das principais causas está no descontrole do fluxo de caixa. Dentre as pequenas e médias empresas, parte não controla o fluxo de caixa, algumas controlam em planilhas eletrônicas e há também aquelas que lançam mão da tecnologia para fazer a gestão financeira da empresa, geralmente, implantando sistemas integrados de gestão (ERP). Neste post, veja como um sistema de gestão pode ajudar a sua empresa nesta importante tarefa:

Confiabilidade dos dados

No sistema ERP, à medida que são registradas as vendas, as compras, os investimentos financeiros, os pagamentos, os recebimentos e outros eventos que geram movimentação financeira, a atualização do fluxo de caixa é instantânea, refletindo a situação do momento. Já nas planilhas eletrônicas, geralmente, os lançamentos refletem o movimento do dia anterior, quando a pessoa que adiciona os dados é muito disciplinada.

Facilidade para planejar

Como o fluxo de caixa apresenta um retrato da situação atual e a projeção de movimento financeiro futuro, facilita a tarefa de planejar os pagamentos e recebimentos de recursos. Assim, quando fica claro que os recebimentos serão insuficientes para realizar os pagamentos previstos, poderão ser tomadas ações como: adiar compras, negociar prazos de pagamentos, resgatar recursos investidos, cobrar clientes inadimplentes e reduzir parcelamentos nas vendas, colocando as finanças nos eixos a tempo de evitar problemas.

Facilidade para fechar o caixa

O ERP gera relatórios do movimento financeiro do caixa, segmentados por tipo de recebíveis: cartão de débito, cartão de crédito, cheque e dinheiro. Com isso, é possível fazer o fechamento de caixa mais rapidamente e, posteriormente, conferir se os valores de cartões e cheques foram efetivamente creditados na conta bancária da empresa.

Maior controle das movimentações

Com software de gestão é possível registrar todo e qualquer gasto e recebimento, classificando-os por categorias. Assim, é possível conhecer bem o movimento financeiro e perceber onde existem desperdícios (despesas exageradas), indisciplinas (várias retiradas pelos sócios) ou ineficiências (compras com prazo curto de pagamento), por exemplo. Quando o gestor realmente tem esse controle, ele será capaz de ajustar as práticas operacionais e gerenciais da empresa e corrigir as falhas.

Um fluxo de caixa bem-feito é muito importante para a saúde financeira da organização e, consequentemente, quanto mais profissional for o seu gerenciamento, melhores serão os resultados que a empresa poderá alcançar. Neste contexto, o uso e aplicação da tecnologia disponível em um software de gestão integrada, ajuda de maneira bastante efetiva no controle dos eventos que geram despesas e receitas.

Como é a gestão do fluxo de caixa na sua empresa? Você conta com o suporte de algum tipo de de tecnologia? Deixe seu comentário!

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Armazenamento em nuvem: os 5 maiores erros cometidos na implantação

Os sistemas de armazenamento em nuvem são utilizados por várias empresas como uma forma de manter informações acessíveis em vários locais com segurança e confiabilidade. As aplicações baseadas em cloud computing permitem o acesso remoto a arquivos variados, seja em celulares, tablets ou via web. Consequentemente, a sua adoção é vista por gestores como uma solução estratégica para tornar os serviços internos de uma empresa mais flexíveis e com maior mobilidade.

Apesar das vantagens, a adoção de um serviço de cloud storage exige um bom planejamento. Mal executada, a migração para uma plataforma na nuvem pode não proporcionar um ROI (Retorno Sobre o Investimento) satisfatório, além de impedir um ganho real de produtividade e flexibilidade para a empresa.

Quer saber mais sobre o tema? Então, leia abaixo a nossa lista com os 5 principais erros na adoção de um sistema de cloud storage!

1. Planejar mal a instalação de um sistema de armazenamento em nuvem

A migração para um serviço de armazenamento em nuvem exige um planejamento que deve incluir todos os setores afetados pela nova plataforma. Nesse cenário, o projeto de migração deverá contar com etapas de adaptação, treinamento de funcionários e o uso de métricas para avaliar como a ferramenta está sendo utilizada pelos funcionários. Assim, toda a documentação que envolverá o processo de migração servirá como um “roteiro” para gestores de TI e profissionais técnicos que atuarão na instalação e suporte para a nova solução.

2. Possuir métricas e indicadores não alinhados com a capacidade do negócio

Os KPIs são uma fórmula bem difundida pelo mercado para avaliar o sucesso de políticas de gestão e melhorias nos sistemas e processos de uma empresa. No entanto, quando mal planejados, eles podem aumentar para além do necessário a carga de trabalho dos profissionais de um negócio, elevando os índices de erros e, consequentemente, piorando a qualidade dos serviços prestados. Portanto, ao definir os índices de qualidade que serão mensurados para avaliação do serviço de cloud storage, procure dimensioná-los de acordo com a capacidade dos times de TI da empresa.

3. Não ter um Service Level Agreement (SLA)

O Service Level Agreement (SLA, ou Acordo de Nível de Serviço, em tradução livre) é um documento que guiará boa parte das relações profissionais e jurídicas entre a empresa que trabalha com cloud storage e os seus usuários. Por ser um contrato que define métricas, obrigações legais e atividades a serem prestadas em caso de quebra contratual, a companhia que adotará os serviços de armazenamento em nuvem deve garantir que a sua abrangência inclua o máximo de itens possível.

4. Ignorar a segurança e a privacidade do usuário

Por muito tempo, os serviços de cloud computing foram vistos como inseguros em termos de proteção contra ataques e privacidade. Entretanto, nos últimos anos, as soluções passaram a adotar uma série de tecnologias de criptografia e segurança digital para garantir que os seus usuários possam trabalhar em ambientes digitais realmente confiáveis.

Isso não diminuiu a necessidade de as empresas que adotam ferramentas na nuvem verificarem o nível de segurança da plataforma escolhida. Detalhes como o nível de controle de acesso que é disponibilizado, protocolos de segurança utilizados em troca de informações e o uso de criptografia são fundamentais para garantir a segurança de todos os usuários.

5. Não redimensionar a rede corporativa

Serviços de cloud computing são dependentes de conexões estáveis e com alta capacidade para funcionarem corretamente. Nesse sentido, é importante que a empresa redimensione a sua rede para garantir que a nova ferramenta não crie gargalos nas conexões corporativas, comprometendo o funcionamento de todos os serviços de rede. Isso poderá ser feito não só pelo upgrade de equipamentos, mas também com otimização de configurações, adoção de serviços de monitoramento e modificação nas políticas de acesso.

E ai, gostou do nosso texto? Então, compartilhe-o em suas redes sociais e ajude outras pessoas a evitarem esses erros!

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Vai implementar um software de gestão? Saiba como não errar

Um software de gestão é uma ferramenta importantíssima para qualquer empresa que queira crescer. Mas você sabe como escolher e implementar o melhor software para atender às necessidades da sua empresa?

Se você possui alguma dúvida quanto a isso, este texto é para você! Separamos algumas dicas essenciais para quem está planejando adquirir um software. Confira!

Tenha todos os processos da sua empresa documentados

Na hora de adquirir um software de gestão, é preciso ter os processos da sua empresa formalizados e mapeados, pois isso é fundamental para escolher o sistema que melhor se adapta a eles. Pode parecer algo simples, mas é comum encontrar empresas que ainda não possuem essa preocupação e, se esse for o seu caso, você corre o risco de escolher o programa errado.

Fazer esse mapeamento para a implementação do software ajudará a sua empresa a identificar e eliminar erros que podem ocorrer durante os processos. Esses ajustes permitirão que, com a implementação do programa, o trabalho transcorra de forma ainda mais produtiva.

Faça uma pesquisa e selecione o melhor software de gestão

Existem inúmeros fornecedores no mercado, com programas para os mais variados portes e áreas de atuação. Por isso, não deixe de reservar um tempo para comparar, fazer uma pesquisa detalhada e escolher aquele que melhor se adapta à sua realidade. Existem empresas renomadas e com anos de mercado, empresas que fazem programas específicos para sua área de atuação, sistemas configuráveis, além de muitas outras coisas que devem ser levadas em conta no momento da escolha.

Capacite sua equipe

Uma equipe que não sabe manusear o programa adotado poderá trazer prejuízo e cometer mais erros. Por essa razão, treinamento é um investimento essencial para garantir a qualidade do trabalho com o novo software. Reserve um tempo para que toda a equipe saiba fazer o manuseio adequado do programa. Algumas empresas fornecem treinamento, e é importante se informar a esse respeito antes de fazer a implementação.

Monitore sempre

Uma vez instalado e em uso, a nova ferramenta da sua empresa deve ser observada de perto. Registre os benefícios que ela traz para o seu negócio: economia de tempo, economia de dinheiro, mais organização, possibilidade de mensurar resultados de forma detalhada, etc. Isso permite saber se o investimento feito está, de fato, sendo compensado e permite a identificação de erros e possibilidades de melhoria.

Busque ajuda especializada

Na hora de selecionar o programa, de treinar a equipe e de fazer a manutenção (caso seja necessário), é importante envolver peritos de fora. Eles podem entender melhor como o software funciona e, por possuírem um olhar externo do seu negócio, fornecer ideias importantes para você melhorar sua empresa.

Por isso, não exite em contratar uma consultoria especializada e esclareça quais são os objetivos da sua empresa com o novo software para garantir uma melhor ajuda.

E agora, preparado para escolher e implementar o software de gestão ideal para seu negócio? Então chegou a hora de botar a mão na massa! E se você gostou deste texto e acha que ele pode ajudar seus contatos, que tal compartilhá-lo nas suas redes sociais?

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Como garantir a segurança de dados da sua organização?

As ameaças à segurança de dados vêm crescendo e se sofisticando continuamente. As ações dos criminosos tecnológicos no Brasil têm migrado para alvos mais vulneráveis, como empresas de pequeno e médio porte e prefeituras de pequenas cidades que, geralmente, não estão atentas ou até mesmo desconhecem os altos riscos a que estão expostas.

Os ataques destes criminosos às bases de dados geram riscos de vazamento, apagamento, adulteração, roubo ou sequestro de informações que, posteriormente, são utilizadas para a prática de fraudes e de extorsões de dinheiro. Os agentes dos ataques podem estar dentro e fora das organizações, por isso, é importante conhecer os sistemas e mecanismos de segurança de dados e investir na sua aquisição e implantação.

Neste post, aprenda a garantir a segurança de dados da sua organização. Confira nossas dicas!

Backup de dados

Manter uma ou mais cópias das bases de dados existentes na empresa é fundamental para ficar imune a falhas nos equipamentos de TI (tecnologia da informação), ocasionadas por desgastes naturais, ataques de hackers/crackers, sabotagens ou incidentes (incêndios, enchentes, etc.). Estas cópias devem ser armazenadas em locais seguros, fora do ambiente corporativo.

Criptografia

Existem programas que permitem a criptografia dos dados que trafegam nas redes de TI da empresa, na internet ou em e-mails, e nos dados que são armazenados nos backups. Desta forma, pessoas não autorizadas não conseguem ler a base de dados.

Políticas de segurança de dados

É importante estabelecer políticas de segurança de dados, tais como limitação de acesso a redes sociais e e-mails particulares, à base de dados corporativos e aos equipamentos de TI — reduzindo as chances de vazamento de dados e invasão de vírus em equipamentos específicos ou na rede de informática. Além disso, estabelecer a exigência de criação de senhas fortes (que combinam caracteres alfanuméricos e especiais), que obedecem a uma rotina de troca periódica, restringe as possibilidades de quebra de senha por invasores.

Contrato de Sigilo

Fornecedores de softwares, servidores e equipamentos de TI, prestadores de serviços de hospedagem de sites, data centers e computação na nuvem, têm acesso a dados da empresa e, portanto, devem estar sujeitos a um contrato de sigilo de todas e quaisquer informações às quais tenham acesso. Em caso de vazamento ou roubo de informações, ocasionados por estes fornecedores e prestadores de serviço, a empresa proprietária dos dados estará protegida juridicamente.

Sistemas de segurança

Sistemas informatizados de gestão (ERP), firewalls, gateways, rede VPN, antivírus, internet dedicada, biometria, assinatura eletrônica, chaves de segurança, no-breaks, fuzzers, analisadores de códigos, são sistemas e mecanismos de segurança de dados, que protegem a integridade, confiabilidade, confidencialidade, autenticidade e disponibilidade das informações — seu uso é imprescindível!

A segurança de dados é muito importante para garantir a continuidade e crescimento do negócio e a credibilidade da empresa junto a seus clientes, fornecedores, acionistas e o mercado em geral. Além disso, evita prejuízos, danos morais e materiais (próprios e a terceiros). Por isso, é fundamental que empresas de todos os portes façam investimentos em sistemas e mecanismos de segurança de dados, zelando pela sua atualização constante.

O que você faz para garantir a segurança de dados da sua empresa? Tem alguma estratégia preventiva que não abordamos neste post? Compartilhe com a gente!

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Como surgiu o ERP?

O que hoje conhecemos como sistemas integrados de gestão, ou ERPs, são o reflexo imediato da evolução das empresas e da forma de se fazer negócios.
Não quero aqui descrever a história da TI, mas vale lembrar que os grandes saltos evolutivos dos sistemas de gestão sempre foram resultado de grandes mudanças no mercado e, consequentemente, das empresas.
Vamos lá!


1945 – 1950 – A bonança
Com o fim da Segunda Grande Guerra, a demanda por produtos  no mundo era gigantesca e as empresas já não conseguiam atender aos clientes de  forma satisfatória, tendo estes que esperar muitas vezes mais de um ano pela produção de seus pedidos.
As empresas só precisavam se preocupar em produzir e produzir. Nada mais.
Meados dos anos 1950 – A queda da demanda
Obviamente a demanda diminuiu e, como consequência da demora de tal percepção, as empresas continuaram a produzir e produzir, o que começou a gerar grandes estoques, uma vez que o volume de pedidos já não era mais como antigamente.
As empresas começam a trabalhar com previsões de procura e desenvolver técnicas para não superlotarem seus estoques.
1959 – 1969 – A busca pela eficiência
Diante das inúmeras técnicas para produzir não muito mais do que o necessário, a Bosch, aliada à IBM e à Unisys, decidem desenvolver um sistema que gerencie o processo como um todo. Ou seja, considerando a capacidade produtiva, as ordens de produção e um rigoroso controle de inventário, o sistema consegue planejar a produção de maneira muito mais eficiente.
As empresas passam a se preocupar em utilizar seus recursos da melhor forma possível a fim de tornar mínimo o tempo desperdiçado, atendendo ao máximo de pedidos possível, mas tornando o trabalho processual e mantendo seus estoques em  volumes mínimos.
1970 – 1980 – É preciso mais
Num cenário mundial de expansão econômica, o chão de fábrica já não é mais suficiente para buscar a eficiência, então os sistemas invadem os processos que antecedem e precedem a produção em si. Primeiramente o processo de compras deve ser envolvido, pois precisa adquirir os insumos necessários à produção e, para pagar às tais compras, é preciso que o processo de pagamentos também esteja integrado e assim cada vez mais processos são “amarrados” ao todo.
As empresas percebem que suas áreas não podem permanecer isoladas e a integração é inevitável para se manter competitivo.
1990 – 2000 – O boom tecnológico
Com o acesso a computadores pessoais, acessíveis e interligados, o uso da tecnologia para otimizar processos empresariais se torna mandatório e a queda das barreiras internacionais promove a disseminação de modelos de gestão tornando as empresas cada vez mais competitivas e o mercado extremamente agressivo.
As empresas precisam estar tecnologicamente equipadas para sobreviver num cenário como este.
Hoje em dia
A tecnologia dos ERPs chega às pequenas e médias empresas conferindo-lhes potencial ilimitado para participar do mercado junto às grandes, mas a eficiência operacional é mandatória e, para isso, conhecer seus custos em detalhes e acompanhar suas variações em tempo real é fundamental.
As empresas devem estar sempre atentas ao comportamento de seus clientes, antevendo suas necessidades e devem ser ágeis a ponto de levar ao seu público soluções para os novos desafios que surgem a cada dia.
O cliente torna-se cada vez mais exigente e se não estivermos preparados para responder às suas demandas com a qualidade e preços adequados, ficaremos para traz e, certamente, uma empresa que não utiliza todos os recursos humanos e tecnológicos à disposição em nosso tempo, integrados, em harmonia e em uma estrutura eficiente, sucumbirá à evolução dos mercados.
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6 perguntas respondidas sobre sistema SAP para PMEs

O sistema SAP é um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), desenvolvido pela empresa multinacional alemã SAP. Ele dispõe de versões para atendimento de grandes empresas, assim como para atendimento de empresas de pequeno e médio portes. Este sistema permite integrar todos os processos e os dados de uma organização, unificando e simplificando a gestão dos negócios. Sua implantação é rápida e prática, apresentando excelente custo-benefício. Você já ouviu falar nele? Quer adotá-lo em sua empresa?

Neste post, nós iremos responder a 6 perguntas comuns sobre o sistema SAP para PMEs. Então, confira!


1 – Meu nicho de negócios é atendido pelo sistema SAP?

Sim, o SAP tem uma arquitetura que permite atender empresas de qualquer nicho de negócios – indústria, comércio e serviços.

2 – O que a minha empresa ganha com o SAP?

O uso do ERP SAP pode trazer vários benefícios para a empresa usuária, dentre estes:

  • informatizar todos os processos – eliminando controles manuais;
  • reduzir retrabalhos – muitas tarefas podem ser parametrizadas para impedir erros no momento do lançamento de dados;
  • entrada única de dados – evitando redundância de lançamentos, já que os dados lançados em um módulo são compartilhados com todos os outros módulos que precisem desta informação;
  • reduzir a carga de trabalho – pois tarefas repetitivas e cálculos são processados automaticamente;
  • suporte informacional de qualidade – para otimizar o processo decisório, o SAP dispõe de funções analíticas que facilitam a percepção de riscos e oportunidades e auxiliam na geração de insights.

3 – Quais processos da minha empresa são integrados no SAP?

O SAP abrange diversos processos empresariais, tais como: compras, vendas, CRM (Gestão do Relacionamento com o Cliente), estoque, produção, contabilidade, fiscal, patrimônio e assistência técnica. As partes especializadas do sistema, que atendem a cada um destes processos, são denominadas módulos, que podem ser adquiridos de acordo com as necessidades específicas de cada empresa.

4 – Posso controlar estoques dispersos com o SAP?

Com o SAP é possível visualizar os saldos de estoque em todos os locais de armazenamento, individualmente ou simultaneamente, o que facilita ações logísticas e transferências de estoques dos locais onde não têm giro para os locais onde existe maior demanda.

5 – Posso rastrear um processo de ponta a ponta no SAP?

Sim, é possível saber informações de cada etapa de um processo, desde seu início até a sua conclusão, o que facilita auditorias internas e externas e a percepção de oportunidades de melhoria e/ou simplificação.

6 – Posso controlar todas as minhas empresas no SAP?

Sim, o SAP é multiempresas e também permite o controle de multifiliais, num único sistema. O sistema SAP para PMEs é muito abrangente, versátil e fácil de operar. Suas funcionalidades facilitam o gerenciamento de várias empresas, filiais, franquias e estoques em uma única ferramenta.

As telas do SAP apresentam diversas informações do processo em uso que podem ser visualizadas em várias abas ou com um clique sobre o item desejado. Além disso, informações mais detalhadas e/ou complexas podem ser obtidas nos relatórios do sistema ou podem ser personalizadas com o gerador de relatórios.

Se você gostou desse post, conheça também 4 razões para sua empresa ter um sistema de gestão na nuvem!

Test Drive SAP Business One

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